Senadores ausentes
Nós, paranaenses, somos privilegiados por contar com três senadores honrados e limpos. Fui eleitor dos três por mais de uma vez. Acompanho pela imprensa todo o noticiário do processo desmoralizante do Congresso Nacional, e em nenhum momento encontrei um dos três fazendo eco ao clamor popular e nem mesmo em solidariedade a Pedro Simon e Jéferson Peres. Onde estão os nossos líderes? Aquele valente e irreverente Osmar. O Alvaro sumiu dos holofotes, que tanto gosta, depois das eleições deixou seu suplente no lugar e sumiu. O Flávio Arns coitado, mais parece um boi de presépio do PT. Neste mar de lama que rola sobre o Brasil, precisamos muito de nossos representantes, antes que a apatia tome conta de todos e o crime seja banalizado.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião dentista) Londrina

Senadores ausentes 2
Desde que completei a maioridade, há 27 anos, várias vezes votei em Alvaro Dias, Osmar Dias e Flávio Arns, hoje o triunvirato paranaense no Senado. Um Senado que sangra pela jugular da imoralidade, do que espero não façam parte nem defendam. Cadê os nossos senadores nesta hora tão dramática daquela instituição para condenar os atos inomináveis de seus pares? Sumiram?
Por quê?
RUBENS HERING (economista) Curitiba

Motorista desligado
Gostaria de manifestar minha indignação quanto ao serviço prestado pela Transportes Coletivos Grande Londrina. Na última terça-feira, estava no ponto de ônibus da Avenida Juscelino Kubtischeck, em frente à TV Tarobá, esperando o ônibus da linha 303 (Jardim Tókio). Após 30 minutos de espera, o ônibus (3.149) apontou na esquerda da pista e parou no sinal (em vez de estar do lado direito, como o Código de Trânsito prevê para veículos lentos - lei nº 9.503, art. 29). Quando o sinal abriu, o motorista não parou no ponto onde deveria ter mais umas seis pessoas que seguiriam para o Terminal Central. Todos os dias pego ônibus neste mesmo local e só este ano o fato aconteceu outras três vezes.
ALESSANDRA DA SILVA SANTOS (agente técnico administrativo) Londrina

Políticas públicas
Fui surpreendida com a descoberta da oitava maravilha do mundo: a política social do nosso município. Está sendo veiculada uma propaganda sobre a eficácia das políticas sociais do município, que como todos sabem anda de mal a pior. O que mais surpreendeu foi a redução das políticas públicas à assistência social. Esta ilusão que vem sendo amplamente divulgada ilude e escamoteia uma realidade de manutenção da pobreza e dependência, nem de longe tem o caráter emancipatório das políticas sociais que são: educação, saúde, habitação, entre outras. Vale salientar: não é benefício e sim direito, pois sai do bolso dos contribuintes. Um município que não investe em políticas eficazes tem mesmo que dobrar a assistência social, pois a pobreza cresce cada vez mais. Estou convencida de que nunca na história dessa cidade foi contada tanta mentira.
EVELYN CRISLÂINE PIRES PEREIRA BARADEL (estudante de Serviço Social) Londrina

Crise moral
Para decepção de todos, contemplamos a decomposição das instituições. A corrupção, a imoralidade e o tráfico de influência afloram em todo país e o banditismo impune fere nossa civilidade. O que se pode esperar de uma nação que é governada por corruptos, onde as alíquotas tributárias estão dizimando a população e até os religiosos ensinam heresias? As alianças entre o corrupto e o corruptor funcionam harmoniosamente como se fossem casamento feliz, pois, arquitetam os atos de corrupção debaixo do mesmo teto. A política, a moral e economia vão de mal a pior. A escassez dessas fontes vitais para o equilíbrio moral do homem é um prenúncio da decadência da humanidade. Sempre que o homem deixa de interagir com seu Criador; suas virtudes começam a se deteriorar. Porque a crise moral-religiosa é pior, muito pior do que a crise econômica. A imoralidade faz sucumbir um povo, como foi feito com Sodoma e Gomorra.
NELSON ARAÚJO DE OLIVEIRA (professor) Londrina

'Folhódromo'
Está de parabéns o professor e vereador Cícero Rogério Sanches, pela criação do ''Folhódromo'', um local onde os taxistas de Ribeirão do Pinhal se reúnem para ler e discutir as matérias da FOLHA DE LONDRINA (Geral, pág. 11, 1/7). Esta iniciativa mostra a preocupação do professor em semear a cultura e espalhar e propagar o conhecimento, e ainda deixar o cidadão atualizado. Como a própria FOLHA publicou o que fez Cícero incentivar o ''Folhódromo'' foi a intenção de dar mais conteúdo às dicussões da ''boca maldita'' de Pinhal. E realmente funcionou, visto que até estudantes se dirigem às reuniões para realizar pesquisas. Garanto que já existem outras pessoas em outras cidades pensando em criar coisa semelhante.
ANTONIO FABIANO PEREIRA (professor) Londrina

As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]

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