CARTAS
Trânsito
Gostei muito da opinião do leitor Antonio Pereira (27/02/2008) e a forma como ele relatou: os veículos aumentaram e muito, porém as vias públicas continuam as mesmas! Assim sendo, não seria interessante rever o limite de velocidade máxima nas áreas urbanas para 40 km/h? Pelo menos um dia por semana! Qual seria o inconveniente de uma tentativa dessa natureza?
Moisés da Costa (funcionário público) - Maringá
Apolo
Parabéns, FOLHA por trazer de volta o jornalista e dublê de psicólogo Apolo Theodoro. Ele é o símbolo da comunicação, com seu jeito simples Apolo descreve bem o cotidiano dessa cidade que nós amamos.
Antonio J. Santiago (funcionário Público) - Londrina
Sexo
Gosto e recomendo a leitura da coluna ''Sexto & Comportamento'' da FOLHA. Parabéns também aos médicos entrevistados. Abordagem sem apelação e edcuativa.
Albertina D. S. Rodrigues (professora) - Jardim Alegre
Trabalhar é bom!
Fico a cada dia mais indignado quando abro as páginas da FOLHA DE LONDRINA e vejo esta molecada aprontando sem punição adequada. Quem foi que disse que trabalhar prejudica? Meu pai trabalha desde os 6 anos, hoje ele tem 70, nunca roubou um centavo, vive com muita saúde. Eu também comecei a trabalhar desde os 6 anos, sempre com a minha família. Era muito trabalho, não era nada de escravidão, apenas uma iniciação a uma Educação para a Vida. Hoje, vemos esta rapazeada com muita saúde, roubando e matando. É cada dia mais comum, os adultos envolverem adolescentes nos crimes, pois estes estão liberados pela Lei para matar, roubar. É um absurdo! Claro, não deve haver escravidão. É claro que o Governo Federal tem culpa nisso. Porque não pára de roubar nosso dinheiro, através de super-faturamentos e cartões de crédito entre outras modalidades. Por que não criar a Escola Integral para amparar as crianças?
Emanuel Joaquim de Paula(padre) - Londrina
''Pés Vermelhos''
A coluna Informe Folha bem como o Editorial de hoje, 28 de fevereiro fazem referências ao movimento Pé Vermelho, Mãos Limpas, com afirmações que merecem reparos. Longe de ter sido um fiasco, o movimento foi um exemplo. Percorremos as ruas, fizemos palestras, levamos a nossa experiência a cidades fora do Estado, cassamos prefeito corrupto e, por fim, como coroamento de tudo isso, fomos reconhecidos pela maior entidade de defesa da moralidade do mundo: a Transparência Internacional. Está, portanto, claro que nenhum fiasco pode ser atribuído ao Pé Vermelho Mãos Limpas que, tendo feito com coragem a sua parte esperou e ainda espera ate hoje o resultado almejado, que depende somente da justiça. É correta a afirmação de que outros escândalos aconteceram em âmbito nacional e nós nos ''mexemos, ao contrário do que afirma a coluna. Fizemos o mural da indignação, o portal do fóra Renan, o posicionamento junto STF sobre as ações dos mensaleiros e outras tantas manifestações. Entretanto, a continuidade das ações dependia de um detalhe que o articulista desse jornal destacou como fundamental: a mobilização da sociedade.
Pois foi justamente a sociedade, sofrida e enganada que não ofereceu respaldo à continuidade do movimento. É verdade também que um dos cabeças do movimento foi nomeado para uma função pública, por um determinado tempo, fato que não cabe responsabilidade ao movimento. A luta continua, para tanto, contamos com o apoio imprescindível da sociedade e, sobretudo da imprensa.
Valter Orsi, Adoniro Prieto, Iracema Carneiro e Antonio da Silva Pinhatari (do movimento ''Pés Vermelhos, Mãos Limpas) - Londrina
Saúde é prioridade?
''Todos sabemos que saúde e desemprego são as maiores preocupações. Com base na Constituição de 1988, saúde é um direito de todos, independente da condição social. Porém, observa-se que a classe majoritária, os trabalhadores, estão insatisfeitos com o antedimento da saúde no Brasil. Tudo é muito precário. Muitas filas, falta de médicos, falta de remédio. Às vezes falta o básico. Londrina e o Paraná não são diferntes. A problemática da saúde deixa claro que as pessoas estão distante do direito preconizado pela Constituição. Nesse cenário triste, crianças e idosos são as que mais sofrem com a desigualdade. Estão à margem do propalado desenvolvimento econômico cuja característica principal é o lucro que produz riqueza para poucos e pobreza para muitos.
José C. O. Mello (pintor estudante da UEL) - Londrina





