Cassação de Renan 1
Conclamo a todos os brasileiros que, no exercício de sua cidadania, cobrem os senadores na votação de hoje pela cassação do presidente do Senado, Renan Calheiros. Basta acessar a página www.senado.gov.br e mandar mensagens para todos os senadores. Se cada vez mais brasileiros fizerem isto, poderemos influenciar na decisão de voto dos senadores dando-lhe a devida legitimidade.
GERSON MACHADO (servidor público federal) - Londrina
Cassação de Renan 2
Se a votação de hoje pela cassação do presidente do Senado, Renan Calheiros, não for aberta lançarei uma campanha pelo voto nulo para as próximas eleições. E se não houver a cassação de Renan, a campanha será contra a existência do Senado.
SEVERO CANZIANI (empresário) - Londrina
'Plebicito'
Nada contra o movimento que visa angariar assinaturas para tentar reverter a privatização da Companhia Vale do Rio Doce. Afinal, vivemos num regime democrático. Mas, ao tempo em que alerto seus idealizadores sobre as implicações jurídicas do fato consumado, acho que seria de bom alvitre o cuidado no uso da língua pátria: plebiscito contém um ''s'', ao contrário do que se encontra escrito na faixa colocada defronte a sede do Banco do Brasil. Todavia, não os censuro, porquanto falar e escrever corretamente são vícios da elite que, na visão de nosso dirigente-mor, age contra a política socioeconômica paternalista e a indigência cultural por ele implantada.
MARINÓSIO ALVES FRANCO (professor de Inglês) - Londrina
Ricos e pobres
Como escreveu meu colega, professor Carlos Airton Jardim Nocchi (Cartas, 10/09), realmente ''é uma vergonha a disparidade de renda neste país''. No entanto, mais vergonhoso é um governo que alimenta com dinheiro do trabalhador milhões de desocupados para fortalecer sua base eleitoreira e politiqueira. Sem contar que sempre identificou-se como socialista e hoje é um neoliberal para aproveitar do planejamento e do progresso implantado pelo governo anterior.
ANTONIO NOTÁRIO TETÉ (professor de Filosofia) - Rolândia
Londrina Matsuri
Sou frequentador assíduo da Praça Nishinomiya, onde há muitos anos faço caminhadas matinais. Com a realização do Londrina Matsuri, a praça ficou em estado deplorável, cheia de lixo, mau cheiro, gramado destruído e lixo descendo bueiro abaixo. Situação que vai na contramão da consciência ecológica que tanto se apregoa hoje e que é fundamental darmos exemplos práticos para a educação das crianças. Temos em Londrina vários outros locais apropriados para esse evento. Estive na festa e não entendi se o objetivo é cultural ou simplesmente caça-níquel? Espero que para o próximo ano seja escolhido um local mais apropriado para que a praça seja preservada.
ALCIDES DONIZETTI DE LIMA TERCI (gerente de tráfego) - Londrina
Pedágio inevitável?
Com relação à entrevista do Phd em Transporte Luiz Senna (Opinião, pag. 3, 06/09) posso até concordar com sua afirmativa que ''quem usa estrada deve pagar'', desde que: não incidam impostos sobre os veículos que caracterizem bitributação; que os contratos sejam transparentes; que as tarifas não sejam abusivas e que os reajustes anuais não sejam com índices acima da inflação oficial; que cobrança ocorra somente em trechos onde a pista é duplicada; que a cobrança seja feita por quilômetro; e que existam agências reguladoras para fiscalizar as concessionárias. Quando se trata de pedágio é comum citar os sistemas implantados na Europa e Estados Unidos. É uma grande distorção essa comparação. O que foi feito aqui pelo ex-governador Lerner não existe em nenhum lugar do mundo, tanto pela falta de debate com a população que hoje paga a fatura quanto pela forma que o nosso patrimônio foi entregue às concessionárias.
LUDINEI PICELLI (administrador de Empresas) - Londrina
Caixa esclarece
Com referência a nota ''Caixa: presidente ameaçada'' (Cláudio Humberto, 08/09), a Caixa Econômica Federal informa que não houve descumprimento de decisão judicial, passível de ensejar qualquer aplicação de penalidade a dirigentes desta empresa pública, já que cumpriu a decisão judicial que mandou reintegrar o empregado José Aécio Almeida Gonçalves. Quanto aos valores apresentados, pelo sr. José Aécio, como devidos, incluindo a parte relativa à previdência complementar, a Caixa apresentou a devida impugnação em juízo, aguardando assim a decisão judicial. Da mesma forma, em relação ao protesto de dívida indevidamente feito pelo sr. José Aécio, a Caixa obteve decisão judicial que determinou o cancelamento do referido protesto, não havendo que se falar, portanto, em inserção da Caixa no cadastro de inadimplentes.
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - Brasília

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