Aumento do IPVA
  Quem mexe com porcentagem sabe que o aumento do IPVA em 2008 pode chegar a 35%. O pior: o aumento não é para fazer obras. Vou assumir minha culpa nisso tudo: não me lembro em quem votei para deputado estadual, e não sei nem quem são os deputados de Londrina. E quando eles aprovarem esse aumento também não irei atrás para saber quem votou a favor do aumento. Talvez, participe de uma daquelas passeatas fechando ruas e terminais de ônibus, enfim lugares onde você só atrapalha a população e não encontra nenhum responsável. Sou assim, reclamo nos lugares errados. Vou esperar janeiro e pagar quietinho o IPVA e, em outubro, usar meu voto sem critério nenhum. E você? Já arrumou alguém para pôr a culpa do aumento?
MAURICIO EDENIR JORGE
(carteiro) - Londrina
Verbas federais 1
  Com relação à matéria ‘‘Londrina está entre cidades que menos receberam recursos federais’’ (Política, pág. 4, 20/11), o repasse de verba do governo federal para nossa cidade reflete o interesse que os governantes dão à ela. Que outra cidade do porte de Londrina possui representatividade política maior? Ficar atrás de municípios como Cascavel, Foz e Maringá é uma vergonha e um verdadeiro descaso não só com o município, mas com os londrinenses que acreditavam na reeleição do chefe do Executivo para se obter uma melhor harmonia com o governo federal. Queremos já que Londrina volte ao patamar de desenvolvimento da década de 80 quando seus políticos ‘‘vestiam a camisa’’ da cidade.
HENRIQUE VICENTE NETO
(piloto de aeronave) - Londrina
Verbas federais 2
  É difícil acreditar no que informou a matéria ‘‘Londrina está entre cidades que menos receberam recursos federais’’ (Política, pág. 4, 20/11), pelo fato de nossa representatividade ser muito forte em Brasília. E o que dizem agora o ministro Paulo Bernardo, o prefeito Nedson, o deputado federal André Vargas e a secretária Márcia Lopes? Será que poderiam nos dar uma explicação? Afinal, acreditamos em suas promessas e esses números refletem uma realidade muito dura.
GIL ALVES REZENDE
(gerente comercial) - Londrina
Desrespeito ao cliente
  É triste ver como as grandes supermercados desrespeitam os consumidores. Reclamamos de filas nos bancos, mas o que dizer então das filas nos caixas de um supermercado central em Londrina? Senti na pele o que foi esperar por 38 minutos para ser atendida. O estabelecimento estava cheio e havia apenas 5 caixas atendendo, sendo 1 ‘‘caixa rápido’’. Cronometrei o atendimento e a média foi de 28 minutos para cada cliente. Uma senhora grávida foi reclamar ao gerente que disse que nada podia fazer. Ela e outros clientes deixaram as mercadorias nos carrinhos e foram embora. Só não tive a mesma iniciativa porque já perdera mais de 30 minutos. Precisamos fazer valer nossos direitos!
MARIA APARECIDA BERTOLINO (advogada) - Londrina
Petrobras
  Mutíssimo oportuna a abordagem do economista Almir Rockembach sobre a Petrobras (‘‘A Petrobras é mesmo nossa’’, Opinião, pág. 3, 21/11). Primeiramente, tem que ser dito com toda a clareza que a Petrobras é sim uma fonte de recursos para o governo. Em seguida, ela serve a seus funcionários, que se locupletam com salários, vantagens, aposentadorias, etc., realmente nababescas. Vejam o rombo causado nos lucros deste ano pelo aporte (sic) de recursos que a empresa teve que fazer em favor do Petros, o fundo de pensão dos funcionários. Isto sem falar do cabide de empregos para infindáveis ‘‘compañeros’’, candidatos derrotados, etc. Na seqüência vêm os acionistas que colhem seus frutos nas bolsas de valores. E para os basileiros comuns o que resta? Bem, pagamos esta conta toda via preço de combustíveis.
RUY PIGATTO
(engenheiro agrônomo) - Curitiba
UTIs
  Quero parabenizar a repórter Mariana Guerin e editores do caderno Folha Cidades pela excelente reportagem ‘‘Lavar as mãos para salvar uma vida’’ (22/11, pág. 1), a respeito da higienização das mãos nas UTIs. Esclarecedora, numa linguagem acessível a toda população, sobre a mais importante medida de prevenção das infecções hospitalares: a correta e completa lavagem das mãos! Ato tão simples e nem sempre compreendido por todos, inclusive por profissionais da saúde. Que a atitude dos visitantes conscientes sirva de exemplo a todos.
CLÁUDIA MARIA DANTAS
DE MAIO CARRILHO
(médica coordenadora das
Comissões de Controle
de Infecção Hospitalar
do HU e da Santa Casa)
- Londrina

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