CARTAS
A Voz do Brasil
Considero equivocada a posição da FOLHA sobre a mudança de horário de A Voz do Brasil. Não existe censura maior que todos os canais, inclusive FM, no mesmo horário não dando oportunidade a não ser desligar o rádio. Na verdadeira democracia seriam em horários alternativos e teríamos opção de ouvir outra programação. Como nos horários políticos cada canal deveria ter em horário diferente. A Voz do Brasil talvez fosse interessante no Amazonas, Roraima. A aqui no Sul não. Eu pelo menos nunca ouvi isso. E tenho todas as ferramentas que preciso, como internet, jornal e televisão. Esse programa ridículo já passou da hora de ser extinto. Isso só não aconteceu para não deixar muita gente desempregada.
Eder del Piccolo Santini (comerciante) - Londrina
''A Voz de Brasília''
Aí FOLHA, gostei do editorial sobre ''A Voz de Brasília'' (12/02/08). É preciso fazer um comentário também sobre o horário político. Quer apostar que nas eleições deste ano virá, de novo, aquele festival de mentiras? Tudo em nome da democracia. Eu sei tem que haver propaganda. Mas, então, que a Justiça Eleitoral mande esses candidatos terem compostura. Eles são uns chatos''.
Paulo S.M.L. de Souza (universitário) - Ivaiporã
Ser jornalista
Quando livre e responsável, vale a pena ser jornalista. Nesta quinta-feira, às 20h, no teatro da PUCPR, 28 jovens colam grau em Jornalismo. Tive o privilégio de ser professor desta excepcional turma. Por isso, atesto sua competência técnica e habilidades humanas bem desenvolvidas. São profissionais de comunicação de peso, responsáveis e conscientes da opção de vida que fizeram, dispostos a ajudar a construir um mundo mais harmonioso e culto. Assim, vale a pena ser jornalista. A pedido do reitor da época, saudoso Euro Brandão, interferi na reativação do curso de Jornalismo da PUCPR, em 1988. Uma das justificativas que apresentei é que, em nível universal, mais de 50% das necessidades dos seres humanos dependem da comunicação séria e
ética. A humanidade é faminta de verdades, informações precisas,
descobertas e veios novos para crescer e se realizar.
Pedro A. Bernardi (jornalista, economista e consultor de comunicação) - Curitiba
''Bloco dos sujos''
Se o carnaval não ainda tivesse acontecido, eu ia sugerir a criação do ''bloco dos sujos'' em homenagem aos nossos políticos, inclusive aos dois grandes presidentes, ambos blindados no caso de uma CPI sobre cartões. Aliás, que ridículo. prepararam terreno para instalar uma CPI de mintirinnha. Mais uma vez.
Henrry M.M.da Silva (estudante) - Arapongas
Dra. Clair
Em uma população de mais de 183 milhões de pessoas, temos que ressaltar a garra de algumas delas. Primeiro, àquelas incluídas entre as quase quatro milhões que votaram (porque tiveram acesso às informações) no plebiscito pela anulação do Leilão da Companhia Vale do Rio Doce, em 2007. Depois, as 80 mil pessoas das 64 entidades que organizaram o plebiscito em nível nacional. E finalmente, entre estas pessoas, a advogada e ex-deputada federal Dra. Clair, aqui do Paraná, que se encontra em Brasília em sua cruzada incansável pela retomada da empresa para os brasileiros.
Marcos H. Guimarães (escritor e presidente do PSOL) - Curitiba
Aviões no campo
Sobre as cartas reclamando de aviões agrícolas. Sou de opinião que avião para mim é sinônimo de tecnologia na produção. O emprego do avião é desenvolvimento. Portanto, sem preconceito. Agora sejamos sinceros: cadê as campanhas par uso adequado? Se aplicamos com avião é porque aplicamos muito. Então, cadê a preocupação com o ambiente. Cadê os manejos. Cadê a orientação agronômica. A busca de variedades que não dependam de veneno? Cadê tudo? Avião é evolução ou involução. Continuamos despejando veneno, como 50 anos atrás.
Glaudio J.A. da Silva (administrador de empresa, ex-agricultor) - Maringá.





