Repartindo o milagre
No ano passado, no dia 30/03, também pude sentir a emoção que a estudante Milena Martins Andrade está sentindo agora como relatou a reportagem ''Repartindo o milagre da vida'' (Cidades, pág. 1, 22/05). De acordo com registros do Hemocentro de Londrina fui o primeiro doador de medula óssea da cidade. O procedimento ocorreu da mesma maneira pela qual relata a Milena, o que demonstra ainda mais a seriedade do Redome. Hoje sei que a pessoa que recebeu minha medula é uma menina de 15 anos e recupera-se muito bem. Ainda não tive a oportunidade de conhecê-la, mas sabendo que, ao que tudo indica, está curada, a satisfação de ter ajudado diretamente é enorme. Desejo que a Milena e outras pessoas possam viver essa experiência de ajudar sem esperar nada em troca, pelo simples fato de sermos humanos.
FABIANO NAKAMOTO (estudante de Direito) - Londrina

Rua altenativa
Diariamente utilizo a Rua José Monteiro de Mello para me locomover entre a região do Shopping Catuaí e o centro da cidade. Esta rua é uma alternativa para quem vem pela Rua Maringá e pretende ir em direção ao Catuaí e faculdades. A rua apresenta um movimento intenso de veículos, causando grandes transtornos aos moradores de vários edifícios, além de quem se hospeda no Hotel do Lago. Minha sugestão à Prefeitura é liberar na totalidade o trecho interditado da Avenida Ayrton Sena, já que não há residências no local e é mais larga que a Rua José Monteiro de Mello, ou deixar as duas ruas com mão única. Sabedores que essa ação judicial para término da Ayrton Senna poderá se arrastar por muito tempo, a Prefeitura poderia fazer uma sinalização eficaz e liberar esse pequeno trecho, aproximadamente 50 metros, para facilitar a locomoção dos motoristas e tranquilizar os moradores da Rua José Monteiro de Mello.
EDIMILSON MATEUS (contador) - Distrito do Espírito Santo

Operação Medusa
Que trabalho lindo e eficiente da Polícia Federal contra a sonegação de ICMS. Fiquei emocionado com a entrevista do secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari. Todos os presos serão autuados por formação de quadrilha, crimes contra o consumidor, estelionato e corrupção. Será que é pedir muito para o secretário e o governador Roberto Requião mandar executar uma operação dessas na violência em Londrina? Acredito que falta de grana não pode ser porque, segundo o governo, depois da Operação Medusa vai conseguir arrecadar R$ 4 milhões a mais.
LUCAS CALVI (gestor comercial) - Londrina

1.000 gols
Ninguém que entenda um pouco do assunto pode negar a importância do baixinho Romário no futebol brasileiro e mundial. Verdadeiro goleador, sempre bem posicionado dentro da área, o chamado homem-gol. Como maior recordação ficou o tetra de 94, onde foi o destaque entre tantas estrelas. Porém, acredito que contabilizar 77 gols da época que ainda era amador, não tira o brilho da conquista, mas ofusca um pouquinho.
ALDO BOARETTO NETTO (servidor público) - Tamarana

Zona Azul
Gostaria de prestar minha solidariedade à psicóloga Maria Lucia Forattini (Cartas, 19/5). Várias vezes escrevi para a FOLHA DE LONDRINA relatando irregularidade e abuso no que se refere à Zona Azul. São milhões de reais envolvidos, só uma entidade tem acesso a ele e a prestação de contas ninguém sabe informar. Não percebi interesse de ninguém nos alertas que fiz nem mesmo dos vereadores. Vários estacionamentos na cidade oferecem serviço de guarda de veículos com seguro, local alugado e responsabilidade pela guarda, cobram um pouco mais que a Zona Azul e estão tendo lucro com isso. Parece que o caso é de incompetência ou fraude.
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE (representante comercial) - Londrina

Irresponsabilidade
A reportagem ''Cruzamento perigoso tira sossego de creche'' (19/05), ratifica que a CMTU e o município não têm preocupação com a segurança do nosso trânsito. Em função da insegurança naquele local (ruas José Tasso Fragoso e Foz do Iguaçu), os moradores encaminharam ao município, em dezembro de 2005, um abaixo-assinado que teve como resposta a necessidade de implementar uma rotatória no local. Mas, em função do jogo de empurra do Ippul, CMTU e Secretaria de Obras até hoje ela não foi realizada. Segundo os moradores, uma medida paliativa seria a repintura das faixas, mas nem isso foi feito. Será que a irresponsabilidade chegará ao ponto de ter de acontecer alguma coisa mais grave para as tomadas de providências?
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Correção
- Na edição de ontem (23/05) da revista Casa & Conforto, faltou o crédito de consultoria à arquiteta londrinense Ana Virginia Sampaio, na matéria ''Conforto Ambiental'', em reportagem sobre pisos residenciais, publicada na página 10. Docente da UEL, a arquiteta tem doutorado sobre o assunto, com título obtido pela FAU/USP.

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