CARTAS
Policial é vítima
Fiquei indignada ao ler a reportagem ''Suspeito tira arma de PM e dispara na cabeça do soldado''(Geral, pág. 9, 27/12) e a carta ''Tortura policial'' (Cartas, pág. 2, 02/01). No conteúdo da notícia houve uma inversão dos papéis do policial e do suspeito. Uma testemunha que não quis se identificar afirma ter visto policiais agredindo o suspeito e que, por isso, o mesmo veio a atirar em um dos policiais (Rafael Cacciolari). Esse fato é inverídico. Testemunhas que acompanharam o caso, inclusive na delegacia, relataram que não houve agressão alguma por parte dos policiais. O fato é que um policial de 24 anos, que tinha a vida pela frente, que defende a sociedade em troca de um mísero salário foi atingido mortalmente, deixando inconsolável o coração de uma mãe, uma namorada desorientada e familiares aflitos. É dever da sociedade respeitá-lo e dignificá-lo, porque ele estava defendendo o cidadão contra a violência urbana e não apontá-lo como um bandido.
TATIANA GONÇALVES ANDRÉ (advogada) - Londrina
Violência ou ignorância?
Fiquei consternado ao ler na FOLHA a opinião de dois advogados fazendo críticas ferrenhas à ação dos policiais militares, na qual infelizmente um deles foi vitimado com um disparo vindo a falecer no último dia 2. Principalmente porque os advogados se basearam apenas na declaração de uma pessoa que sequer teve coragem de se identificar, sem ter conhecimentos dos fatos que envolveram a ação policial. Assim é fácil fazer críticas sem fundamentos e até mesmo sem o mínimo respeito pela família do policial. É inacreditável, mas policial também tem família.
ALEX FERNANDO BELINELLI (3º sargento da Polícia Militar do Paraná) - Cornélio Procópio
Contas vigiadas 1
Com relação à matéria ''Banco vai informar à Receita sobre suas contas'' (Economia, pág. 8, 02/01), é mais um golpe deste governo que não faz nada para o bem da população. Quando se falou no fim da CPMF já deveríamos prever que uma bomba vinha atrás disso. Presente de ano novo para o sofrido povo brasileiro.
MARIA APARECIDA DE ANDRADE (faxineira) - Frankfurt (Alemanha)
Contas vigiadas 2
Sobre a matéria ''Banco vai informar à Receita sobre suas contas'' (Economia, pág. 8, 02/01), é um verdadeiro absurdo haja vista que o simples fato de se fazer um depósito em conta se traduza em renda. Advogados, principalmente, levantam valores, os depositam em bancos e em seguida prestam contas ao cliente, não significando que isso seja renda.
ALFREDO LEÔNCIO DIAS NETO (advogado) - Barboza Ferraz
Aprovação escolar
Quero me solidarizar com o sr. Marcelo J. G. Martins pelas críticas que fez à escola que aprovou seu filho pelo Conselho de Classe. Se cada vez um número maior de pais passar a participar da educação de seus filhos a educação no Brasil poderá mudar. A questão é também de participação nas políticas públicas, neste caso, da política pública da escola. Meus filhos sempre estudaram em escola particular. Porém, tanto nas escolas públicas como na privadas não há efetivamente uma associação de pais e mestres. Poucas escolas no Brasil educam o aluno para ter senso crítico, tornando-os robôs que não sabem solucionar conflitos. Só com maior consciência política e crítica de um povo, maior será a liberdade de cada cidadão.
GERSON MACHADO (servidor público federal) - Londrina
Prêmio José Teodoro
Sobre a carta do senhor Juarez R. Araújo, informamos: 1º - O edital do prêmio José Antônio Teodoro é fruto de decisão da 4 Conferência de Cultura, em setembro de 2007, da qual o conselheiro Araújo esteve ausente; 2º - O prazo de inscrição para o prêmio, como o mesmo deveria saber na condição de conselheiro, segue a legislação do Promic, sendo idêntico aos de muitos outros editais. Portanto, sobre essa questão, o senhor Araújo está, no mínimo, mal informado; 3º - A comissão de avaliação terá 15 dias para analisar os projetos; 4º - Convidamos o conselheiro a inscrever um projeto e disputar o prêmio José Antônio Teodoro. A Secretaria de Cultura está sempre à disposição para esclarecimentos.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA





