Deputados candidatos 1
Na matéria ''Eleição para prefeito atrai mais de 20 deputados'' (Política, pág. 3, 07/08), o deputado Antonio Belinati ao justificar a prática de campanha política paralelamente ao exercício de seu mandato, mostra, sem querer, o seu descompromisso. Ao dizer que ''as sessões plenárias não atrapalham a campanha política'', toma a campanha como mais importante que sua atuação na Assembléia. Ofenderia menos se dissesse que a campanha não atrapalha as sessões. Será que certos políticos já não conseguem nem manter uma aparência (já sabemos da ausência de conteúdo) de comprometimento com suas funções? Depois de vários processos por suspeitas de corrupção, Belinati passa óleo de peroba na cara e se mete em mais uma aventura eleitoral. Cada povo tem o governate que merece!
IURI GREGORIO DE SOUZA (estudante) - Londrina
Deputados candidatos 2
Sobre a matéria ''Eleição para prefeito atrai mais de 20 deputados'', a Justiça deveria declarar vagas as cadeiras dos deputados candidatos e promover a ascensão dos seus suplentes. Assim como existe rigor na questão das mudanças de partido, deveria frear essas aventuras eleitorais. Muito cômoda a situação do deputado candidato: se ganhar dá uma banana aos que o queriam deputado. Perdendo, reassume sua função. Aos eleitores que o queriam prefeito, resta-lhes aquele narizinho vermelho.
PARREIRAS RODRIGUES (servidor público) - Curitiba
Mentirosos
O presidente Lula e seus ministros Mantega e Bernardo confirmaram mais uma vez total desconhecimento da ciência da moral. Engaram o DEM e o PSDB de que não haveria pacote econômico para compensar as perdas da CPMF, caso fosse aprovado a DRU. Após a aprovação, lançaram o aumento de impostos para cobrir suas mordomias. Mentiu o presidente ao garantir investimento na saúde. O presidente abusa de medidas provisórias (MPs) - quase todas inconstitucionais - para legislar. Se o Brasil tivesse um Congresso sério não tomaria conhecimento de tais MPs. Estamos sendo governados por um presidente ignorante e um Congresso corrupto. A nossa esperança de um Brasil melhor, justo, equitativo e feliz depende de nossa união e força pela moralização do Brasil. Chega de roubos, de incompetentes e corruptos que infestam o Congresso.
MALVER GERMANO DE PAULA (advogado) - Londrina
2008 sem poluição
Já é o tempo de a administração municipal e a ACI orientarem os comerciantes para se adequarem às normas de preservação do sossego público, em especial quanto à poluição sonora. Todo acontecimento, por banal que seja, merece ruidosos serviços de alto-falantes por todo o centro e periferia. São lojas, farmácias, livrarias, seitas religiosas que não perdoam. Basta haver um comércio para que se coloque na porta uma caixa acústica e lá dentro um locutor chamando a atenção de quem passa para a excelência das ofertas. Ora, se alguém precisa adquirir um bem, vai pesquisar os preços e compará-los. Não é porque o som seja mais alto que o negócio é melhor. Existem normas que regem o nível de som ou ruído permitido. A quantidade de decibéis permitida deve ser observada, mas em nenhum caso existe decibelímetro para essa aferição.
REINALDO MATHIAS FERREIRA (escritor e professor) - Londrina
CPMF e eleição
O governo perdeu a batalha da prorrogação da CPMF. O principal interesse era utilizar a CPMF como palanque eleitoral. O aumento do IOF, com certeza, irá afetar os menos favorecidos. Em toda e qualquer transação ou compra a prestação o trabalhador será onerado. Em período pré-eleitoral não foi uma atitude boa por parte do governo. A oposição também poderá se utilizar disso visando angariar votos. Uma coisa é indubitável, o trabalhador é quem leva a pior:a saúde está na UTI em estado terminal. E os tributos? O aumento do IOF confirma que o brasileiro paga uma das mais altas cargas tributárias do mundo e não usufrui os altos impostos que paga.
JONAS VIEIRA DA COSTA (professor de Geografia) - Londrina

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