CARTAS
Vaias a Lula
Concordo com nosso ''excelentíssimo'' presidente da República, por que vaiá-lo agora? As vaias estão sendo atribuídas à pessoa certa, mas por pessoas erradas. Esses que agora vaiam são os mesmos que colocaram Lula no cargo. É sempre a mesma história: a população tem a oportunidade de se redimir dos erros, tirar aquele que já teve quatro anos para governar, mas o erro é repetido. As vaias não significam nada para o presidente e não irão trancá-lo no gabinete. O que devemos fazer? Enfiar o rabo entre as pernas e esperar que as coisas não piorem ainda mais.
WILLYAM PERES BARBOZA (estudante de Direito) - Londrina
Pan-americano
Estou contente, mas não satisfeito com o número de medalhas ganhas pelo Brasil nos Jogos Pan-americanos. Num país onde são distribuídas milhares de ''bolsas'', não seria melhor se este montante fosse direcionado a uma boa educação em período integral para que crianças e jovens pudessem estudar e praticar esportes. Como essas bolsas são compra de voto antecipada, a educação e o esporte continuarão em segundo plano. Espero que os governantes pensem um pouco e dêem às crianças e jovens melhores condições de educação e esporte. Somente assim, poderemos competir em igualdade com outros países.
ROMEU EDISON PAULINO (professor aposentado) - Florestópolis
CPMF e a saúde
É com grande tristeza que vejo a saúde na UTI. O mais triste é que pagamos a CPMF para ser utilizada na saúde. Quando do lançamento deste imposto (Governo FHC) o discurso era que o mesmo seria voltado para este fim. Hoje é notório que os milhões arrecadados com a CPMF vão para qualquer lugar menos para a saúde. Muitos se levantaram contra este imposto, inclusive o PT, que agora defende a cobrança. O que será que mudou? Será que foi o caráter dos políticos? Uma coisa não mudou, sai governo e entra governo e eles não respeitam a Constituição. Por favor, invistam na saúde e na medicina preventiva. Eis a forma de tirar a saúde da UTI e amenizar o sofrimento do povo.
JONAS VIEIRA DA COSTA (professor de Geografia) - Londrina
Sem-diploma 1
Ao ler a matéria ''Professores fazem curso, mas ficam sem diploma'' (Paraná, pág. 6, 30/07), o que mais me deixou indignada foram as aspas usadas no trecho ''o Conselho (Estadual de Educação) pode legislar sobre tudo isso'' (pode mesmo?) ''e quem não tinha vínculo deve buscar seus direitos na Justiça, já que o Conselho não autorizou que se burlasse a lei''. Espera aí. Quem burlou a lei? Nós que assinamos uma inscrição numa faculdade conhecida que tinha autorização do Conselho para ministrar um curso à distância que ainda não tinha registro no MEC, ou foi o Conselho que autorizou indo contra a lei federal? Agora, julga que nós, alunas, tentamos burlar? Agimos de boa-fé e precisamos que alguém nos defenda.
ROSIMEIRE APARECIDA ASUNÇÃO ZAMBOLIN (professora) - Alvorada do Sul
Sem-diploma 2
Com relação à matéria ''Professores fazem curso, mas ficam sem diploma'' (Paraná, pág. 6, 30/07), gostaria de saber por que os órgãos governamentais premitiram a realização do curso semi-presencial sem uma fiscalização documental? Se tivessem feito isso, alunos que hoje temem ficar sem diploma poderiam ter obtido o mesmo em um sistema convencional. Por que se emite um parecer com efeito retroativo quatro anos após o início do curso quando a grande maioria já está trabalhando e concursada? E a Vizivali por que não informa os ex-alunos? Vemos agora colegas de sala e companheiras de trabalho temendo exoneração.
EVANDRO DO NASCIMENTO (professor) - Rolândia
Sem-diploma 3
Com relação à matéria ''Professores fazem curso, mas ficam sem diploma'' (Paraná, pág. 6, 30/08), o que a Vizivale está fazendo é uma vergonha, pois há profissionais capacitados e inteligentes que trabalham nas instituições de ensino e fazem um ótimo trabalho. A FOLHA deveria ir fundo e se possível escancarar os fatos dessa faculdade que só faz promessas para os formandos e até agora não mexeu um dedo para solucionar o problema.
ROMILDO MORAES DA CRUZ (professor) - Anahy
Drama
Fiquei emocionado com a matéria ''Mãe tenta há 20 anos obter benefício para filho deficiente'' (Cidades, pág.5 , 27/07), diante do drama da apucaranense Maria Fernandes Ferreira, mãe adotiva do deficiente físico Claudio Fernandes Ferreira, que luta para aposentá-lo por invalidez junto ao INSS. Sou vizinho dela e acompanho esta luta há mais de vinte anos. Parabéns ao repórter Fernando Rocha Faro e ao fotógrafo Evandro Monteiro.
OSMAEL CHIAVELLI PUGA (aposentado) - Apucarana





