Popularidade de Lula

Acompanhando as notícias no Brasil, lendo quem entende de política, lendo as cartas de leitores da FOLHA que enxergam e falam sobre a ''bolha utópica'' de Brasília e, principalmente, vivenciando as dificuldades enfrentadas por pequenos empresários como eu, fico estarrecido e não consigo atinar com uma resposta: quem são estes 57,5% que aprovam o sr. Luiz Inácio? Ao lembrar de outra notícia sobre as mais de 70 milhões de ligações que ''arbitraram'' a decisão do programa BBB, acho que finalmente chego a uma conclusão: só podem ser os ''árbitros'' espectadores do Big Brother os mesmos que são consultados nestas pesquisas. Nunca fui consultado por nenhuma e nem conheço ninguém que o tenha sido.

NILO DO CARMO MARTINS (microempresário) - Siqueira Campos


Terceiro mandato de Lula

O terceiro mandato de Lula aclamado pelo povo (vide pesquisa) é fruto da reviravolta da política na América Latina. É uma espécie de revolução francesa democrática, silenciosa, inconsciente, onde os mais fracos e oprimidos têm direito à voz, ao voto e à comida. Por mais de 500 anos a direita dominou este país e nada fez além propagar a pobreza e a miséria. Agora o povo vê em Lula a chave para transformar este país e levá-lo ao seu merecido destaque no cenário mundial. O que tem que ser feito de urgência é investir em educação. Deve-se haver uma política intensa, a médio e longo prazo, para mudar a cara do país. Chegou a hora do povo, não só no Brasil, mas na Venezuela, Paraguai, na Argentina...

FABIANO PEREIRA (professor) - Cornélio Procópio


Carro com cheiro de cachaça?

Recebi um e-mail do professor de História e de Atualidades, Peter Lowen, de Parrish (Florida/Estados Unidos), com o seguinte conteúdo: ''Somente no Brasil! Primeiro, o padre voador, agora o seu presidente Lula quer que os americanos e europeus lambam os 'carros com cheiro de cachaça fabricados no Brasil', difícil de entender''. Por favor, presidente Lula, fale menos!

RUBEM DE OLIVEIRA CAUDURO (professor) - Londrina


Atenção às vovozinhas

Fiquei emocionada ao ler a reportagem ''Vovozinhas têm tarde de atenção e histórias'' (Folha Cidades, pág. 3, 29/04). Gostaria de parabenizar os professores e estudantes do Colégio Universitário pela bela iniciativa.

ROSANGELA ARCINE (professora) - Londrina



Será que Dom Helder foi morto?

Como boa londrinense, leio todas as manhãs a FOLHA DE LONDRINA. Gosto do espaço ''Há 40 Anos'' e ontem saiu a matéria sobre a intenção de se matar D. Helder Câmara. Acredito que muitos leitores possam ter curiosidade se, naquela época onde a ditadura reinara, mataram D. Helder? Então tomei a iniciativa de esclarecer um pouco sobre esse grande homem que ficou famoso com a seguinte frase: ''Quando dou pão aos pobres, chamam-me de santo, quando pergunto pelas causas da pobreza, me chamam de comunista''. Ele é lembrado na Igreja Católica e no mundo como um apóstolo defensor da paz e da justiça aos pobres. Não mataram D. Helder. Ele faleceu no dia 27/08/1999, aos 90 anos, vítima de parada cárdio-respiratória. Calou a voz para dar início à infinita caminhada para a verdadeira vida. Era assim como ele via a morte.

ANA LUCIA MODESTO CORTES (advogada) - Londrina


Falta de remédios

Há dois meses tenho ido inutilmente ao Posto de Saúde da Vila Brasil buscar o medicamento básico melhoral infantil. Segundo os atendentes, neste posto a Prefeitura não manda este medicamento há muito tempo. O remédio está em falta porque é muito receitado pelos médicos aos idosos para o controle de um possível ataque cardíaco. Eu ainda tenho o privilégio de comprar e os demais idosos?

EDSON DAS NEVES (vendedor) - Londrina

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