Acorda Brasil!

Pesquisas mostram o crescimento do Brasil. São números de desempenho e, ao mesmo tempo, de tragédias. Será que ninguém vai enxergar que a iniciativa privada está fazendo a sua parte aumentando a produção? Só que na outra ponta está o governo, se vangloriando dos números mas esquecendo de fazer a tarefa de casa: rodovias, hospitais, presídios, escolas, aeroportos, etc. Ou o governo faz ou deixa a iniciativa privada cuidar do assunto, porque daqui a pouco não vamos mais conseguir andar de carro, avião, matricular um filho em escola pública, usar o SUS, etc. Isso já está acontecendo! E agora Lula?

LUIZ NOGUEIRA MONTEIRO NETTO (adiministrador de empresas) - Londrina

Ato anti-IOF

Recentemente a Associação Comercial de Londrina organizou um movimento fechando o comércio por algumas horas exigindo mais segurança. A manifestação trouxe um resultado positivo, considerando que em pouco tempo houve um aumento no número de policiais na cidade, fato que gerou uma diminuição no índice de criminalidade. Se todas as associações comerciais se manifestasem fechando o comércio em protesto às medidas do governo que são contra os interesses do povo e, principalmente da classe produtora, como o decreto que aumentou o IOF, talvez o governo deixasse de criar tantos impostos.

TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) - Londrina


Brasil na deriva

Parece que estamos vivendo na época dos mercadores marítimos e dos descobridores de novas terras, quando eram cercados por piratas e salteadores. Os piratas dos sete mares, agora instalados em Brasília nem caveira ou tapa-olho necessitam. Com a cara mais lavada, em plena luz do dia eles assaltam nossos parcos recursos e nossa ainda frágil esperança. A quem apelar? Não mais sabemos. A CNBB, como líder do País mais católico do mundo, se limita a observar o barco indo para a corredeira. A OAB, diante do amontoado de leis que podem tornar-se legais de uma hora para outra conforme a vontade dos salteadores, também fica fragmentada e impedida de colaborar. Outros órgãos, como o Exército e o Ministério Público, parecem que gostaram do calorzinho do balaio e procuram aquecer a medida do possível. Só enxergamos um pequeno oásis neste imenso deserto: é fazer o mudo falar. O Brasil precisa aprender a gritar seus direitos. Os caras-pintadas precisam voltar com mais força e com mais voz.

WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (aposentado) - Londrina


'Lei seca'

Em 2007, no município de Serra (ES), um projeto da Polícia Militar e da Universidade Federal, constatou que 50% dos homicídios, 30% dos delitos que envolviam tóxicos e 40% dos que envolviam conflito pessoal (rixa, ameaça, e lesão corporal) ocorriam num raio de até 50 metros de bares que vendem bebida alcoólica. Ainda que o estudo não estabeleceu uma relação causal direta entre esses acontecimentos, chama a atenção o fato de que metade dos homicídios aconteceram próximo de pontos de comércio de bebidas. O estudo auxiliou, em novembro de 2007, a sanção da ''lei seca'' para os municípios de elevado índice de criminalidade. No Estado de São Paulo os municípios comemoram a ''lei seca''. Em Barueri, os homicídios caíram 40%, e os acidentes de trânsito 70%. Em Diadema, os homicídios caíram na ordem de 55%, e em Embu 56%, sendo que os registros de agressões durante a madrugada praticamente deixaram de existir.

HILBERALDI CORREIA DE LIMA (comandante da 2 Companhia Ambiental Força Verde de Londrina)



Planos de Saúde

Os novos serviços impostos aos planos de Saúde privados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inviabilizarão o setor caso os repasses não sejam assimilados pelos associados por falta de recursos. Incapaz de reduzir despesas e de oferecer uma melhor saúde pública, o governo petista prefere transferir responsabilidades com irresponsabilidade. A falta de visão empresarial da esquerda não permite enxergar que os aumentos dos custos refletirão no equilíbrio econômico-financeiro das operadoras que, devido às fraudes, já trabalham com pequena margem de lucro. Caso a resolução normativa 167 não seja judicialmente revertida, a classe média receberá mais um petardo do Governo Lula, que a escolheu como saco de pancada.

SERGIO VILLAÇA (engenheiro civil) - Recife


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