CARTAS
Revistas da PM
No última semana, o 5º Batalhão da Polícia Militar recebeu através do disque denúncia (181) várias ligações alertando que em uma festa rave aconteceriam crimes. Esta festa aconteceu em uma propriedade rural no Distrito de São Luiz. Diante desta informação, não poderíamos nos omitir em garantir às pessoas que participariam da festa o direito de ir, vir e permanecer com segurança no local, garantindo que não fossem vitimadas por criminosos. Na operação foram apreendidos 36 veículos com irregularidades, várias pessoas foram presas por porte de entorpecentes e um traficante foi preso com significativa quantidade de cocaína e maconha que seria revendida no interior da rave. No mesmo dia da festa em Londrina, uma rave em Itaboraí (RJ) que tinha a mesma previsão de duração de 20 horas ininterruptas custou a vida de um jovem de 17 anos e outros 45 foram hospitalizados por excesso de consumo de produtos entorpecentes. Devido a nossa ação - que não foi arbitrária -, na rave em Londrina não aconteceram fatos desta gravidade. Quero solicitar ao cidadão que continue a não se constranger com nossas abordagens, pois elas são necessárias e garantem a segurança das pessoas de bem.
RICARDO FARDIM EGUEDIS (primeiro-tenente do 5º Batalhão de Polícia Militar) - Londrina
Será só o leite?
Em qualquer país do mundo a segurança alimentar é prioridade absoluta. No Brasil, estamos vislumbrando o espanto do problema do leite e seus derivados. Até que ponto o ganho monetário fácil leva o ser humano a tal atitude? Somente a pena da prisão não resolve. É necessário uma mudança radical. Pesquisas sobre o comportamento humano mostram que são necessárias gerações para que a mudança e conscientização aconteçam. Faz-se necessário uma fiscalização metódica e rígida quando relacionada com alimentos a serem consumidos. Outro recado já foi dito neste Jornal: a água vendida em galões, dita mineral, não está sendo fiscalizada. É outro iceberg.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá
Servidor esquecido
Há muitos anos que o funcionário público municipal não via a data comemorativa do seu dia - 28 de outubro - passar em branco. Nenhuma festinha, nenhuma mensagem, nenhum agradecimento por parte do dirigente municipal foi manifestada em nome da classe de funcionários públicos, da ativa ou aposentados. Quanta saudade das administrações anteriores quando até mesmo na gestão de Wilson Moreira, tido como pão duro, nunca deixou de prestigiar os seus comandados. Hoje, há um descontentamento generalizado entre os funcionários, onde alguns receberam 100% de gratificação, enquanto a maioria, há mais de 6 anos não consegue nem mesmo a reposição salarial. Isso é justo?
ANTONIO ESTEVES DA SILVA (servidor público aposentado) - Londrina
Belo exemplo
Sempre achei que a mídia e o próprio governo se achavam tão dependentes das verbas de publicidade e dos impostos que as bebidas alcoólicas (droga travestida de boazinha) geram que jamais alguém influente diria qualquer coisa contra. Por isso, foi uma grata surpresa ouvir o apresentador Fausto Silva, o Faustão, declarar em alto e bom som que não bebia nada (citando cerveja, vinho, etc.) e que jamais o fez por estar convicto dos seus malefícios. É isso que deveria ser feito: gente influente tomando a frente para acabar com essa falácia que se prega pela propaganda de que se deve beber só moderadamente.
EDGAR BAER (advogado) - Londrina
Absurdo
Simplesmente aterradora a matéria ''Governo quer mudar lei para arrecadar mais'' (Folha Economia, pág. 2, 27/10) sobre a Ação Declaratória de Constitucionalidade (Adecon nº 18) onde o governo federal faz tudo para convencer o STF a declarar constitucional uma bitributação (embutimento do ICMS na base de cálculo da COFINS/PIS/PASEP) que lhe vem rendendo a astronômica receita anual de R$ 12 bilhões, sob a indiferença e complacência do Congresso Nacional. Quem paga a conta? O consumidor. Para bancar a vaidade política e corrupção.
WALTER DE OLIVEIRA (serventuário da Justiça aposentado) - Bandeirantes
Grito pela paz
Tamarana deu um lindo exemplo de consciência com o ''O grito pela paz'' e o Fórum de Segurança que reuniu autoridades, crianças, jovens e idosos, todos com o escopo de pedir a paz e a segurança ao município e ao Brasil. Só o fato de saber que ali se encontravam jovens, que são o futuro de nosso país e do nosso município, já é motivo de sobra para parabenizarmos os organizadores do encontro. Tomara que este gesto sirva de exemplo para muitos municípios para que juntos possamos combater a violência e estabelecer a segurança e a paz.
MARCIO ANTONIO SOTTA SANTANA (servidor público) - Tamarana





