CARTAS
Caixa contesta
A Loterias Caixa enviou nota à Redação contestando informações contidas no editorial da FOLHA publicado no dia 6 de agosto. Veja texto na íntegra na página 4 (Política).
SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE LOTERIAS CAIXA - Brasília
Vergonha da nação
O leitor Otavio Antonio Pedriali tem toda razão no que se refere ao caos que assola o Brasil (Cartas, 06/08). Um dos exemplos mais vergonhosos foi o acidente com o avião da TAM. O ministro Nelson Jobim afirma que o caos aéreo foi sobretudo por ''falta de comando''. Nesta analogia, vejo o Brasil como uma grande empresa em que cada departamento tem que exercer suas atividades com competência e seriedade, a começar pelos próprios líderes, caso contrário a desorganização e prejuízo é uma questão de tempo. Vejam a Anac, que foi criada para gerenciar e fiscalizar a estrutura aérea, está sendo administrada por pessoas que não são do ramo. Os líderes destituídos pelo ministro não são os maiores culpados e sim quem os colocou nos cargos, principalmente por interesses meramente políticos e egoístas.
WANDERLEY RODRIGUES DO LAGO (consultor comercial) - Londrina
Crise aérea
Se a crise aérea vem se alastrando há anos, por que então o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que ficou no comando do país por oito anos não tomou nenhuma providência? Será que seus comandados previram o caos atual mas ''deixaram'' para outros governos resolverem?
CÉLIO BORBA (artista plástico) - Curitiba
Apologia do caos
Fico triste com a onda de pessimismo que assola Londrina. Alguns desinformados dizem que a cidade está péssima, abandonada, etc. Essas pessoas estavam aqui no começo da década de 80? Em 82, o prefeito Wilson Moreira herdou uma cidade saqueada, menos que o Nedson pegou em seu primeiro mandato. Londrina é uma das melhores cidades para se viver e isso são dados oficiais do Banco Mundial e do IBGE. Nossa cidade é bem falada no País todo. Londrina tem problemas como todas as outras cidades, mas nada que a torne a pior do mundo como pregam alguns. Quem prega isso ou não conhece a cidade e sua história ou simplesmente gosta de fazer apologia do caos. Nosso maior problema é a segurança, assim como é em São Paulo, Rio, etc.
ANTONIO JOSÉ SANTIAGO (funcionário público) - Londrina
Transporte coletivo
Enquanto a Câmara de Vereadores de Curitiba e o prefeito Beto Richa não dão a mínima sobre os rumos do transporte coletivo, os usuários se engalfinham na disputa por um espaço dentro dos ônibus superlotados, mesmo fora dos horários de pico. Terminais de ônibus obsoletos, sem estrutura para aguentar tanta circulação de pessoas e linhas onde o ''busão'' só passa de meia em meia hora, isso sem falar nos feriados e finais de semana. Há dez anos adotei essa linda cidade para morar, e o então ''Ligeirinho'' era uma maravilha. Só que agora os tempos são outros, muitas pessoas migraram para a capital e região metropolitana. Só que esqueceram de dizer isso para nossos governantes: precisamos sempre de infra-estrura e planejamento. O não-investimento a curto prazo tornará o sistema caótico.
REGINALDO DA SILVA GOUVÊA (auxiliar administrativo) - Curitiba
Médicos?
A culpa da Saúde no Brasil não é apenas do governo, mas às vezes dos próprios médicos. Notei nas costas do meu irmão algumas manchas vermelhas e o aconselhei ir ao médico. Por coincidência, no dia seguinte, ele teve uma consulta médica para admissão em uma empresa. O médico só verificou a pressão dele. Meu irmão perguntou se ele poderia ver as manchas. O médico respondeu que não, pois não era a sua função. Ele não precisaria diagnosticar, mas ao menos olhar e encaminhar meu irmão para um especialista.
VIVIANE MESTRE (dentista) - Londrina
ABCR responde
A ABCR-PR lamenta que o leitor Ludinei Picelli (Cartas, 07/08) tenha comparado de forma simplista os valores de arrecadação e investimento das concessionárias de rodovias. De fato, em 2006 as concessionárias arrecadaram R$ 761 milhões, conforme citou. Porém, como administrador, o sr. Picelli deve saber que arrecadação não é sinônimo de faturamento, o que invalida sua análise, na qual peca por ''esquecer'' a dedução, desse total, dos gastos operacionais, dos valores repassados aos municípios lindeiros (ISS), do pagamentos de impostos, encargos dos empregos gerados (mais de 5,3 mil), manutenção 24h das rodovias, prestação de serviços essenciais como atendimento médico-hospitalar, etc. A ABCR-PR coloca-se à disposição do leitor para dirimir quaisquer dúvidas.
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONCESSIONÁRIAS DE RODOVIAS - Curitiba





