Ministro Gilmar Mendes

Gostaria de parabenizar o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, pelas declarações contidas na matéria ''Presidente do STF critica estudantes e sem-terra'' (Política, pág. 5, 25/04). Há muito gostaria de ver uma atitude desta de alguém do Poder Judiciário, pois a impressão que tinha era que todos agiam da mesma maneira que os poderes executivos do Brasil que têm medo - inclusive de perder votos - e são complacentes de movimentos sociais, como o MST. Propriedades privadas são invandidas como se fossem terra de ninguém, órgãos públicos são invadidos e danificados como se fossem a casa da mãe Joana, estradas bloquedas, terras produtivas e até cidades são desocupadas em nome da demarcação de terras indígenas. Está na hora de termos uma democracia com responsabilidade.

NELSON CARLOS FERREIRA (aposentado) - Barbosa Ferraz


Tomate, morango & cia.

Não é novidade que tomate e morango & cia. tenham resíduos de agrotóxicos. Durante minha vida profissional por várias vezes vi essa notícia voltar aos jornais. Desde que registrados, prescritos e utilizados adequadamente, os agrotóxicos devem ser solução e não problema. Assunto difícil, que não se resolve apenas com uma cartilha educativa. Alguns pontos para reflexão: a maioria dos pulverizadores no Brasil tem defeitos, uso inadequado de agrotóxico, observação dos prazos de carência para a colheita, registro para pequenas culturas, educação e conscientização de agricultores e aplicadores, punição aos infratores. É fundamental a iniciativa dos órgãos governamentais em ordenar as discussões e as ações para que essa notícia não volte a ser manchete.

DIONÍSIO LUIZ PISA GAZZIERO (presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná) - Londrina


Guerra no trânsito

Achei muito interessante o artigo ''A guerra no trânsito'', escrito pelo frei capuchinho Ildo Perondi (Espaço Aberto, 22/04). De fato, muitos motoristas transformam seus carros em verdadeiros instrumentos de batalha e todas as guerras, sem exceção, são estúpidas. Com certeza, a paz nas estradas só virá quando os motoristas deixarem de ver os que também trafegam por elas como seus inimigos capitais e passarem a observar o que preconiza a lei, sobretudo o Código de Trânsito Brasileiro.

RODRIGO PARMEZAN (bacharel em Direito) - Quatiguá



'Padre voador' 1

Com autorização ou obsequiosa conivência da Igreja Católica, o ''padre voador'' Adelir de Carli, dando uma de Gusmão moderno, se lançou em aventura aérea irresponsável para dizer o menos. Agora, a Marinha o procura com dois barcos; a Aeronáutica, com avião e helicóptero; os Bombeiros, com seus homens nas matas. Isso tudo tem um custo alto para o erário público, isto é, para o nosso bolso. Não será o caso de a Mitra Diocesana ser responsabilizada por isso?

FERNANDO SILVA GONÇALVES (advogado) - Londrina


'Padre voador' 2

Em relação à tresloucada aventura do padre Adelir de Carli, ele deveria ter lido ao ascender aos céus 1º Coríntios (capítulo 10, versículos 23-24). A Igreja clama a falta de padres, investe na sua formação, dá-lhe uma paróquia e a sua irresponsabilidade leva a tudo a perder.

REINALDO SOARES DE SOUZA (ferroviário aposentado) - Arapongas


'Padre voador' 3

Nossas autoridades têm por dever tomar providências rígidas quanto a este inconsequente e desvairado ''padre voador'' por duas questões: atentar contra a própria vida e causar grande risco às rotas aéreas. Prendendo o mesmo (se vivo) e co-autores e ainda cobrar todas as custas despendidas no processo de busca de sua paróquia sob pena de penhora.

ALÔ MOYSÉS BRUN (empresário) - Londrina


'Padre voador' 4

Primeiro milagre do padre Adelir de Carli: a FOLHA publicou ontem uma carta contundente sem máscaras e pieguices.

SUAMÍ DE SOUSA (professora aposentada) - Arapongas

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