Muro na UEL
Questões antropológicas, sociológicas, psicológicas têm sido levantadas em torno do provável muro que cercará a UEL. É sabido que os índices de violência em Londrina têm aumentado e, por consequência, na UEL também. A tentativa de cercá-la ou murá-la é apenas uma das ações que visam mais segurança aos funcionários, professores e estudantes. Um muro ou uma cerca representa exatamente aquilo que é, uma barreira física contra a entrada de pessoas mal-intencionadas na instituição. Qualquer analogia que se faça a esse muro é perda de tempo. A cidade está violenta, e se um muro pode atrapalhar o aumento da violência no campus, essa proposta é bem-vinda.
FÁBIO GOULART DE ANDRADE (professor universitário) - Londrina

Calçadas ruins
Muitos cartas sobre calçadas foram publicados na FOLHA nestes últimos anos. Qual resolução foi tomada para minimizar o problema?. Os proprietários dos imóveis não fazem calçadas, não as conservam, a Prefeitura deixa de fiscalizar e quem sofre? Os idosos e os deficientes físicos. Sugiro que a Câmara vote um projeto especificando normas, dando prazos e definindo multas para quem não arrumar as calçadas. Ou vamos continuar empurrando o problema com a barriga? Por que a Prefeitura não responde as sugestões remetidas via FOLHA? Como o pedido para terminar um pedacinho de asfalto no final da Av. Europa e alterar os limites de velocidade da Via Expressa. Um elogio merecido: ficou ótimo o serviço realizado no cruzamento das ruas perto da barragem do Igapó.
MÁRIO MENEZES (técnico operacional) - Londrina

Rolando Lero
A violência domina a cidade. É normal este estado de coisas? Roubos, assassinatos, banalizou-se o crime? Para piorar, vem o secretário de Segurança, com despesas e mordomias pagas com o dinheiro dos contribuintes, dizer que Londrina é calma. E a Câmara de Vereadores? Aprova o requerimento do vereador Marcos Defreitas pedindo o Exército nas ruas! E se os militares forem assaltados em nossas ruas escuras? Estamos lançando sucessores para o personagem ''Rolando Lero''. Estamos à mercê dos bandidos e políticos. Hoje, o cidadão comum tem três direitos: ser assalto, permanecer calado e pagar impostos.
MOISÉS DOS SANTOS (aposentado) - Londrina

Cadê nossos direitos?
Aonde está ''Conselho Nacional dos Direitos do Cidadão de Bem''? Pago todos os tributos e não tenho o direito de passear no domingo com minha família? Fomos assaltados na Pernambuco com a Leste-Oeste, às 17 horas, por um grupo de adolescentes armados. Não recebi nenhum telefonema da turma dos direitos humanos. Pago caro por uma proteção que não existe. Portanto, vamos deixar de palhaçada e tratar o problema como ele deve ser tratado, responsabilizando quem é infrator e protegendo quem é inocente. As famílias não têm direito algum. Aonde estão os meus direitos?
ADALBERTO BRANDALIZE (administrador) - Londrina

Maioridade penal
Na Inglaterra a maioridade penal é de dez anos. Aqui, 18. Não é à toa que o Brasil é um dos países mais atrasados do mundo. E ainda ficam com esse papo-furado de primeiro tem que haver distribuição de renda para todos, dar estudo de qualidade aos pobres menores, dar oportunidades reais de bons empregos e boas carreiras para os ''inocentes''. São idéias nobres e justas, mas fora da realidade. Sabem quando tudo isso irá acontecer aqui no ''Patropi'', com esses políticos que só pensam em encher os bolsos? Com muita sorte, só no século que vem. Enquanto isso, a molecada pinta e borda, e ainda ri da gente com a certeza da impunidade.
JOÃO BATISTA DOS SANTOS (escriturário) - Londrina

Serviço de saneamento
Em carta, domingo, na FOLHA, o professor Celso Zamoner comenta sobre a municipalização do serviço de água. Segundo ele, as tarifas da Sanepar seriam mais altas porque a companhia persegue primordialmente o lucro. Esclarecemos que uma das primeiras medidas adotadas pelo governador Requião, em 2003, foi resgatar a missão social da Sanepar. Foram revistos os critérios de inclusão das famílias no Programa Tarifa Social, que naquela época tinha 40.271 beneficiários. Hoje são cerca de 360 mil. Só na Região Metropolitana de Londrina, cerca de 25 mil famílias pagam apenas R$ 5,00 por mês por 10 metros cúbicos de água tratada. A tarifa da Sanepar visa manter o equilíbrio financeiro da empresa, garantir a capacidade de investimentos e realizar as obras necessárias para bem atender a população.
UNIDADE DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA SANEPAR - Londrina

mockup