CARTAS
Fortaleza x Porto Alegre
Mais um grave acidente ocorreu, na última terça-feira, na esquina das ruas Fortaleza e Porto Alegre, no centro da cidade. Felizmente, não houve vítimas, mas com perda total dos veículos envolvidos. No referido cruzamento tem ocorrido inúmeros acidentes ultimamente, inclusive com vítima fatal. O local é muito utilizado pelos alunos do Colégio Nobel e pessoas que usam a Rua Fortaleza para ter acesso ao hipermecado na Rua Quintino Bocaiúva. A Prefeitura deve urgentemente fazer a sinalização horizontal do local e das ruas mencionadas para evitar que outros acidentes ocorram e que pessoas sejam feridas ou mortas no local.
RUBENS FERREIRA DIAS JUNIOR (médico veterinário) - Londrina
Impunidade no trânsito
No Brasil, muitas pessoas morrem em acidentes de trânsito. Os motoristas não respeitam o limite de velocidade e a sinalização. A maioria dos acidentes envolvem jovens, principalmente, com motos. Muitos nem sabem dirigir, ultrapassam pela direita, pelo acostamento, etc. Está na hora de criar uma lei mais rigorosa para punir os motoristas que forem flagrados dirigindo alcoolizados ou que causarem acidentes sem prestar socorro às vítimas. A punição também poderia se estender para estabelecimentos que venderem a bebida alcoólica. Dirigir embriagado deveria ser punido com cinco anos de prisão e uma multa bem alta.
CARLOS MASSAO TOMITA (técnico em informática) - Londrina
Mundo à parte
Em que mundo vivemos? Infelizmente, no Brasil existem dois mundos: um de cidadãos comuns; e outro chamado de ''politicolândia''. No primeiro mundo, o cidadão tem que seguir a lei à risca, pagar seus impostos e mostrar para onde foi o dinheiro com o risco de ser preso se falar alguma coisa errada. No segundo mundo, tem jeito para tudo e sempre se arranjam notas frias para justificar bens, etc. Que exemplo dar para a nossos filhos? Ser honesto, gastar o que não tem para dar uma educação adequada ou fazer amizades em círculos duvidosos para ser um político, sem a necessidade de ter um segundo grau ou uma faculdade? O exemplo está até no próprio presidente Lula. Tem que ser um animador, saber contar histórias, falar piadas de futebol e de pessoas que não têm dentes e assim vai. Quem sabe um dia nossa legislação vai exigir alugum pré-requisito para se candidatar, como é para todos cargos públicos. Além é claro de não ter nenhum processo nas costas.
ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) - Londrina
Cadê a reação?
Toda ação gera uma reação, é o caminho normal da lei física. Mas aqui no Brasil este princípio é falho, pois o que estamos presenciando no caso Renan transparece que a sociedade aceita de bom grado os fatos. Talvez, esquecemos que os senadores que estão em Brasília foram eleitos pelo voto do povo. Esses políticos consideram que estão acima do julgo de quem quer que seja, que não precisam prestar contas a ninguém, mas enganam-se. Com certeza, as entidades organizadas deste país levantarão a bandeira da ética, do resgate da cidadania, refazendo com isso o orgulho de ser brasileiro. E não foi isso que demonstrou a classe política ao livrar Renan da cassação.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá
Caso Cacciola
Graças a um Judiciário fraco e omisso, Ronald Biggs, o maior ladrão de trens pagadores da história da Inglaterra, passou décadas desfrutando do doce sol brasileiro. Tal Justiça agora clama ao Principado de Mônaco a imediata extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola. Com certeza, nossas autoridades judiciais querem proporcionar a Cacciola o mesmo tratamento dispensado a Ronald Biggs, ou seja, uma justiça morosa, corrupta, com infinitas brechas para que o ex-banqueiro possa desfrutar da ineficiência da combalida justiça brasileira. Nossas autoridades prestariam um grande serviço à nação deixando a justiça monegasca trabalhar.
FERNANDO GUIMARÃES TEIXEIRA (estudante de Direito) - Londrina
Circo do Calçadão
Entendo que o desemprego em Londrina e no Brasil está cada vez pior, por isso tantos vendedores tentam abordar os transeuntes do Calçadão oferecendo seus cartões de crédito, empréstimos, folhetos, cupons de mega-sena, etc. Mas, eu e quase todos que andam por lá rogamos: por favor, peguem mais leve, pessoal. E este pedido vai também e, talvez, sobretudo, a quem os contrata. Quando somos obrigados a transitar pelo Calçadão, e não temos a menor intenção de comprar os seus serviços, temos que ficar andando em ziguezague para tentar escapar de vocês, honrados e honestos trabalhadores, mas que, às vezes, são persistentes demais.
JOÃO BATISTA DOS SANTOS (escriturário) - Londrina





