Sem-diploma

Fiz o curso Normal Superior de Ibiporã há mais ou menos três anos e até hoje não recebi o diploma. Entre 2006 e 2007, fiz a pós-graduação de Gestão Escolar na Unopar. E qual foi minha surpresa quando a Unopar me informou que fui reprovada no curso por falta do diploma do curso Normal Superior concluído em Ibiporã com a tutora Paula de Oliveira Ferreira Dias. Estou sendo mais uma vez prejudicada na classificação de professores PSS, por falta do diploma do curso Normal. Só tive prejuízo, pois todas as mensalidades foram pagas em dia. Agora, estou tendo gasto com advogado, pois a tutora responsável pelo curso lavou as mãos.

HELENA CRISTINA DOS REIS PRANDINI (professora) - Ibiporã

Mentira política

O governador Roberto Requião foi eleito prometendo ''ou o pedágio baixa ou acaba''. Nem um nem outro. Mentiu. Foi reeleito prometendo segurança. Até agora mentiu. Londrina se transforma numa das mais violentas cidades do Brasil - guardadas as devidas proporções - e nada. Os bandidos estão nas ruas, de carro, motocicleta e nós, presos entre cercas elétricas, cães ferozes, alarmes e mesmo assim, tremendo de medo. Isso é resultado da força da mentira política.

JOSÉ ROBERTO DIAS (bancário) - Londrina



Requião x conflitos 1
Com relação à matéria ''Requião coleciona conflitos'' (pág. 9, 27/01), gostando ou não temos que admitir que o Requião é um exímio lutador. Continuo torcendo para que ele consiga vencer o valor do pedágio pois faz tempo que ele canta de galo, mas até agora quem manda no terreiro são os detentores do famigerado pedágio. Vamos nessa governador, não jogue a toalha não, estamos torcendo para o senhor.

MIGUEL CARLOS TÓFANO (músico) - Londrina


Requião x confitos 2

Não concordo com a afirmação da manchete da FOLHA de ontem de que o governador Requião seja um colecionador de atritos. Acho que ele está certo em discordar das idéias do Poder Judiciário. Afinal, a ditadura ''parece'' que acabou. Temos o direito de ir e vir, de falar o que pensamos e o governo não só tem o direito de discordar do que está errado, assim como tem a obrigação de defender os direitos do povo. Afinal, foi o povo que o elegeu para decidir o que é melhor para o Estado. Só discordo do governador apenas no tocante à perseguição contra as concessionárias de rodovias. Requião, continue brigando.

MARIA INEZ LAUBER (comerciante) - Ortigueira



Tornado em Apucarana

Com relação à matéria '''Faltou pouco para que se tornasse um tornado', diz técnico'' (Especial, pág. 10, 27/01), e ainda tem gente que ignora os sinais de que estamos destruindo nosso planeta. É só olhar as manchetes da semana: famílias chorando pela morte dos seus parentes, protestos aqui e em todo mundo e agora quase um tornado em Apucarana. Isso seria o começo do fim?

RAUL MARCELO BARBOSA (motorista) - Londrina




Renúncia é pouco!

Não conheço Henrique Barros. Não fui seu eleitor, mas ele frustrou a mim e, com certeza, a uma boa parte da população. A renúncia é pouco, espero que ele faça parte da história de Londrina não somente pelas ações que o desabonaram, mas que faça como Roberto Jefferson, denuncie os vereadores que estão denegrindo a imagem da nossa cidade. Com isso, ele proporcionaria uma limpeza na Câmara que é uma das piores da história de Londrina.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina



Escândalo na Câmara
Estou indignado com essa que chamam de Casa. Se muitos vereadores forem reeleitos, será por culpa dos eleitores. Merecemos políticos profissionais sem compromisso com a cidade. Muitos ainda têm coragem de dizer que querem o bem da população, mas na verdade querem mesmo só próprio bem-estar pessoal. A Câmara de Vereadores consome muito do orçamento do Município e pouco nos retribui. Os vereadores deveriam ser punidos por nós (eleitores) não renovando mais mandatos de quem já passou por lá e não fez nada pelo povo de Londrina. Pelo amor de Deus, acordem eleitores! Vamos renovar a Câmara não reelegendo políticos envolvidos em escândalos.

JOSÉ DA CUNHA MANÇO (contabilista) - Londrina

As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]

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