Copa 2014
Ter a Copa 2014 no Brasil é legal, mas somente isto. Ou alguém acredita que isto trará algum benefício ao povo? Infelizmente este evento é o tipo de coisa que nossos políticos mais adoram: verbas serão desviadas, leis polêmicas como do aborto e as que favorecem a eles mesmos serão aprovadas no apagar das luzes, superfaturamento de obras, CPIs que não condenam ninguém e assim por diante. Como fica o povo? O povo fica feliz pois somos penta, temos os melhores jogadores e agora a Copa do Mundo, ou seja, não falta mais nada.
CLAUDIONOR ANDRÉ PIZI (conferente de logística) - Cambé
Copa no Brasil
Fantástico, vamos sediar a Copa 2014. Será uma oportunidade para a melhoria do nosso futebol e da infra-estrutura dos nossos estádios. Também ajudará na divulgação do nosso país, investimentos, turismo, além da criação de milhares de empregos e oportunidades de negócios para os brasileiros, que ainda estarão assistindo ao vivo aos jogos da nossa seleção. Entretanto, não podemos deixar de criticar o ''trem-da-alegria'' promovido pelo presidente Lula e mais 120 pessoas que estiverem em Zurique, dentre elas, deputados, senadores, governadores, ministros, etc. Por não termos tido nenhum concorrente, nada disso era necessário.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Leite suspeitoÉ de difícil compreensão essa insistência do ministro da Agricultura em garantir que o leite longa vida produzido no Brasil é próprio para consumo. Já foram encontradas soda cáustica, água oxigenada, urina de vaca, coliformes fecais e outras presenças imundas na composição do produto. Como pode então esse leite ser apropriado para consumo? Vamos usar o bom senso e ter pelo menos a coragem de assumir a falta de fiscalização e informar que o produto encontra-se, no mínimo, sob suspeita, com as devidas exceções aos fabricantes decentes.
HABIB SAGUIAH NETO (professor) - Marataízes (ES)
Respeito à natureza
Pegando uma carona sobre a carta do estudante Jacques Haruo Fukushigue Chiba (''Porco à vista'', 31/10), observo o desrespeito que muitos motoristas e caronas têm ao jogar latas, garrafas e papéis pela janela do carro pelas ruas de Londrina sem se preocupar com a natureza e com um cidadão que pode estar próximo. Todas as classes sociais cometem esta imprudência. Qualquer posto de combustível tem aquelas lixeiras que se podem colocar próximo ao câmbio. Na verdade, está faltando educação para alguns motoristas londrinenses.
ADEMIR DE OLIVEIRA (servidor público) - Londrina
Blitz da PM
Acho que não procede a reclamação do leitor Paulo Maurício Acqualore (''Revista da PM'', 30/10). Devem haver revistas policiais sim. Pois é um modo preventivo para apreender armas e drogas. Todos sabem como são e o que acontece nas raves. O acontecimento recente numa destas festas no Rio de Janeiro, endossa minha opinião. Se tivesse havido uma blitz desse naipe lá no Rio, talvez aquele rapaz não tivesse morto. Ou numa conjectura mais pessimista: alguém poderia ter morrido aqui em Londrina se não houvesse tal operação da polícia. Não acho constrangedor passar por uma revista policial. Já passei por algumas e, a meu ver, nada mais que o normal. Apenas prova que estes funcionários públicos estão trabalhando e preocupados com o bem-estar da comunidade. Constrangedor é ser assaltado com uma arma apontada em nossa cabeça. Apenas concordo que a blitz poderia ter ocorrido antes do Centro de Eventos e não depois. Esse tipo de operação deveria ocorrer em todos os eventos desse porte.
EDUARDO AGUIAR ISLA (representante comercial) - Londrina
Listas telefônicas
As empresas que elaboram as listas telefônicas esquecem dos idosos que enchergam menos, ouvem menos e estão com reflexos mais lentos. Esta é uma situação que atinge a maioria dos que se enquadram na terceira idade. Por que então, não ajustam a elaboração das listas com letras e números maiores para auxiliar a leitura daqueles estão com esta deficiência visual a partir dos 50 anos? Fica aí a sugestão à Sercomtel e outras empresas de telefonia. Será uma ajuda de grande valia para os idosos que se mantêm em atividade.
JOÃO DIAS AYRES (médico aposentado) - Londrina
Interior sem prestígio
Há bem pouco tempo para documentar um automóvel no Paraná eram gastos no máximo dois dias. Agora, sem explicação plausível, ampliaram para aproximadamente nove dias este prazo pelo fato dos documentos serem emitidos somente na capital. É o interior do Paraná crescendo igual rabo de cavalo.
ROBERTO ANTONIO DE CARVALHO (microempresário) - Londrina

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