CARTAS
Tragédia anunciada 1
A pergunta que não quer calar: alguma autoridade poderia esclarecer por que a União ou mesmo São Paulo não investe na ampliação da área de escape do aeroporto de Congonhas, aumentando a segurança dos pousos e decolagens na pista de 1.940 metros? Olhando o mapa da região do aeroporto percebe-se que há espaço suficiente para construir uma área de escape com pelo menos 67.500 m2 que ficaria sobre a praça ao final da pista e sobre parte das Avenidas Washington Luís e Bandeirantes. Essa tragédia anunciada é reflexo direto da incompetência das autoridades do setor e da falta de planejamento e investimentos a longo prazo, que deveriam ter sido feitos com os tributos que pagamos.
FÁBIO CHAGAS THEOPHILO (advogado) - Londrina
Tragédia anunciada 2
Quem será o responsável por mais essa tragédia no aeroporto de Congonhas? Quantas pessoas ainda terão que morrer para que se tome uma providência? Não dá mais para cruzar os braços diante de tanta falta de responsabilidade. Decidi que vou plantar a semente da responsabilidade. Utopia? Pode ser, mas como educadora se não acreditar que o Brasil ainda tem jeito, preciso pegar minha ''maleta'' de livros e ir para casa, pois deixo de acreditar na minha função.
ANA LÚCIA PEREIRA BACCON (professora) - Jacarezinho
Tragédia anunciada 3
É inadmissível tamanha falta de interesse das autoridades em resolver esse grave problema da aviação. Como querem que o Brasil cresça, seja bem visto no exterior e que os próprios brasileiros conheçam o país se não podemos e nem devemos confiar nas atuais condições da nossa aviação civil? Até quando viveremos essa situação caótica? Quantos mais terão que perder a vida para que nossas autoridades ociosas, gastando nossos suados impostos façam alguma coisa de útil para nosso rico e mal administrado país?
EDVALDO MACIEL DE FRANÇA (promotor de empréstimo consignado) - Londrina
Tragédia anunciada 4
Mais uma vez o Brasil vira notícia no mundo pela dor. Não bastasse o acidente da GOL em setembro do ano passado, quando 154 pessoas perderam a vida e até hoje não se chegou aos culpados, o acidente de terça-feira com o Airbus A-320 da TAM tirou a vida de quase 200 pessoas. Lamentavelmente quase nada foi feito para resolver a crise no setor aéreo a não ser o loteamento de cargos políticos para os aeroportos e o ritmo apressado das obras nas construções das salas de embarques, de lojas e espacos publicitários. Deixaram as reformas das pistas ao deus-dará, como ocorreu em Congonhas.
JOSÉ PEDRO NAISSER (aposentado) - Curitiba
Tragédia anunciada 5
Que esta tragédia com o avião da TAM, no aeroporto de Congonhas, traga à tona os problemas envolvidos com o setor aéreo, sejam eles de controladores de vôo, de investimento em infra-estrutura da Infraero, mostrando uma radiografia transparente do caos aéreo. O Brasil não necessita que aconteça acidentes para remediar. Precisa urgentemente investimentos em infra-estrutura, pois crescer exige planejamento e investimento sério.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá
Dom de reconstruir 1
Gostaria de parabenizar o dr. Edson Takaki pelo seu gesto de solidariedade pelo bem-estar das pessoas e pelo atendimento prestado à paciente Fernanda Wenceslau, conforme matéria ''O dom de reconstruir vidas'' (Cidades, pág. 5, 19/07). O dr. Takaki teve uma atitude louvável. O mundo está carente de pessoas com tal comportamento. Que Deus ilumine cada dia mais o dr. Takaki e sua família, seu trabalho e a todos os homens que têm paixão pelo seu trabalho. Parabens à FOLHA por publicar uma reportagem digna de toda a admiração.
MOISÉS DA COSTA (agência técnico administrativo) - Maringá
Dom de reconstruir 2
Parabéns ao doutor Edson Takaki, um dos mais belos exemplos de humanidade, generosidade, solidariedade e amor ao próximo. Pessoas que colocam seus dons acima do dinheiro só podem ser abençoadas por Deus. Todo nosso respeito a esse profissional ''do bem''. Que Deus o ilumine e o proteja sempre.
NILCE BOCATTI MUNHOZ (professora aposentada) - Cidade Gaúcha
Repensar Londrina
Quero parabenizar a FOLHA pela excelente entrevista com o senhor José Joaquim Martins Ribeiro, presidente do Sescap-LDA (''Faltam líderes em Londrina'', Opinião, pág. 3, 17/07). Concordo plenamente que precisamos atrair novas lideranças, em ideologias e espírito empreendedor, com o objetivo de um desenvolvimento mais acelerado em nossa região. Gostaria de contribuir com esta idéia acreditando ainda que possamos, juntamente com outros londrinenses, resgatar esta cidade que tanto amamos.
JOSÉ ROBERTO FACCO (administrador) - Londrina





