CARTAS
Capital da vergonha
Parabéns Londrina, capital brasileira dos camelódromos. Que maravilha, que ''honra''! Capital da ilegalidade e da vergonha. Veja só onde fomos parar, e o fim do poço ainda nem chegou. É revoltante ver pessoas honestas que pagam impostos e dão empregos com carteira assinada fecharem suas portas, enquanto os camelôs prosperam na ilegalidade. E o sr. Ulisses Sabino tem a capacidade de dizer que a pirataria é fonte de sustento ''honesto'' para as famílias de camelôs? Então se for assim o traficante também sustenta a família, o ladrão rouba para o sustento, seu familiar é sequestrado para o pobre sequestrador sustentar a família. Deus nos acuda, pois as autoridades é que não vão!
VANDRÉ BARIONI DE MATOS (empresário) - Londrina
Arte de ver
O secretário do Meio Ambiente de Londrina, que deveria defender as questões relacionadas ao ambiente, prefere cortar árvores que atrapalham a visão das fachadas dos empreeendimentos comerciais. Que absurdo! Como diz Rubem Alves, em uma excelente crônica chamada ''A complicada arte de ver'', a árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê. E dá o exmplo de uma vizinha dele que decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão e dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo. Acho que o secretário do Meio Ambiente deveria abrir os olhos para as questões ambientais tão graves que estamos vivenciando e enxergar que não haverá dinheiro e nem propaganda que salve nosso planeta das consequências do aquecimento global e que as àrvores desempenham um fator decisivo para amenizar esses efeitos.
PAULO EDUARDO CARVALHO DA SILVA (médico) - Londrina
Corte de árvores
Na entrevista do presidente da Secretaria do Meio Ambiente, Gérson da Silva, ontem na FOLHA (Opinião, pág. 3), fica claro que existe um sistema voltado a privilegiar os contribuintes de maior renda, com facilitação para a retirada de árvores, estejam elas em condições de risco ou não, desde que seja para ''valorizar o empreendimento''. Ao utilizar o termo discricionariedade, direito que, segundo ele, lhe é atribuído pela legislação, o referido senhor deixa claro seu posicionamento diante da população e de sua já pequena reserva de verde. Atender a pedidos, como o que foi encaminhado por mim e recebido pela Sema, isso não é feito. Até quando teremos que conviver com a discricionariedade de funcionários públicos cujos salários são pagos com os nossos impostos?
NINA GRAÇA DE OLIVEIRA CARDOSO (terapeuta floral) - Londrina
Jardim Vale Verde
Lastimável as palavras do secretário do Meio Ambiente, Gérson da Silva, na FOLHA (12/4). Ele isenta a Prefeitura dos danos ambientais e sociais do Jardim Vale Verde. Entendo que a loteadora é culpada e a Prefeitura, independente de qual administração, é tão culpada ou mais que a loteadora. Como pôde a Prefeitura liberar tal obra sabendo da existência de nascente de água na região? Com certeza, prevaleceu o interesse financeiro e obscuro em detrimento do meio ambiente. Com relação à reunião do último dia 13/4, por favor, tratem os moradores com mais dignidade. E que tal transparência? Eis algumas sugestões para a próxima reunião: local mais condizente (o térreo da Prefeitura é uma opção), convoquem os moradores e convidem a imprensa para acompanhar o encontro.
JONAS VIEIRA DA COSTA (professor de Geografia) - Londrina
Secretário x violência
Acredito que o sr. Luiz Fernando Delazari como secretário de Segurança Pública deve ser um ótimo promotor de Justiça. Sua entrevista à imprensa de Londrina na semana passada foi repugnante. Sua assessoria está escondendo os fatos ou é uma forma de tapar o sol com a peneira para que o governador se vingue de Londrina pelos poucos votos que aqui teve. Por favor, secretário meça suas palavras. Governador mostre que o senhor, além de político, é homem de responsabilidade e de caráter e honre os votos dos londrinenses. Estou cansado de tanta violência.
LUCAS CALVI (gestor comercial) - Londrina
Educação é progresso
A educação como o real caminho para o desenvolvimento. Um exemplo é a declaração da advogada Daniella Cordeiro, que na ''FOLHA'' de ontem destacou que se ela fosse deputada federal ''apoiaria aquilo que considera essencial: a educação''. Sentimos satisfação com declarações assim, pois reforça a nossa decisão de dedicarmos, com assiduidade, à melhoria da política educacional do país. Não há país socialmente rico que não tenha passado pela educação. A educação é o nosso maior investimento!
ALEX CANZIANI (deputado federal) - Brasília (DF)





