Cartão corporativo
''Ministro devolve R$ 30 mil do cartão corporativo'', diz a notícia. A imagem de nossos políticos é muito suja e independente se o ministro está certo ou errado, um cartão corporativo, em que se pode gastar R$ 30 mil, está além da realidade do povo brasileiro. Muitos sobrevivem de restos de comida. É ultrajante tanta mordomia no governo. Realmente, a consciência de nossos chefes é ''limpa'' e fazem isso limpando nosso patrimônio, que é suor de cada dia desse povo surrado.
Nilton C. Santiago (Médico) - Ibiporã


Esporte demais?
Como ''atleta de fim de semana'' quero dar os parabéns pela entrevista esclarecadora do professor Arnaldo José Hernandez, publicada na FOLHA (8/2/08) ''Esporte demais pode fazer mal''). Mas o que não podemos mesmo é ficar acomodados. Ou não?
Duílio I.P. Miollini (estudane) - Paranavaí


Velocidade máxima
Por que é permitida a fabricação de veículos que podem desenvolver velocidade superior a 120 Km/h, se a legislação proíbe tal velocidade? E a falta estrutura para fiscalizar? O último concurso para agentes rodoviários foi suspenso, motivo? Venderam as provas! Lógico que ninguém foi preso. No Brasil, nem 5% das rodovias são adequadas para altas velocidades. Se proibissem veículos velozes muitas vidas humanas seriam poupadas, menos combustível seria queimado e, consequentemente, menos CO2 no ambiente. Veículos mais baratos e IPVA, idem. Na minha cidade natal, Avaré (SP), autoridades deixavam a única fábrica de fogos produzir à vontade, depois fingiam que corriam atrás da molecada para que não soltassem bombinhas. Parece que as coisas continuam da mesma forma.
José A. Faraco (empresário) - Londrina


CONSEMMA responde
Em resposta a carta publicada na FOLHA DE LONDRINA (30/1/08) assinada pelos srs. Estácio José Motta, Eduardo Gomes de Araújo e Joel Garcia sobre o interesse da GNB de instalar uma nova indústria no Distrito São Luiz, esclarecemos:
O CONSEMMA - Conselho Municipal do Meio Ambiente de Londrina é uma entidade componente do SISNAMA - Sistema Nacional de Meio Ambiente, órgão de controle social sobre as questões ambientais no muncípio de Londrina, composto de forma paritária. Assim, 50% de membros são nomeados pela Prefeitura e os outros 50% são membros da Sociedade Civil eleitos democraticamente nas Conferências Municipais do Meio Ambiente realizadas a cada dois anos.

Os membros da sociedade que compõem o Consemma representam as ONGs ambientais, setor produtivo, entidades de ensino e pesquisa e entidades de classe. Atuam independentemente de pressões de quem quer que seja.

Informamos ainda que a Conferência do Meio Ambiente realizada no último mês de dezembro proibiu a eleição de conselheiros representantes da sociedade civil que tenham cargo em comissão juntos governos municipal, estadual ou federal.
O esclarecimento se faz necessário tendo em vista o desconhecimento dos signatários da correspondência publicada no dia 30. Os mesmos afirmavam erroneamento que os componentes do CONSEMA eram nomeados pelo prefeito. Não é verdade.
Fernando de Barros (engenheiro) presidente do CONSEMA - Londrina

Haja óleo de peroba!
Os petistas são mesmo oportunistas de plantão. Até não vir à tona a denúncia sobre o mau uso do dinheiro público através dos cartões corporativos eles usaram e abusaram da herança maldita. Agora que a casa caiu foi FHC quem inventou? Não fosse o trabalho da imprensa em noticiar estaria tudo bem e sem ressentimentos. Haja óleo de peroba!
Izabel Avallone (professora) - Londrina

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