Iluminação pública
Pagamos uma taxa de iluminação pública em nossas faturas de energia elétrica. O recurso arrecadado é remetido à Prefeitura que, por sua vez, repassa à Copel como pagamento da iluminação e sua manutenção. A Copel é responsável pela manutenção da iluminação das vias públicas. Quando um poste não acende, a entidade responsável pelo conserto é a Copel, que deveria fazer isso sem a notificação do cidadão. Entretanto, isso não acontece. Segundo informação do 0800 da companhia, para cada poste com defeito deve ser feito um chamado. Na Avenida JK, entre a Rua Piauí a Av. Higienópolis, são quatro postes sem luz. Eu teria que fazer quatro chamadas específicas com o endereço correto de cada poste! E para as ruas próximas do Terminal Rodoviário, que está um breu, quem vai fazer o chamado?
HUGO SANCHES RIBEIRINHO (servidor público) - Londrina


Sonho em Bela Vista
Alguns sonham em ter um carro, outros a casa própria, em se casar, ter filhos.... Meu sonho é o mesmo de pelo menos 20 famílias do bairro onde moro, o Jardim Tupi, em Bela Vista do Paraíso: ter asfalto na rua em que moramos. Ficar livre da lama nos dias de chuva e da poeira que cobre a mobília e a roupa lavada pendurada no varal em tempos de seca. Sonho também que o nosso prefeito irá ler esta coluna e, quem sabe, conscientizar-se deste pesadelo que enfrentamos há mais de quatro anos. O sonho só acaba quando é realizado.
EDIR SOARES VITERBO (motorista) - Bela Vista do Paraíso


Parapan
Ser diferente é normal. Devemos respeitar e não discriminar o próximo apenas pelos seus defeitos físicos, mas sim o respeitarmos. A mídia tenta dizer a todos os cantos que não discrimina ninguém, mas quantos jogos ao vivo tivemos condições de assistir no Parapan? Hipocrisia tem hora e limites. De nada adianta passar um ano inteiro com chamadas para que a população não discrimine os menos favorecidos que apresentam algum problema físico. Seria muito bonito se a mídia tivesse transmitido o Parapan como fez nos Jogos Pan-americanos. Parabéns paraatletas, vocês mostraram ao mundo que realmente são especiais.
HÉLIO APARECIDO CORDON DELIBORIO (comerciante) - Londrina


Cinema pé-vermelho
Em 2003 um pessoal me procurou na Secretaria de Cultura para ajudar a organizar uma Oscip de cinema. Capitaneados pelo jornalista e cineasta Rodrigo Grota, essa turma constituiu a Kinoarte. Produziram com apoio do Promic, o ''Londrina em Três Movimentos'' que já é um clássico da cidade, vários vídeos, oficinas de formação, a Mostra Londrina de Cinema que vai para o 10º ano como a maior do Paraná, o curta-metragem ''Maria Angélica'', do diretor Francelino França, e por fim, ''Satori Uso''. Dirigido por Rodrigo Grota e com fotografia de um gênio do cinema nacional, Carlos Ebert, o filme recebeu dois kikitos em Gramado, mais o prêmio do Canal Brasil. No forno outro clássico que retrata a vida da lenda de jazz, Booker Pittman, em sua passagem pela cidade. Agora é a hora de construirmos um processo que resulte na possibilidade da cidade ser um pólo de cinema. O que é preciso? Legislação e programas que nos qualifiquem para receber produções de outras cidades e países, o que propiciará desenvolvimento sustentável para Londrina e oportunidade aos nossos cineastas. Mas o grande desafio que está colocado é: chegou o momento de realizarmos um filme longa metragem pé-vermelho.
ANDRÉ GALVÃO DE FRANÇA (coordenador do Fórum Permanente de Cultura do Paraná) - Londrina


'Fantasmas'
Funcionário fantasma na Assembléia Legislativa, não importa de quem seja o parente, é responsabilidade de quem preside aquela Casa. Assim, como se um parente de um deputado tiver emprego fantasma na Prefeitura de Curitiba a responsabilidade é do Beto Richa. Será que só a sogra do ex-assessor do prefeito de Curitiba é fantasma? Se o presidente da Assembléia tiver coragem, então, que publique a relação dos fantasmas.
ALFREDO LEÔNCIO DIAS NETO (advogado) - Barbosa Ferraz


Recicladores
Mais uma vez a Editoria Opinião e o repórter Fábio Cavazotti prestam um ótimo serviço à comunidade ao publicarem a entrevista sobre os recicladores (Opinião, pág. 3, 21/08). Matéria de cunho social que demonstra o descaso da Prefeitura com esta categoria invisível para a maioria dos londrinenses, mas responsável por parte da coleta de lixo de nossas casas.
DIRCEU DA SILVA AGUIAR (servidor público) - Londrina

mockup