Venda da Sercomtel
Entra ano e sai ano, mas o assunto em pauta dos nossos governantes não se altera: querem vender a qualquer preço a companhia telefônica da cidade. Cobram da população e colocam a culpa naqueles que querem um preço mais justo. Ao invés de excluírem-se da responsabilidade, deveriam mudar a política da empresa, fazendo uma administração correta, sem o intuito de depredá-la e dar motivos para a venda da melhor telefônica e única do povo no País.
HENRIQUE VICENTE NETO (piloto de aeronave) - Londrina
'Confronto extemporâneo'
É surpreendentemente positivo observar o posicionamento do presidente da Sociedade Rural do Paraná , Alexandre Kireeff, quanto ao episódio ocorrido no Oeste do Paraná resultando na morte de duas pessoas. O artigo ''Confronto extemporâneo'' (Espaço Aberto, pág. 2, 24/10) nos chama para reflexão sobre a necessidade cada vez mais presente de utilizarmos ações democráticas e legais no encaminhamento de soluções para problemas que envolvam tensão social. A despeito da prática condenável e cada vez mais repudiada das invasões de propriedades produtivas/pesquisas científicas (o que foi o caso), há de se registrar que a sociedade não aprova a violência como solução do conflito de diferentes pensamentos e posturas sociais. A solução moderna é a lei!
ROBERTO RIBEIRO ROCHA (engenheiro agrônomo) - Londrina
Lago Cabrinha
Adotar soluções paliativas como as citadas pelo secretário de Obras de Londrina, Aloysio de Freitas, na matéria ''Moradores da Zona Norte reclamam do Cabrinha'' (Paraná/Geral, pág. 6, 22/10) podem resolver o problema de imediato, porém não serão uma solução duradoura. Como todos sabemos, o meliante brasileiro tem uma capacidade incrível de criar soluções para conseguir finalizar seus propósitos. Infelizmente, vandalismo e outras atividades afins existem no mundo inteiro e não poderiam deixar de acontecer aqui também. Talvez, a solução seria a instalação de um módulo policial com pleno funcionamento, prestando atendimento no local e às áreas ao redor, 24 horas por dia, o que afastaria todo tipo de meliante.
FRANCISCO CARLOS DA CUNHA (engenheiro eletricista) - Londrina
'Lei seca' 1
Sobre a matéria ''Donos de bares contestam eficácia da lei seca'' (Folha Cidades, pág. 1, 23/10), penso que essa ''desculpa'' de fechar estabelecimentos comerciais por causa da bebida é descabida. Quem tem a intenção de cometer qualquer crime o fará independente da bebida. E se tem intenção vai beber em casa. Devem existir tantos outros projetos de lei mais importantes para serem votados na Câmara. Concordo com o sr. Claudson Kenji Miura quando ele diz que ''...a medida pode ter algum impacto positivo somente nas regiões em que a violência já é muito grande''. Quanto aos argumentos do anônimo citado na matéria que afirma que o fechamento dos bares às 23h vai a diminuir os crimes, acredito que não seja uma questão de mudança de hábito, mas de mudanças severas quanto à impunidade que impera em todo país.
ROSELY BASTOS (servidora pública) - Londrina
'Lei seca' 2
É cômodo para nossos governantes transferir a responsabilidade da criminalidade, fabricando leis que irão gerar desemprego para trabalhadores e também comerciantes. A impressão que tenho é que os bares são culpados pela violência da cidade, quando na verdade nossos governantes estão arrumando desculpas para se redimirem da responsabilidade que lhes cabe: cobrança efetiva dos governos estadual e federal para cumprirem o papel que lhes é devido pela Constituição. Eles devem tornar as cidades mais seguras para a população e não retroceder fechando comércio e promovendo desemprego. Se é o município quem regula os alvarás dos estabelecimentos comerciais, que faça as vistorias necessárias para que não abram estabelecimentos (bares) em áreas exclusivamente residenciais. Muitos que apoiam a lei em discussão só o fazem para ter mais sossego.
EDMUNDO BRENER WEISS NETO (bacharel em Direito) - Londrina
'Lei seca' 3
Será de extrema necessidade o fechamento de bares às 23 horas. O mais importante é que o número de acidentes de trânsito irá diminuir consideravelmente. Fico estarrecido ao assitir aos noticiários e ao ler jornais que mais acidentes vêm ocorrendo no dia-a-dia. Acidentes que poderiam ser evitados, mortos e feridos poupados porque não respeitamos as leis. Somos omissos. A medida vem em boa hora. Pelo menos vamos ter um pouco de sossego nas madrugadas, poupando nossos ouvidos do som que vem desses bares que só vem agravar o número de alcoólatras que cresce a cada dia. Isso sem falar nas ocorrências danosas de bêbados irresponsáveis e até mesmo na diminuição do número de assassinatos.
PAULO NATSUO TSUKAMATO (autônomo) - Londrina

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