CARTAS
Orgulho do quê?
Falar que Londrina é a capital do camelô? Esta cidade está virando o paraíso da coisa errada! Todos sabem onde está a pirataria e ninguém faz nada. Quem era para fiscalizar vai lá também comprar produtos. Donos de locadoras de vídeo quebrando, donos de lojas de CDs quebrando, aonde vamos parar? O errado é o certo a fazer? O desemprego assola o trabalhador, mas existem formas de fazer a coisa correta. Está na hora de a população gritar e colocar contra a parede vereadores e o prefeito e exigir que algo seja feito quanto à segurança, atendimento hospitalar, educação, etc.
ANTONIO RICARDO PACHECO (engenheiro mecânico) - Londrina
Radares
É interessante colocar radares na Via Expressa para evitar excessos, mas também é importante alterar os limites de velocidade naquela via. Entendo que numa via rápida, com três pistas livres, sem locais para estacionamento, não pode ser exigido velocidades de 50, 60 e 70 Km/hora. Para alguns locais onde existe passagem para pedestres deve ser colocado passarela ou semáforo.
MARIO MENEZES (técnico operacional) - Londrina
Política de trânsito
Ser voluntário, mobilizar pessoas não é tarefa fácil. Nós, membros do Conselho de Trânsito de Londrina, sabemos o quanto isto é difícil, principalmente quando não se pode contar com o apoio municipal. O CLT é uma das ONGS mais tradicionais e com farta folha de serviços prestados em nossa cidade. Temos nos reunido e acompanhado pela imprensa a pretensão do município em alugar pardais eletrônicos, terceirizandos a indústria das multas, que custará certamente muita polêmica, a um custo elevadíssimo para toda a sociedade. A punição é necessária, mas não podemos deixar de priorizar a educação do trânsito. Queremos e exigimos do poder público municipal uma política de trânsito a curto, médio e longo prazo. Não se trata de ser contra ou a favor dos pardais eletrônicos. Precisamos saber, com transparência, o que nossas autoridades querem em relação a uma política e um planejamento desse setor tão importante que afeta nossa qualidade de vida e sobretudo porque mata pessoas indefesas.
WALTER COSTA BARROSO (membro do Conselho de Trânsito de Londrina)
Crime ambiental
O senhor Gérson da Silva não deveria ser secretário do Meio Ambiente. Ele tem demonstrado que de ambiente não entende nada, haja vista suas atitudes no curto espaço de tempo que ocupa a pasta. Erradicar árvores sadias para atender interesses meramente econômicos é no mínimo um absurdo, para não dizer um crime, sendo praticado por alguém que se declara advogado. No mínimo deveria conhecer as leis, em especial a ambiental.
LOURIVAL BARBOSA (estudante de Direito) - Londrina
Brasil a sério
Mensalão, sanguesuga, aumento abusivo de salário de deputados, dólares na cueca, dossiê contra tucanos, apreensão de milhões, apagão aéreo, ex-futuro ministro enrolado na Justiça, 40 denunciados por corrupção e tantos outros fatos nunca existiram. Tudo isto fora invenção da imprensa neoliberal burguesa de elite. Esta é a versão daqueles que estão no poder. Estão brincando com a inteligência do povo. Uma hora destas aparece um doido e a casa cai. O presidente tem que colocar este povo na rua e começar a levar a sério a administração. Ele não está administrando um sindicato de qualquer categoria, merecemos respeito. Se ainda existe esperança para os brasileiros, ela está na imprensa, não fosse ela já teríamos virado uma republiqueta daqueles filmes da sessão da tarde.
WALDIR DE OLIVEIRA (motorista) - Barbosa Ferraz
Falta de opção
Como é triste você se sentir enganado e maltratado. Ainda por cima ter que pagar por este serviço que julga ser de qualidade duvidosa. Este é o problema que encontro em Tamarana, pois apesar de tudo, aqui só tenho a opção da Sercomtel para telefônia fixa e internet. Já passou a hora de privatizar esta empresa que já foi grande e competente, mas que hoje deixa muito a desejar perante as multinacionais.
ALDO BOARETTO NETTO (servidor público) - Tamarana
Correção
- As fotos publicadas ontem, na página 3, editoria Opinião, referentes à seção ''Se EU fosse'', foram invertidas. As entrevistadas foram a advogada Maria Fernanda Rossi Ticianelli e a coordenadora do Centro de Esporte e Lazer da Paraná Esporte, Sílvia Júlia Carvalho.
- Ao contrário do que foi publicado sábado na Folha2, o violonista Maurício Carrilho não irá se apresentar hoje com a flautista japonesa Naomi Kumamoto, durante a II Semana do Choro de Londrina





