Violência escolar
Vivemos numa sociedade democrática de direito, em que a manifestação de idéias, propostas e pensamentos divergentes, não só é permitida mas também bem vinda. O tema da violência é complexo, delicado e urgente e ocupa todos os espaços coletivos, urbanos, inclusive as escolas. Os meios de comunicação, muitas vezes, tratam casos isolados como gerais e passam a idéia da dimensão e escala do problema maior do que a realidade, gerando falsa imagem. Diante das recentes reportagens, o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente se posiciona em defesa do direito de todos, não só da maioria e não apenas da minoria, mas sim de toda criança e adolescente do Paraná; do espaço escolar como ambiente privilegiado de aprendizado, de convívio social e comunitário, de disseminação e produção de conhecimento, e de formação integral das crianças e jovens; da resolução pacífica de conflito e riqueza da diversidade; e ainda se posiciona contra qualquer tipo de discriminação e exclusão.
ELIANA ARANTES BUENO SALCEDO (presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente) - Curitiba

Nova indústria
Na atual conjuntura do descaso das autoridades e da própria sociedade às necessidades do povo, vemos a ação do prefeito Nedson trazendo uma indústria para Londrina, mas não para ajudar o trabalhador a ter um pouco de dignidade. Esta nova indústria é para tirar do trabalhador mais um pouco de seu dinheiro, pois os tais radares de controle de velocidade a serem instalados na cidade, é tão-somente meio de arrecadar mais. As autoridades não estão preocupadas em trazer segurança ao fluxo diário de veículos e seus respectivos condutores. A cidade tem outros setores necessitando de investimento muito mais urgente.
FRANCISCO CARLOS PEREIRA DA COSTA (estudante de Direito) - Londrina

A Amazônia é aqui
Hoje cada vez mais as pessoas adquirem a consciência de que o futuro do planeta depende da preservação do meio ambiente. Sabemos que o povo da região amazonense precisa se desenvolver preservando a floresta. E nós, londrinenses, como vamos contribuir? Atitudes simples de nosso dia-a-dia podem contribuir: substituir o carro pela bicicleta e evitar queimadas. Aí está nossa contribuição para diminuir a emissão de gases que provocam o aquecimento terrestre. Lembre-se que o Brasil é o quarto colocado nessa triste estatística. Separar o lixo e não jogá-lo nas ruas, economizar água evitando lavar calçadas diariamente, plantar árvores, principalmente à beira de rios e córregos, utilizar materiais reciclados, entre outros. Vamos preservar a nossa Amazônia londrinense.
HILBERALDI CORREIA DE LIMA (comandante da 2ª Companhia Ambiental Força Verde) - Londrina

Aposentadorias
O que era uma solução, tornou-se um problema. A idéia era límpida e cristalina, ou seja, contribuir, formar um fundo de capitalização, que mais tarde iria custear as aposentadorias. Esse plano foi desvirtuado no decorrer dos tempos, e hoje inverteram a lógica, dizendo que a atual massa de trabalhadores contribui para pagar aqueles que estão aposentados. Isso não é verdade, pois se contribui durante 35 anos, a minha parte teria que estar lá capitalizada, e disponível para retornar em forma de aposentadoria. Para complicar mais a situação, surgem os chamados informais, que nada contribuem, e mais cedo ou mais tarde, irão bater às portas do poder público exigindo algum tipo de auxílio. Qual seria a solução? Preservar o direito adquirido daqueles que já estão aposentados, e doravante eliminar a contribuição sobre a mão-de-obra, folha de pagamento, e criar uma nova fonte de custeio, talvez, sobre o faturamento ou pelo lucro das empresas, estabelecendo uma renda mínima de benefício universal, com limite de sessenta e cinco anos, de idade, para se aposentar.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina

Consumidor
Fico indignado com algumas atitudes de certos profissionais. Uma família economiza anos para fazer a casa de seus sonhos, contrata profissionais para projetar e administrar a obra, paga caro por isso e nem fica sabendo das famosas ‘‘RTs’’ ou como dizem reservas técnicas ou comissão por cada produto comprado e utilizado na obra do contratante. É impressionante a cara-de-pau de alguns em aumentar 10% no valor e repassar a diferença ao dono do imóvel. Chegam no proprietário e inventam mil condições. Não entendendo, ele fecha os pedidos em locais indicados por esses profissionais. Fica o aviso: quando contratar tais profissionais busque referências, pois poderá sofrer um prejuízo enorme e seu sonho virará um pesadelo.
ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) - Londrina

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