Abuso irritante
Vocês repararam que nos intervalos dos programas de TV, o som do seu aparelho se eleva? Não pense que é defeito de seu aparelho não, isso é um recurso grosseiro e de mau gosto que os produtores de comerciais acharam para chamar atenção dos telespectadores. Quanto pior o comercial, mais alto é o seu volume. Acho que os diretores das TVs deveriam proibir esse abuso. Ou, no mínimo, nós que somos os consumidores, para protestar desse abuso, deveríamos nos unir e não comprar mais os produtos anunciados.
OSVALDO SANTOS JR. (arquiteto e urbanista) - Londrina


Para mudar
Nosso código penal é 1940? As leis só protejem quem tem dinheiro para pagar um bom advogado. Para mudar isto, quando vierem lhe pedir o tão sonhado voto, pergunte ao candidato se ele se compromete a se na luta para as reformas das leis tributária, penal e trabalhista. Se ele desconversar, diga que você não vai votar em quem está com a nítida idéia de continuar mamando no governo, peça para ele relaxar e gozar, pois nós não votaremos mais em incompetentes e coniventes.
SÉRGIO RICARDO (segurança) -Londrina


Caso Renan
Esses senadores estão apenas perdendo tempo com essas discussões pífias. É sabido que nada vai acontecer com o presidente do Senado, Renan Calheiros. O Senado pôde avaliar quando ele fez ameaças veladas aos nobres pares. Já vi situação idêntica com um deputado aqui de Londrina que se aposentou com um polpudo salário por problemas de coração. Hoje, ele anda por aí bem mais saudável que 99% da população brasileira. Doentes somos nós que ainda não aprendemos a votar.
MIGUEL CARLOS TÓFANO (músico) - Londrina




Cenas impróprias
Madrugada de domingo (05/08). Casais de namorados trocam beijos na semideserta Rua Sergipe. O silêncio só é quebrado por um ou outro veículo. De repente, um alarido de vozes infantis. Em seguida, o ruído de lâmpadas fluorescentes que se encontravam, irregularmente, em uma caçamba, sendo quebradas. Risos, gritos e o som das poluidoras lâmpadas sendo estilhaçadas, ecoam pela Sergipe e sobem a Avenida Rio de Janeiro. Termino o trabalho e, ao pegar o carro na avenida, vejo que os vândalos mirins deixaram um rastro de cacos até perto do Calçadão. Em frente ao Pronto-Atendimento Infantil, na Rua Benjamin Constant, vi o grupo de crianças que, há pouco, agira feito um bando de cowboys de faroeste hollywoodiano. Eram sete, três meninas e quatro meninos, com idade aparente entre 9 e 10 anos. De onde eram essas crianças? Os taxistas que fazem ponto no PAI e o porteiro do Edifício Tókio também testemunharam a indignidade a que são submetidos muitos dos filhos de Londrina.
MARIO FRAGOSO (jornalista) - Londrina


Plantio de árvores
Parabenizo a iniciativa, embora tardia, da Secretaria do Meio Ambiente de cumprir a lei municipal que exige o plantio de árvores por metro quadrado na cidade. Há muito não se via iniciativas neste sentido e a cidade, aos poucos, vinha perdendo em beleza e qualidade de vida. O costume dos cidadãos é se apressar para exigir o corte de árvores em frente de seus estabelecimentos e residências, mas raramente providenciam o plantio de novas árvores.
RAFAEL GOMIERO PITTA (advogado) - Londrina

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