Indignação
No último final de semana experimentei como é o atendimento público de saúde. Sempre fui atendido por convênios pois trabalhei em empresas que tinham este benefício. Acompanhei uma amiga com fortes dores abdominais ao Pronto-Atendimento Municipal (PAM) e, para nossa angústia, depois de 72 horas nada foi feito para diagnosticar o problema. Uma médica nos atendeu sem nenhum comprometimento: receitou analgésicos e nos mandou para casa. Depois de algumas horas as dores voltaram, e fomos novamente ao PAM. Ela foi examinada por outro médico que suspeitou que poderia ser uma apendicite. Esperamos ainda 4 horas para ela fosse transferida à Santa Casa. Sempre trabalhei muito e paguei meus impostos e para quê? Para sermos desrespeitados e humilhados? Sei que existem milhares de casos iguais ou piores, mas me manifesto aqui porque não podemos mais nos calar. Precisamos mudar isto.
FABIO EDUARDO BACAROGLO (gerente comercial) - Londrina

Trabalho infantil
Ao invés de debater o trabalho infantil por que a Secretaria Municipal de Assistência Social de Londrina não arranja uma saída para que o adolescente trabalhe meio período após completar 11 anos? Aos 16 anos, ele já seria meio oficial. Deveriam discutir um jeito de poder pagar um quarto de salário para o adolescente trabalhar e também se profissionalizar. O governo incentivaria as empresas tirando os custos dos encargos sociais. Toda a sociedade sairia ganhando. Se conseguirem fazer isso agora, até 2008 a criminalidade no Brasil cairia mais de 50%. Tenho 51 anos, comecei a trabalhar com 8 anos e não morri por trabalhar, mas tem muitos adolescentes de 10 a 16 anos sendo mortos por não trabalhar por causa dessa lei. Eles querem dinheiro, não podem trabalhar e o caminho é a droga.
CELSO IVANCHECZEN (mecânico) - Ibiporã

Banheiro público
Sou contra a demolição dos banheiros públicos. Numa cidade como Londrina, que é visitada por tanta gente que aqui vem à procura de trabalho ou até a passeio, como e aonde se socorrer em um momento de aperto? Pedir banheiro emprestado em algum estabelecimento comercial? Não é fácil! Já vivi esta situação. Por que não cuidar melhor dos banheiros públicos? Eles ficaram mal frequentados devido ao mau uso.
HORÁCIO FELIPE DA SILVA (aposentado) - Londrina

Segurança na UEL
A carta do sr. Dirceu da Silva Aguiar ofende-me, e muito. A sua falta de lógica e desrespeito aos fatos são atos de barbárie fascista. Diz ele que os interessados em que o sistema de segurança da Universidade Estadual de Londrina (UEL) não se estabeleça são ''os bandidos'' e que ''esses estão muito bem representados por setores ligados ao grupo derrotado nas últimas eleições para reitor''. Portanto, afirma que qualquer pessoa que questione o plano de segurança da Reitoria é suspeita de ''representar os bandidos'' e de pertencer ao ''grupo derrotado''. Depois, questiona e implica a Aduel em suas acusações. Meus companheiros representam bandidos? Depois de 32 anos de serviços à UEL, como orientador de alunos de iniciação científica, aperfeiçoamento, especialização, mestrado e doutorado, eu represento bandidos? Desafio o senhor e seus mentores políticos e filosóficos para um debate público, em qualquer hora e lugar.
LUIS CARLOS JABUR GAZIRI (professor de Biofísica) - Londrina

Enade
Sobre a matéria ''Cinco universidades comemoram nota máxima'' (Cidades, Reflexão Jurídica, pág. 4, 13/06), o que a reportagem considerou foi o resultado da prova do Enade e não o IDD. Este último mede o acúmulo do conhecimento adquirido e não propriamente o resultado do Enade (conceito). No caso em questão, dentre as instituições de ensino superior particulares, o curso de Direito da PUC-PR, campus Londrina, foi o melhor avaliado do Paraná, pois obteve nota 4 (máximo 5), mesma nota obtida no IDD. Ressalta-se que os dados divulgados pelo INEP (www.inep.gov.br) consta Enade conceito (1 a 5) e IDD conceito (1 a 5). Se faz necessário parabenizar nossos professores e alunos pela dedicação em relação ao resultado obtido no Enade.
LUIZ ALBERTO PEREIRA RIBEIRO (diretor do curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - campus Londrina)

Hallel
No Hallel de Londrina, domingo último, muitos jovens lotaram o módulo Sacra Beats (espaço reservado para músicas eletrônicas com a finalidade de chamar a atenção dos jovens com letras que falam do amor de Deus). Não contém drogas, nem bebidas alcoólicas e não é uma rave. A festa durou quatro horas com a participação de vários DJs e um belo momento de oração na qual aqueles que estavam presentes experimentaram uma tarde diferente, que os levaram a uma profunda experiência com Deus.
ALYSSON FERNANDO DA CRUZ (estudante) - Londrina

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