Amiga diária
A FOLHA DE LONDRINA tranforma-se numa amiga do dia a dia. Tanto é a intimidade a ela dedicada, que a chamamos de FOLHA. E todos sabem a qual jornal nos referimos. A essa companheira de todos os dias os parabéns pelo seu aniversário e um abraço a todos que nela trabalham.
SUAMÍ DE SOUSA (professora) - Arapongas
PR não seria o mesmo
Com certeza, o Paraná e Londrina não seriam os mesmos sem a contribuição da crítica da FOLHA DE LONDRINA.
LUIZ EDUARDO CHEIDA (deputado estadual PMDB) - Londrina
Fonte de leitura
Espero que a FOLHA continue sendo fonte de leitura e esclarecimentos.
DIRCEU GALLÉAS (presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná) - Curitiba
Muito trabalho
Para um jornal ter o peso da FOLHA é fruto de trabalho obstinado e sério, com compromisso com a verdade e a ética. A FOLHA DE LONDRINA é assim.
HUGO CINI INDÚSTRIA DE BEBIDAS E CONEXOS - Curitiba
Com 'F' maiúsculo
É bom ter um jornal que fala a verdade. Isso não é fácil no Brasil de hoje. Mas a FOLHA fala. Então repitam comigo: A FOLHA, fala a fala da gente e não falha no fato. Fica ''fula'' quando falham com a cidade.
MARIA AMÉLIA P. DA COSTA (estudante) - Londrina
N.R.: A direção e funcionários da FOLHA DE LONDRINA agradecem as manifestações de carinho e amizade encaminhadas por e-mail, fax, cartas e telefone.
Ótimo exemplo
Gostaria de parabenizar a psicóloga Julieta Arsênio pelo ótimo exemplo que deu em seu artigo ''Revelar-se Politicamente'' (Espaço Aberto, 14/11). As palavras de Martin Luther King são essenciais para entendermos o motivo de tanta corrupção e desonestidade na política brasileira: ''A indiferença dos bons''. É por isso que os políticos vão encontrando meios para agir inescrupulosamente. Como não há quem reclame, seguem sem se sentir culpados. Quando votamos em alguém estamos dando plenos poderes para essa pessoa governar, não obstante temos que ser conscientes e reivindicar nossos direitos para que esse governo seja em prol da sociedade. Portanto, a única forma de mudar essa triste realidade política é nos posicionarmos criticamente e lutar contra toda essa impunidade, construindo assim de fato, uma verdadeira cidadania.
YARA TALITA BRAGA (estudante) - Londrina
CPMF
O governo tenta seduzir a oposição com propostas paliativas visando reduzir o impacto tributário da CPMF no bolso do cidadão. Até agora não logrou êxito. O governo precisa desesperadamente da arrecadação que a contribuição proporciona. Tal como um viciado, o governo é dependente dela e não consegue viver sem utilizá-la. Seria muito fácil para o governo dispensar a contribuição. Bastaria apenas reduzir suas despesas, começando por desinchar o mastodôntico ministério que montou para agradar partidos e empregar amigos. Deveria também cortar na carne as mordomias pagas a deputados e senadores, além de refrear gastos com cartões de crédito corporativos, praga que se alastra em todos os níveis de poder. A saúde, que deveria receber a parte da CPMF, nada vê. O que se vê são pessoas que pagam CPMF morrendo nas portas dos hospitais, esperando horas ou dias em filas para atendimento e desesperançadas quanto ao futuro.
HÉLIO AZEVEDO DE CASTRO (economiário aposentado) - Curitiba
Extraterrestres
Para caminhar nas imediações da confluência das avenidas Henrique Mansano com Winston Churchill é preciso ter poderes especiais: adivinhar se a faixa remanescente do sistema anterior é para ser usada ou apenas esqueceram de apagá-la. Para atravessar a Henrique Mansano, os idealizadores da obra colocaram uma faixa de pedestres onde só enxergamos o carro e ''este'' nos enxerga quando já pode ser tarde demais. Os motoristas que ainda não trafegaram por ali desconhecem que existe faixa de pedestres imediatamente após virar à direita na Henrique Mansano. Atravessar a Winston Churchill com segurança também se tornou algo muito difícil. Provavelmente, algumas revisões nas sinalizações poderão prover mais segurança para nós (pedestres).
OSEAS PEÇANHA DO NASCIMENTO (músico) - Londrina
Fiscalização
É incrível, e inaceitável, o que fizeram com a calçada da Rua João Cândido, esquina da Benjamin Constant, na loja que estão reformando, defronte o Terminal Urbano. Encheram de ondulações, o que dificulta sobremaneira andar nela. A fiscalização da Prefeitura deve ordenar que o piso antigo, no nível do meio-fio, seja refeito. Ou dão mais valor à facilidade de entrada no estabelecimento?
MÁRIO MENEZES (técnico operacional) - Londrina

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