Poluição sonora 1
A propósito da reportagem ''Barulheira urbana: salve-se quem puder'' (Folha Cidades, pág. 1, 08/08) , gostaria de acrescentar mais um ''sonzinho'': carros - automóveis e camionetes que se parecem com carros de propaganda -, cujo som, às vezes, chega a ser superior àqueles que têm autorização para andar pela cidade. Como a cabeça do motorista recebe aquilo que chama de música, e o transeunte que ouve o alto volume do som? Se não podemos usar o telefone quando estamos ao volante, muito mais nos tira a atenção o volume do rádio. O som, nesse caso, também não é questão de saúde?
RONALDO GERARD (autônomo) - Londrina

Poluição sonora 2
Sobre a reportagem ''Barulheira urbana: salve-se quem puder'' (Folha Cidades, pág. 1, 08/08), boates, igrejas e bares possuem alvará emitido pela Prefeitura. No caso das igrejas, está escrito: proibido causar poluição sonora. Ora se já está escrito, basta cassar o alvará de licença.
HÉLIO APARECIDO CORDON DELIBORIO (comerciante) - Londrina

Poluição sonora 3
Com relação à matéria ''Barulheira urbana: salve-se quem puder'' (Folha Cidades, pág. 1, 08/08), o problema está centrado na algazarra. O que tem que haver são mudanças nos hábitos e educação das pessoas. O culto fora de horário não é o problema. A altura do som de algumas igrejas é o problema. Moro no 11º andar - apartamento de fundos - de um prédio na Av. Paraná e o barulho aos sábados à noite e domingos de manhã, provenientes de uma igreja em frente, é absurdo.
ROSELY BASTOS (servidora pública) - Londrina

Obras 'emperradas'
Sobre a enquete ''Qual obra você gostaria de ver construída ou terminada em Londrina?'' (Folha Cidades, pág. 2, 08/08), a Prefeitura deveria terminar as que jã estão em andamento, como a Av. Ayrton Senna e a duplicação de trecho da Rua Goiás. Terminada estas, aí sim poderia pensar em outras como o Teatro Municipal. Mas, tenho certeza que, nesta gestão nenhuma delas será terminada.
JAIR RODRIGUES PEREIRA (motorista) - Londrina

Henrique Barros 1
A imprensa mostrou um deplorável festival de mentiras protagonizado pelo réu Henrique Barros, quando do depoimento ao juiz criminal que preside a ação à qual responde o ex-vereador. Disse ele que, ao ser preso em flagrante com o produto do crime, sentiu-se ameaçado por figuras que lhe causaram pavor, por isso não teve tempo de concatenar as idéias ao ser inquerido. Afirmou ter imaginado um mapa da disposição das cadeiras na Câmara e, lembrando o nome de um nobre colega ''puf'', pulava um e lembrava outro e, ''puf'' e assim entregou vários companheiros de causas meritórias. As figuras apavorantes que o prenderam foram os destemidos delegado Alan Flore, o promotor Cláudio Esteves e toda a valorosa equipe que compõe o Gaeco, que não se intimidam diante de bravatas.
ANTONIO DA SILVA PINHATARI (bacharel em Direito) - Londrina

Henrique Barros 2
Com relação à matéria ''Barros desmente em juízo acusações feitas a vereadores'' (Política, pág. 4, 08/08), infelizmente a prática é bastante comum no meio político. A corrupção é a regra na política, exceção é o bote certo pegando os corruptos com a mão na massa. Parabéns aos representantes do Ministério Público em Londrina. Os acusados se declaram inocentes, mesmo tendo um ilustre representante do grupo sido apanhado com o produto do crime e, logo após a extorsão, delatado os demais. Agora, no depoimento, cumprindo orientação do defensor, se declara inocente. Vamos propor a beatificação destes santos homens.
LOURIVAL BARBOSA (estudante de Direito) - Londrina

As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]

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