Não blindem os empresários!
O vereador Bonilha resolveu falar, e já mostra indícios de que se cair, cairão muitos outros. Seria inocência da população achar que os empresários são vítimas desse esquema de corrupção, afinal a quem interessava maior rapidez nas questões envolvidas nesse esquema? Também difícil aceitar que apenas dois vereadores estejam envolvidos. Não se aprova nenhum projeto sem o voto dos outros, não quero aqui dizer que todos estejam envolvidos, mas na política poucos são os que se salvam. Os que não participam dos esquemas, no mínimo, se calam. Então concluo que ninguém é santo. Que sejam punidos. Que os promotores não blindem os empresários. Grande parte tem culpa. Seria muita inocência dos promotores achar que só o Bonilha e o Barros são do esquema! Se há um corrupto há corruptores. Nessa parte concordo com o vereador Bonilha.
Alexandre Melatti (estudante de Direito da UNOPAR) - Londrina

Bonilha tem a força!
Acompanhem meu raciocínio. Se Bonilha quiser, ele pode dar uma grande contribuição para a moralidade na cidade. Não que vá se redimir, mas que pelo menos ajude a fazer justiça. Ele pode fazer isso, basta dizer a verdade. Não há mocinho nessa história. Não transformemos acusados em vítima. Isto vale para os empresários. Se o Ministério Público deixar eles vão posar de mocinhos. Absurdo.
Pedro A.P.Silva (universitário) - Londrina

Sem benesses
Não vamos frustrar o povo, mais uma vez. Já não chegam as farsas de Brasília? Vamos pressionar para que todos os envolvidos sejam punidos. Que Deus ilumine esses promotores. Eles não podem poupar os empresários corruptores e é isso que está se desenhando.
Maria A.R.Kentiz (comerciária) - Londrina

Cambé. Não é tão fácil
Lendo a entrevista da diretora da SEED/Cambé (FOLHA 01/03/08), gostaria de opinar sobre o assunto. Uma pessoa que cursa uma faculdade, que participa de cursos de aperfeiçoamentos, acredito que gosta do que faz e que tem direito de pensar em valores porque é um trabalho relevante à sociedade. Todo professor(a) gostaria de ensinar seus alunos da melhor forma possível, mas tem dificuldade porque se encontra só no meio de mais de trinta alunos. Já a direção da escola está abarrotada de seretários(as) fazendo serviços burocráticos. E muitos pais não participam da vida escolar de seu filho nem para ver o boletim.
Elias F. Prado (professor) - Cambé


Mais uma vez o Príncipe Harry ganha as páginas dos jornais e televisões do mundo. Agora, a Guerra do Afeganistao, a noticia saiu num site americano, Drudge Report. O Principe Harry, está desde o dia 14.12.2007, numa Base Inglesa no Afeganistão, onde aparece numa patrulha na cidade de Garmisir, deserta e destruida pela guerra entre as forcas da Otan e o Regime Taleban. Perderam os generais da guerra, estrategistas, integrantes da Família Real, Seus avós os reis da Inglaterra, o seu pai o príncipe Charles ao enviar para o campo de batalha o jovem, que protegido por centenas de soldados ingleses, sai a noite em patrulha pela deserta cidade e voltara condecorado por ato de coragem. O que poderia mudar a história seria a participação de Harry e seu Irmão Willian na mais longa das guerras, aquela contra a fome e a miséria. Na Batalha contra o Aquecimento Global, contra a exclusão, Nesta altura sim, suas medalhas valeriam pelo seu ato de bravura e heroísmo. Teriam o reconhecimento do mundo por suas ações humanitárias como fez sua mãe, a princesa Diana. No Afeganistão morrem 1.200 criancas/dia de frio e desnutrição.
José P. Naisser (professor e humanista) - Curitiba

Exemplo do príncipe
Firmou-se, entre nós, brasileiros, cujo país tem a República Federativa como forma de governo, o juízo no qual o segundo mandato proveniente de reeleição é sempre pior que o primeiro, quase uma tragédia. Será que atitudes como a do Príncipe Harry de ir, anônimo, para o deserto do Afeganistão, com metralhadora em punho para caçar terroristas que infernizam a vida dos seus súditos, não seriam uma das razões da Monarquia Britânica se perpetuar? Familiares de Sarney, o pior, de FHC e do atual Presidente Lula têm tido comportamentos opostos, no que diz respeito às coisas repúblicanas, aos dos membros da família Real Britânica.
José N. Faraco (empresário) - Londrina

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