Maioridade penal
  Gostaria de me solidarizar com o sr. Ari Friedenbach que perdeu a filha assassinada por um menor em novembro de 2003 (‘‘Pai defende responsabilização do menor’’, Geral, pág. 8, 15/08). Entendo ser pefeitamente sensato e factível o ponto de vista dele em relação à redução da maioridade penal. A verdadeira questão a ser discutida é sobre a punição de um crime, independente de ter sido cometido por um menor ou adulto, e a sua efetiva punição de acordo com a lei penal, nada mais.
SIVONEY GONÇALVES CAMARGO
(bancário) - Porecatu

Ricardinho
  A atitude do técnico Bernardinho, da seleção brasileira de vôlei, retrata bem o que acontece também no mundo corporativo, princilpamente na área de vendas. O fato de ser um ótimo levantador ou vendedor não dá o direito ao profissional de desrespeitar o líder ou criar desarmonia entre o grupo. Muitas vezes somos obrigados a abrir mão desse profissional para que a equipe trabalhe com mais tranqüilidade. O rendimento do time ou as vendas podem até cair no momento. Mas, com certeza, quem fica acaba se fortalecendo e se torna um time campeão. Parabéns, Bernardinho!
JOÃO PEREIRA DA CRUZ
(gerente de vendas) - Londrina

Acordo pela CPMF
  Fiquei perplexo ao ler na FOLHA que o governo fechou acordo com o PMDB para concluir o caso do presidente do Senado, Renan Calheiros, pois o presidente Lula tem urgência em aprovar a prorrogação da CPMF. Na opinião do governo, seria melhor a permanência de Renan. Assim, não teria que negociar com o PMDB e evitaria um racha no partido. E o interesse do povo brasileiro quem irá defender? Para nós, o ideal seria que o presidente do Senado fosse destituído e preso, que seus bens fossem tomados, vendidos e os valores arrecadados devolvidos aos cofres públicos. Quanto ao Senado, este que temos deveríamos fechar para evitar disputas por cargos e pelo poder.
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE
(representante comercial) - Londrina

Praça Imin 100
  Quem vai gostar dessa praça que será construída em Londrina para homenagear os 100 anos da imigração japonesa no Brasil são os ‘‘fumeiros’’ e os cheiradores de cola que terão um lugar chique para o seu ‘‘lazer’’. Os japoneses merecem este presente, mas a notícia que a população de Londrima gostaria de receber é quando os postos de saúde estarão agendando exames que estão suspensos por falta de material e sem previsão de chegar.
OZÉIAS STELLE DE ALMEIDA
(servidor público) - Londrina

Deputados faltosos
  Gostaria de parabenizar a FOLHA pela publicação da lista de presença nas sessões plenárias da Assembléia Legislativa (Política, pág. 4, 13/08). Após verificar a lista, decidi escrever para os depudados Fábio Camargo (PTB), Mauro Moraes (PMDB) e Osmar Bertoldi (DEM) para expressar minha indignação de como estes senhores conduzem suas vidas profissionais: não compareceram nem a 50% das sessões plenárias do mês de julho. Pedi a eles uma explicação dos motivos. Baseado nas respostas, influenciarei o máximo que puder pessoas do meu convívio para que não mais confiem a estes senhores cargo de tamanha seriedade.
DIOGO LUIS CERUTTI
(pastor) - Londrina

Força ao CAC/Lusa
  Gostaria de parabenizar os atletas, técnicos e dirigentes do CAC/Lusa pelo empenho demonstrado na Copa Paraná. Sou torcedor do Tubarão, mas vejo uma nova luz esportiva surgindo no nosso Estado. Por isso, gostaria de pedir aos empresários, comerciantes, autoridades e ao povo de Cambé que dessem mais apoio ao CAC/Lusa não só com maior freqüência ao estádio mas também com ajuda financeira. Afinal, o CAC está divulgando o nome de Cambé no Paraná.
LUCINDO CARLI LOURES
(comerciante) - Londrina

Fotografia em museu
  Com relação ao questionamento do leitor Mário Gonçalves Dias Júnior (Cartas, 13/08), sobre a proibição de fotografar o interior do Museu Padre Carlos Weiss, informo que esta é uma norma corrente em quase todos os museus, aqui e no exterior. Tal proibição alcança as igrejas históricas (Ouro Preto, Tiradentes, Mariana, Salvador, Recife, Olinda), salvo raras exceções. Ainda, para conhecimento do leitor, tal norma está sendo adotada até pelos grandes teatros brasileiros. Gostaria de comunicar a todos interessados que temos um catálogo com as imagens das galerias, vendido por uma importância simbólica de R$ 2,00 que reverte para a manutenção do museu.
WILLIAM REIS MEIRELLES
(Diretor do Museu Histórico
de Londrina ‘‘Padre Carlos Weiss’’)

Correção
- Diferentemente do que foi informado ontem na matéria ‘‘Advogados do Poder Público’’ (Cidades, pág. 4), os procuradores da Fazenda Nacional são procuradores da Advocacia Geral da União (AGU) lotados no Ministério da Fazenda, e não na Receita Federal.

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