Leitura obrigatória
Cumprimentos pelo 59º aniversário da FOLHA DE LONDRINA, órgão de referência para todos nós paranaenses. Defensora intransigente de boas causas desde os tempos gloriosos do café e sua liderança, a FOLHA é leitura obrigatória.
AYRTON BAPTISTA (jornalista) - Curitiba
Folhódromo
Os leitores do Folhódromo de Ribeirão do Pinhal parabenizam a FOLHA DE LONDRINA pelo seu aniversário de fundação de 59 anos com sucesso e sempre trazendo a notícia com clareza e objetividade..
DODANIM CALIXTO (taxista) - Ribeirão do Pinhal
FOLHA 59 anos
Nosso espírito enleva-se ao lermos, logo cedo, este delicioso jornal. Ele é gostoso porque é feito por gente nossa, que cruzamos quase que diariamente, como ''seu'' João Milanez na barbearia do Carlinhos, o Militão no cafezinho ao lado do prédio central, o Walmor Macarini em sua coluna semanal, a dona Ruth, e tantos outros que abrilhantam este diário, como o especialíssimo Marco Jacobsen que nos manda diariamente, de Curitiba, suas charges geniais. Faz-se mister que reverenciemos a memória do amigo Mineiro que emprestou sua capacidade a este jornal por décadas.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (aposentado) - Londrina
Homenagem a Hosken
Oportuna a homenagem deflagrada pelo deputado federal Alex Canziani em torno do ex-prefeito de Londrina e ex-governador José Hosken de Novaes (Informe Folha, pág. 3, 14/11). Advogado de primeira linha e um profissional honrado, o doutor Hosken foi (e ainda é) referência para qualquer cidadão que quer trilhar pelo caminho da dignidade, ainda mais num mundo tão perdido como o nosso. A Universidade Tecnológica de Londrina tem muito do que se orgulhar do nome do ex-prefeito.
FÁBIO HENRIQUE PAULO DA SILVA (bacharel em Direito) - Londrina
Não ao 3º mandato
A defesa que o presidente Lula fez de Hugo Chávez no entrevero que o ditador venezuelano teve com o rei da Espanha é a senha para se lançar na aventura do 3º mandato. Lula disse, sem se ruborizar, que a Venezuela vive em plena democracia, talvez já pretendendo pavimentar o caminho para alterar nossa Constituição visando a sua permanência no poder. O PT já falou em plebiscito para aprovar essa mudança; tudo igual à repugnante ditadura do país vizinho. Isso é muito preocupante, principalmente porque a qualidade do voto da grande maioria do eleitorado brasileiro é muito ruim. Temos que reagir. Todas as instituições sérias e as pessoas que amam a liberdade têm que combater essa idéia repulsiva. Manter a alternância constitucional do poder é preservar e fortalecer a nossa democracia, ainda tão frágil após a ditadura militar. Só assim ganharemos o respeito e admiração das grandes nações democráticas.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina
Reforma é inevitável?
Gostaria de parabenizar o jornalista Brian Nicholson (''Previdência Social - Reforma é inevitável?'', Opinião, pág. 3, 15/11) pelo excelente posicionamento em relação a mais um saco de privilégios criados por nossos governantes (sic) que, através dos anos, nada mais fizeram que engordar suas aposentadorias com mil artimanhas de decretos, normas, decisões, etc, que logo se transformaram em ''direitos adquiridos'' e aí ninguém mais segura a sangria. Já o setor privado... bem, este continua a pagar a conta candidamente.
RUY PIGATTO (engenheiro agrônomo) - Curitiba
Consciência política
Fantástica a matéria ''Consciência política, com a palavra, as crianças'' (Folha Cidadania, págs. 4 e 5, 13/11). Fiquei até meio incrédulo ao ler as opiniões de crianças com essa consciência de gente grande. Se Deus quiser um dia vamos ter eleitores conscientes como estes estudantes. Só então vamos ser um país de primeiro mundo. Tudo se transforma e muda através do voto consciente.
TAKETOSHI SAKURADA (funcionário público) - Tuneiras do Oeste
Ecologia e consumismo
Interessante observamos como nós, cidadãos e consumidores, somos direcionados por propagandas que, embora não pareçam, divulgam idéias contrárias. De um lado, o ''Preserve a natureza'' nos convoca a levar uma vida correta dentro das diretrizes que não agridam a natureza. De outro, o ''Compre para ser feliz'' nos impulsiona a consumir cada vez mais produtos que exigem exploração dos recursos naturais para serem produzidos, e também nos faz esquecer todos aqueles ''bons sentimentos'' transmitidos pela outra propaganda. Até quando seremos manipulados? Até quando seremos ''massa'' ao invés de sermos ''povo''?
GONÇALO FAIÇAL VALIM (estudante de Ciências Biológicas) - Primeiro de Maio

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