Vandalismo em escolas 1
Essa insegurança que assola as escolas públicas é fruto da falta de planejamento na elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), da extinção de disciplinas como Educação Moral e Cívica, da frouxidão dos pais na educação de seus filhos e do descaso de nossos governos em todas as esferas. Para aqueles que se formaram em escola pública, como eu, dá uma certa tristeza em constatar a falência do ensino público. Passei em vestibulares na UEL, concursos públicos e hoje sou grato aos mestres que ajudaram na minha formação, muitos deles já falecidos. Lamento a situação daqueles que hoje não têm condição de frequentar escolas particulares e são obrigados a passar por isto.
ALBERTO HIROAKI NODA (bancário) - Centenário do Sul

Vandalismo nas escolas 2
O vandalismo nas escolas ocorre pela certeza da impunidade. O que aconteceu no Escola Lauro Gomes não é novidade. Esse tipo de desordem é chamado de ato infracional, portanto, não terá solução. No momento em que se mudar a tipicidade do fato jurídico, aí sim, podemos esperar uma solução breve. Necessitamos de mudança na legislação e não percebemos nenhum movimento nesse sentido. Os responsáveis diretos por estes fatos não estão sendo lembrados: os deputados federais e senadores. A cobrança recai em instituições que apenas cumprem as leis feitas por esses parlamentares. Devemos deflagrar uma campanha de cobrança direta aos parlamentares. Enquanto isso não acontecer não vislumbro solução imediata.
BRAES ALVES DIAS (professor) - Londrina

Descaso com a Educação
O descaso e o improviso são características recorrentes na educação pública brasileira, mais um capítulo da falta de compromisso das esferas governamentais com essa que deveria ser a redenção do país: a Educação. Trabalho em uma escola que atende 1.600 alunos em três turnos e que dispõe de quatro funcionárias para o serviço de manutenção, limpeza do estabelecimento e alimentação dos alunos. Se não for um ''absurdo'', criemos um outro adjetivo para tal situação.
ELIANA ACHETE LINO (professora) - Astorga

Vandalismo em escolas 3
Trabalho em escola e percebo que a questão dos adolescentes não terem limites está intimamente ligada à questão da impunidade, seja em casa, na escola e na sociedade. O valores que hoje são passados têm que ser revistos. Tem que haver uma discussão profunda. Inicialmente poderia haver uma revisão do Estatuto da Criança e do Adolescente aproveitando só o que deu melhor resultado e revisão de alguns pontos para não haver sensação de impunidade.
DAVID JOSÉ FRANÇA (servidor público) - Londrina

Mudança de zoneamento
Com respeito à matéria '''Ida a churrasco é normal', diz Nedson'' (Política, pág. 4, 04/04), políticos participarem de churrasco a convite de empresários é normal desde que não haja troca de favores. Caso exista, quem paga é a população. Denúncia como essa tem que passar a limpo doa a quem doer. Político nenhum assume o que fez de errado.
NELSON MEIRA DA SILVA (técnico em telecomunicações) - Londrina

Perseguição a ambulantes
Fico consternada ao ver como os vendedores ambulantes são caçados como cães vadios ou criminosos. Por que mediante uma pequena taxa não fornecem uma carteira de licença para que possam viver com dignidade? Não irão atrapalhar as grandes lojas, os grandes comerciantes, mesmo porque a elite não frequenta tais locais. Caçem os traficantes e os corruptos deste País, mas deixem em paz aqueles que trabalham para sustentar suas famílias.
IRENE CRUZ CORRÊA (aposentada) - Londrina

Correção

- Diferentemente do informado na matéria ''Requião chama vereadores de gatos'' (Política, pág. 5, 04/04), a futura Usina de Mauá fica entre os municípios de Ortigueira e Telêmaco Borba.

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