CARTAS
Cartões corporativos
''Diante de todos os fatos que já se tornaram públicos, a única medida possível de ser aceita é proceder-se a uma investigação total dos gastos que vêm sendo denunciados. Mas o governo do sr. Luiz da Silva, mais uma vez, toma atitudes que deixam claro o total pavor de que tudo seja colocado às claras. Assim, manipula a criação de uma CPI, exigindo que sua presidênia e relatoria sejam ocupadas por pessoas que lhe sejam leais, não permitindo nenhum esclarecimento do que de fato vem acontecendo, às custas do bolso do cidadão brasieliro. Diante disso fica a pergunta mais uma vez colocada: Do que têm medo o sr.Luiz da Silva e o PT? Eles sabem o tamanho do rombo que estão causando. E sabem que podem, todos eles, ser engolidos por este ''buraco negro'' que criaram. Lembrem-se do Pequeno Príncipe: ''Tu és responsável por tudo aquilo que cativas''. Pelo que crias também.
Nina Cardoso (terapeuta floral) - Londrina
Desrespeito e incoerência
A postura da relatoria da comissão, também conhecida como ''grupo de estudos sobre a Sercomtel na Câmara Municipal'', não difere da sempre demonstrada pela administração municipal, ou seja, caracterizada pelo descompromisso com o significado patrimonial da Sercomtel para o município. Uma postura que chama à atenção por contrariar qualquer estratégia de mercado, em que ninguém (ninguém mesmo!!!) fala mal, nem expõe os defeitos do produto que pretende ''vender''.
Atitudes como a do sr. relator daquela comissão, marcada pela indisfarçável pressa em dar entrevistas - expondo negativamente a Sercomtel - bem como a anterior conduta da administração municipal, tentando vender a empresa mesmo contra a opinião popular, só se justificariam se a intenção fosse fazer cair o preço, para que ''alguém'' fosse beneficiado na compra da ''galinha morta''. Mas, é claro, que não pode ser isso o que está acontecendo!
Entretanto, não deixa de ser curioso perceber que, não se trata sigilosamente os males da Sercomtel, mas, a denúncia de circunstâncias que envolvem vereadores em relações ilícitas, corre em ''segredo de justiça''.
Essa, porém, é apenas mais uma das incoerências que a sociedade terá que consertar com o passar dos anos.
Marcos A. Colli (advogado) - Londrina
Momento adverso
Parece não ter fim essa novela de venda da Sercomtel. Chega a ser desrespeitoso para a empresa e para Londina. Mas como muita gente fala - principalmente os políticos - eu também gostaria de concordar com a leitora Antonia T.S. di Paula (Cartas, 15/2) quando respeita o estudo mas teme pela adoção dado a circunstâncias da Câmara no momento. Mais ou menos isso? Eu também acho que o estudo sobre a venda da Sercomtel foi concebido pela Câmara. Nada contra, mas o momento não é politicamente favorável.
Natal J. David de Souza (estudante) - Londrina
Sistema de cotas
Eu sou negro, tenho 45 anos, fui professor durante cinco anos, cursei duas faculdades e, recentemente, fui aprovado em Servico Social na FECEA Apucarana. Sempre fui contra o sistema de cotas para raça negra pois, para mim este sistema discrimina muito mais. Sou a favor de cotas para os que não têm condições financeira de pagar, como o Prouni, que beneficia milhares de alunos. A maioria dos meus ex-alunos já cursou ou cursa faculdade pública mas para que isso aconteça o sistema de ensino Público deve melhorar e muito. E as famílias também precisam ter muito interesse e colaborar no aprendizado dos filhos. Hoje é muito mais fácil aprovar um aluno do que reprová-lo.
Antonio Torquato da Silva (agente técnico de administração) - São João do Ivaí
Notas falsas
Eu até sabia que a presença de notas falsas em Londrina e região é algo forte. Não imaginava que a situação é tão grave, conforme reportagem da FOLHA DE LONDRINA. Mais uma ameaça sobre nossas cabeças que trabalhamos e geramos impostos. Não pastassem os problemas de segurança, a tristeza de ver escândalos com os cartões, as execuções nos bairros da cidade. Que Deus nos protega. À FOLHA DE LONDRINA nossos parabéns pela reportagem.
Maria A. Blottar (comerciante) - Londrina





