Radares dispensáveis
Não entendi a frase do ex-diretor do Detran de Brasília Luis Riogi Miura ontem na FOLHA (Opinião, pág. 3). Para ele, ''a tal indústria da multa é, na maioria das vezes, a soma das reclamações de motoristas infratores e da exploração política por parte das autoridades municipais''. Parece que o ex-diretor assinala com outras possibilidades, inclusive a de uma minoria que está sujeita à falta de lisura por parte dos que manipulam as autuações. Acreditar que mais radares ou agentes públicos vão reduzir acidentes e mortes, é brincar com os números. Seria mais proveitoso educar as próximas gerações, conscientizando o motorista e o cidadão de suas obrigações, coisas que nem o Estado e nem o Detram desejam.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina

Volte, Santo Padre!
Ao contrário do que a grande maioria dos meios de comunicação está tentando fazer para desqualificar a visita do Papa Bento XVI ao Brasil, os católicos de todo país e do continente sul-americano estão mais fortificados. Tive o privilégio de ser um entre os 38 mil jovens que estavam no Estádio do Pacaembu e entre as milhares de pessoas que estiveram no Campo de Marte saboreando cada palavra pronunciada pelo Papa. Certamente, após essa visita a Igreja Católica ficou mais fortificada. O Papa foi um exemplo de ser humano que, mesmo com a idade avançada, mostrou uma vitalidade inigualável. Com uma inteligência incontestável e com um português claro, transmitiu sua mensagem para todo o país. Ficamos na esperança de uma nova visita.
EDER WILLIAN DE CAMPOS (membro do Movimento Apostólico de Schoenstatt) -
Ibiporã

Harry Prochet
Como usuário da Avenida Harry Prochet há mais de 20 anos, passando quatro vezes por dia no local, notei que após muitos anos de solicitações dos moradores as obras de revitalização começaram, mas a passos de tartaruga. O que esperamos é que a empreiteira da obra não tenha a infeliz idéia de recapear aquele asfalto que está totalmente podre. Espera-se que seja feito um asfalto novo e que os fiscais da Prefeitura fiscalizem rigorosamente a obra.
LUIZ CARLOS PALMA (cerealista) - Londrina

Londrina perde
No último sábado, no final da peça ''Uma empregada quase perfeita'', o ator Carlos Denoni fez questão de dar duas notas para a cidade. Um dez para a UEL, única universidade que permitiu a divulgação da peça aos alunos nas salas de aula, em uma clara demonstração de incentivo à cultura. E um zero à Prefeitura que, além de cobrar os 5% de ISS, não apóia a vinda de espetáculos à cidade. Ao ouvirem o ''zero'', os espectadores aplaudiram provando que o pensamento do londrinense diverge, e muito, do das pessoas que administram a cidade.
LEONARDO MARÇAL MATHIAS (estudante) - Londrina

Ego dos administradores
Temos lido bons conselhos dos leitores deste jornal para melhoria de nossa Londrina. Por que os administradores não usam estes conselhos? É o ego agindo mais do que a alma. O ego tem medo de rebaixar-se. O ego gosta de impor suas vontades e deter o poder sobre tudo e sobre todos. Senhores, deixai que suas almas administrem nossa cidade. O ego é mau, danifica e atrapalha tudo ao seu redor. A alma beneficia, auxilia, acolhe tudo com amor. Ela deseja a paz, tranquilidade e progresso. Sigam o conselho destes londrinenses, assim viveremos mais felizes e tranquilos .
MARIA APARECIDA FELIZOLA (professora) - Londrina

Sexo e casamento
Com relação à carta da sra. Teresa Márcia Brauco (12/05), gostaria de lembrar que se a Igreja não ''permite'' o sexo antes do casamento, isso não é ''conservadorismo'', mas sim a sua permanência nos valores morais. Embora a sra. diga que amadureceu e entende hoje a posição da Igreja, sugiro que reveja suas fontes de informações: programas como ''Fantástico'' não são educadores. Somos livres em nossas escolhas. Quem não souber escolher o caminho certo - ensinado por Jesus - estará mais exposto aos desvios morais e às suas consequências. Estejamos atentos ao nosso modo de vida: ele agradaria a Jesus? Devemos policiar nossas fontes de informações e entretenimento: são fidedignas e sadias?
ANDRÉ EDUARDO PULLIN LAZZARINI (médico veterinário) - Londrina

Correção
- Ao contrário do informado na matéria ''Em busca do sonho, o céu é mesmo o limite'' (Empregos&Concursos, 14/05, pág. 7), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não exige curso superior para o exercício da profissão de piloto.

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