CARTAS
Caso Bonilha
Com relação à matéria ''Ex-assessor diz ter feito 'doações voluntárias' a Bonilha'' (Política, pág. 4, 20/03), é hilária a justificativa de ''doação voluntária'' (se é que existe doação obrigatória) do assessor de Bonilha. Quem é que, em sã consciência, destina R$ 1.000 de seu salário como agradecimento a alguém? Se foi homenageado como cidadão honorário de Londrina deveria ter um pouco mais de amor pela cidade e falar a verdade.
ALBERTO HIROAKI NODA (bancário) - Centenário do Sul
Nepotismo
Sobre a matéria ''Deputados resistem à demissão de parentes na Assembléia'' (Política, pág. 5, 20/03), se o povo não demite os ''nepotistas'' nas urnas, não se pode imaginar que estes políticos demitirão seus parentes do serviço público. Está certo que não dá para adivinhar o comportamento futuro de um candidato, mas a maioria dos que são citados já exerceram outros mandatos e podem ser avaliados pelo seu passado. É pena que durante as campanhas eleitorais nenhum deles tenha incluído em sua plataforma política a contratação da família para servir o povo ou servir-se dele. Cabe ao eleitor demitir esses nepotistas juntamente com todo sua trupe.
PAULO SÉRGIO TAGATA (administrador) - Londrina
Direitos dos presos
Na matéria ''Familiares protestam contra penitenciárias'' (Geral, pág. 6, 20/03), as esposas de presos reivindicam que sejam respeitados os direitos dos presos que estão nas cadeias do Paraná. Sabemos que o direito de cada um deve ser respeitado. Quando estes presos desrespeitaram o direito de outra pessoa, não pensaram no sofrimento que causaram. E agora suas famílias defendem seus direitos? Só que eles não se lembram dos sofrimentos causados à sociedade quando foram presos, às vezes tirando a vida de pessoas.
BRAES ALVES DIAS (professor) - Londrina
Doadores de campanha
Sobre a matéria ''Site lista deputados campeões de emendas a doadores de campanha'' (Política, pág. 5, 20/03), o que me deixa mais aborrecido é que essas emendas são para beneficiar grupos que têm muito dinheiro. Para nós, trabalhadores comuns, sobram os impostos. Os empresários sempre dão um jeito de burlar a lei. É bom que não se esqueça o deputado Luiz Carlos Hauly também é um dos políticos que mais trazem verbas para as Santas Casas de Misericórdias que de misericórdia não tem nada.
JOÃO MARCELO CORREIA DA SILVA (analista de qualidade) - Londrina
Pequenas colisões 1
Em dezembro de 2007 tive a oportunidade de fazer uma viagem a Washington DC, EUA. Lá, fiquei espantado com o ''exagero'' da Polícia americana. Às vezes, percebia até dois carros de Polícia em uma simples abordagem, ambulância e Corpo de Bombeiros em pequenas colisões de trânsito. Em alguns casos, carros de Polícia surgindo de toda parte fazendo barulho como ''loucos'', parecia coisa de cinema! Agora, retornei a Londrina e me deparei com a notícia ''Polícia não atende pequenas colisões'' (Cidades, pág. 4, 19/03). Parece até piada um contraste como este. Creio que se houvesse interesse, a partir de momento em que a pessoa ligasse para a Polícia de Trânsito solicitando a presença policial para fazer um boletim de ocorrência, já se deveria tomar alguns dados pessoais da pessoa para que os policiais não percam tempo.
FABRÍCIO JOSÉ PESSOA NUNES (engenheiro eletricista) - Londrina
Pequenas colisões 2
Fiquei indignada ao ler a matéria ''Polícia não atende mais pequenas colisões'' (Cidades, pág. 4, 19/03). Temos que fazer uma campanha então para a suspensão do IPVA. Para que recolher o imposto se não temos o respaldo necessário quando precisamos? Gostaria de registrar aqui o meu protesto. Os brasileiros estão jogados às traças. Sem justiça e sem poder fazer nada, ficamos à mercê de pessoas que se acham donas das leis e do povo. Não podemos mais aceitar isso.
ELAINE CRISTINA VITORELLI PEREIRA (comerciante) - Londrina





