Basta à violência
Cansei de chegar em casa e ficar olhando para os lados com medo de ser assaltada. Cansei de ver todos os dias no jornal noticías de mortes e assassinatos. Cansei de chegar em conveniências e lanchonetes e ver dezenas de pivetes se passando por flanelinhas e ser obrigada a dar dinheiro na volta para o carro. Cadê a nossa segurança? Será que vão ser preciso mais jovens, velhos e crianças morrerem para alguém fazer alguma coisa? Será preciso mais pessoas passarem pelo trauma de serem assaltadas em locais públicos enquanto comem tranquilamente com seus amigos e familiares? Ou correr o risco de ser abordado enquanto estaciona o carro por indivíduos que se passam por flanelinhas e assaltam, levam o seu carro e muitas vezes dão tiros e acabam com vidas inocentes? Cansei, disso tudo!
MICHELA ANDRESSA MOTA MARIA (estudante) - Londrina

Hallel
Alegra-nos a alma quando deparamos com a notícia do sucesso absoluto do Hallel, no último fim de semana. Cem mil pessoas é um número expressivo se levarmos em conta que a nossa cidade conta com 500 mil habitantes ou a microrregião não ultrapassa os 700 mil. Isto é uma mostra do que a nossa Igreja pode e deve fazer pela juventude. A maioria dos nossos jovens nega a força dos ensinamentos de Jesus por pura falta de informação. Pôde-se vislumbrar, na reportagem da FOLHA DE LONDRINA, o encantamento destes adolescentes pelas coisas sagradas. Hallel, acredito, deva ser uma corruptela do termo inglês ''halleluiah'' e que por sua vez significa cântico de alegria. Ensinemos a esta nova geração o verdadeiro sentido da Palavra de Deus Pai, e só assim, trazendo-os para o nosso meio, os livraremos das mazelas das coisas mundanas.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (aposentado) - Londrina

'Bolo' da corrupção
Após tomar conhecimento pela imprensa dos escândalos da corrupção, fiquei fazendo umas continhas (aritmética mesmo) e cheguei a uma conclusão: se pegassem todo essa dinheirama que escorreu pelo ralo da corrupção, daria para o Brasil pagar as dívidas interna e externa e ainda fazer uma poupança de dar inveja a uns dez ''Bill Gates'', considerado um dos homens mais ricos do planeta.
EDMILSON ASSIS DOS REIS (bancário) - Londrina

Dia dos namorados
Afinal o que é namorar? Seria uma experimentação sentimental, troca de conhecimentos, envio de cartões, flores, bombons, comprometimento e respeito? Na atual conjuntura social ocorre a banalização do namoro. O tal do ''ficar'' tem transformado esta relação ''muitas vezes'' em libertinagem, em relações descartáveis, enfim, tem promovido uma verdadeira violência a este que deve ser um forte sentimento humano. O que não podemos esquecer neste dia é o verdadeiro propósito desta inter-relação onde homem e mulher necessitam da mútua ajuda onde englobe a verdadeira missão de cuidar, revelar e comunicar o amor e a vida por meio do respeito e fidelidade ao outro.
JUNIOR CÉSAR DE ALMEIDA (jornalista) - Londrina

Educação de luto
Não temos palavras para expressar a dor que estamos sentindo com o crime ocorrido com o professor Roberto de Oliveira dos Santos, chefe do Núcleo Regional de Ensino de Apucarana. A educação está de luto. Aos familiares nossas condolências e solidariedade.
DIREÇÃO, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA MARGARIDA DE BARROS LISBOA - Londrina

Educação de luto 2
Confesso que fiquei muito triste ao ler ontem a chamada de capa da FOLHA ''Chefe do NRE de Apucarana é assassinado''. Uma notícia que, com toda certeza, abalou a todos, principalmente aqueles que como eu tiveram a honra de conhecer o professor Roberto Oliveira Santos. Um homem bom, atencioso e que sempre soube conduzir muito bem a educação. Uma grande perda para todos nós. É mais uma vez a criminalidade tomando conta de tudo.
RICARDO DESIDÉRIO DA SILVA (professor) - Londrina

Correção
- Ao contrário do que informou sábado a reportagem ''PR perde 900 milhões de toneladas de milho'' (Economia, pág. 3), o Paraná perdeu ''900 mil'' toneladas na produção de milho safrinha.
- Diferentemente do publicado na edição de ontem no texto ''Chefe de Núcleo de Educação é assassinado'' (Geral, pág. 5) o nome do perito do Instituto de Criminalística de Londrina é Luis Noboru Marukawa.

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