Piso salarial dos professores
Sobre aprovação do piso de R$ 950 para professores (Opinião, pág. 3, 02/04), devo esclarecer que o valor é para 40 h e não para 20 h como pensa o leitor. Enquanto a educação e as pessoas nela envolvidas forem tratadas com descaso pelos governantes teremos sempre o resultado que aí está: uma sociedade em que poucos têm muito, e muitos contentam-se com migalhas de projetos sociais. Professor tem que ser bem remunerado para ter condição de transformar a sociedade e não fazer ''bicos'' para completar a renda. Se os deputados acham que R$ 950 é um salário alto, por que eles acrescentam tantos zeros à direita do salário deles?
EDNA MARIA RIBEIRO (professora) - Porecatu

Vandalismo em escolas 1
Com muita tristeza e indignação li a reportagem da FOLHA sobre os alunos que destruíram livros e vidraças nas Escolas Lauro Pessoa e Olympia Tormenta em Londrina. Estes alunos deveriam consertar o que destruíram. O tributo destes estragos fica por conta dos cidadãos que se arrebentam de trabalhar e pagam altos impostos. Não é punindo que se educa, mas educando para a responsabilidade e com responsabilidade, pois o patrimônio público é o maior bem de uma coletividade e deve ser preservado por ela.
CILENA NAUFAL (pedagoga) - Curitiba

Vandalismo em escolas 2
É aterrorizante chegar à situação que vivenciamos nos jornais. Educandos vindo armados à escola e, quando não, praticando os mais brutais atos de vandalismo. As leis suaves que afagam os menores infratores, a falta de pulso dos pais e ainda o despreparo de alguns profissionais da educação fazem da escola um verdadeiro desembocadouro da violência. Saudoso tempo em que a educação berçária vinha de casa. À escola cabia o preparo intelectual.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Turba ignara
Causa-nos repulsa a notícia veiculada na FOLHA (04/04) sobre os atos de vandalismos por alunos de uma escola em nossa cidade. Urge que façamos algo para conter esta onda de liberalismo irresponsável. Alunos doidivanas, sem medo de represálias, usam da sua explosão hormonal para praticar badernas e depredação de bens públicos, proporcionando constrangimento aos professores e dificultando o seu aprendizado. Nós, pais, devemos nos unir em torno de um ideal comum, e com ajuda de especialistas, procurar alternativas para mostrar a esses jovens que o caminho que estão trilhando vai levá-los a um abismo.
EDSON MEDARDO SCACRCHETTI (estudante de Teologia) - Londrina

SUS e descaso
Sofri uma queda e precisei usar o serviço do SUS para saber se havia fraturado um dedo em hospital de Londrina. Depois de esperar por 15 minutos me chamaram para tirar raios-X. O médico pediu para voltar à sala de espera. Fiquei mais 45 minutos esperando. Veio uma moça e pediu para eu entrar. Entrei e fiquei observando os médicos conversando na maior descontração, risos e nada de serviço. Um deles me viu e perguntou qual era o meu caso. Expliquei e ele disse que ninguém da recepção o tinha comunicado. Pediu para eu voltasse à sala de espera. Esperei mais 20 minutos para ser encaminhado ao consultório, onde em 5 minutos foi colocado um tala no meu dedo. Uma demora de 85 minutos quando isso poderia ser feito em no máximo 30 minutos. É a nossa saúde pública.
PADRE EMANUEL JOSÉ DE PAULA (reitor do Seminário Propedêutico São José) - Londrina

Correção
- Diferentemente do informado ontem na capa da FOLHA DE LONDRINA, o piloto brasileiro Felipe Massa não assumiu a liderança do Mundial de Pilotos da Fórmula 1 com a vitória no Grande Prêmio do Bahrein. Ele ocupa o 6º lugar na classificação com 10 pontos.

As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]

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