Aviões malucos!
A propósito da reclamação do leitor José C.S. Celestiano, de Arapongas, gostaria de dar a minha contribuição. Aconteceu comigo também. Sugiro que a FOLHA mude de ''avião maluco'' para aviões malucos. Quero dizer que não há risco de vida, no meu entendiemento, mas o susto existe e um possível banho de veneno também, a menos que você mantenha os vidros fechados, que é o ideal. Se você quer experimentar essa adrenalida não precisa ir longe. Basta ir até a divisa com o Estado de São Paulo, passando pela região da soja - Sertanópolis, Sertaneja, Alvorada do Sul, Primeiro de Maio e Florestópolis. Na verdade é mais espetáculo do que risco. Mas é bom ter cuidado: os pilotos são ousados. Isso aí existe há mais de 20 anos.
Marcílio A.S.Donty (comerciante) - Londrina

Estacionamento no ICL
Assuntos em destaque nessa coluna à parte, pergunto: por que em frente ao Instituto do Cancer de Londrina, rua Licíla Ballalai ainda continua sendo proibido estacionar à direita da pista, uma vez que se trata de via de mão única e que todo mundo por necessidade pára ali? Que tal liberar aquele trecho para que as pessoas que utilizam o Instituto do Câncer façam o uso dentro da lei, sem medo de ser multado? Será que ninguém ainda viu isso? Ou a CMTU (se é de sua competência) nunca passa por lá nem para ver isso nem para multar quem estaciona em local proibido, o que seria um absurdo maior que a permissibilidade de desobediência à lei de transito coisa que ninguém gosta de fazer. Fica aqui a sugestão.
Laercio Baldi (construtor) - Rolândia

Segurança em Rolândia
Em reportagem de capa publicada na edição do domingo, 3 do corrente, a FOLHA DE LONDRINA super-dimensionou os números da violência em Rolândia ao apontar para um crescimento anual, em relação a 2006, da ordem de 3 mil por cento. Um absurdo. Não apenas o número divulgado, mas o equívoco da reportagem.

Em nota posterior, na terça-feira, 5, não com o mesmo destaque, a Folha, corrigiu essa informação colocando o crescimento da violência no patamar (aceitável) de apenas 10 por cento.

A situação da segurança em nosso Município, como de resto em toda a região, precisa, sim, melhorar. Essa, porém, é uma questão que precisa ser devidamente equacionada. Envolve uma série de fatores que vão desde a valorização do policial civil e militar, através de remuneração digna e condizente com a importância do trabalho que executa, até a necessidade de aumento dos efetivos.

Uma informação equivocada, colocada aos olhos da população de forma irresponsável, como foi o caso, pode ocasionar danos irreparáveis à sociedade local. Imagine-se uma situação em que um grande investidor de fora esteja pretendendo implantar uma de suas fábricas em nosso município e se depare com uma notícia alarmante dessas! Responsabilidade e credibilidade são fatores primordiais no bom jornalismo.

José Danilson A. de Oliveira (presidente da Câmara Municipal de Rolândia, bacharel em Direito, sargento da Reserva Policial Militar e Produtor Rural) - Rolândia

N.R. - A reportagem citou números de fonte oficial, conforme matéria publicada na edição seguinte. Entendemos que o equívoco foi sanado, embora também lamentamos. Reiteramos o nosso compromisso com a verdade.


Plano Diretor
Meus parabéns ao promotor de Patrimônio Público, dr. Renato Lima Castro pelo artigo sobre a lei do Zoneamento Urbano de Londrina. Quando a autoridade conclama a comunidade para que participe das decisões e porque essa autoridade está disposta a dar o necessário respaldo.
Adelino A.V. Bispo de Souza (bacharel em Direito e bancário) - Londrina

Plano Diretor 2
Quero cumprimentar o promotor de Patrimônio Público, dr. Renato Lima Castro pelo acertado artigo sobre Zoneamento Urbano. À FOLHA meus parabéns pelo espaço de debates e idéias em favor de Londrina e do Paraná.
Ana M. P. Souto (universitária) - Londrina

Atendimento no HU
É com satisfação que nós, da direção do Hospital Universitário de
Londrina, recebemos o apoio que este jornal demonstrou no editorial do dia
10 de fevereiro, que tratou do atendimento aos pacientes carentes que
precisam de cirurgia de ouvido e não tem a quem recorrer, na falta dos
serviços médicos do HU.

A pressão sobre nós, administradores dos serviços públicos de saúde, é
grande. E o interesse em resolver também. Por um lado, pacientes que
necessitam de atendimento; por outro, as amarras de quem não tem pleno
poder para solucionar a falta de anestesistas, por exemplo.

Falta essa que não entendemos como desculpa, e sim, como fato, apesar de
todos os esforços já feitos junto ao governo estadual, na tentativa de
reverter o problema. Ainda assim, e ao lado de outros entraves, lembramos
que somos o hospital que mais atende pacientes trazidos pelo SAMU, de
Londrina e da região.

Nós, do HU, reafirmamos nossa missão de atender a população com qualidade
e dignidade e continuaremos envidando todos os esforços nesse sentido.

Francisco Eugênio A. de Souza (Diretor Superintendente do HU) - Londrina.

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