CARTAS
ET em Londrina
A visita inesperada do secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, serviu para elucidar uma das perguntas que atormentam a humanidade: ''Existe vida fora do Planeta Terra''? Depois da visita de Delazari, podemos afirmar que existe. Somente um ET pode afirmar que Londrina tem recebido atenção do Estado, que o governo não está inerte diante dos problemas e que a violência está estável. Diante de tais afirmações prefiro acreditar na existência de vida extraterrestre ao ter que encarar a triste realidade da total desinformação de uma pessoa que vive com a cabeça na lua. ET, minha casa!
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina
Exclusão como solução?
Os fatos expostos na reportagem ''Por que ninguém luta pelos direitos da maioria?'' é um equívoco. O que dizer sobre os argumentos usados pelo sr. Virgílio Tomassetti Jr. quando a proposta dele é ''o aumento da exclusão''? Será que o educador é a melhor pessoa para falar sobre isso, sendo ele a ''minoria'' favorecida pelo sistema? A ''maioria'' são esses garotos violentados diariamente e, na maioria das vezes, privados de seus direitos, sendo-lhes cobrados apenas os seus deveres. A exclusão só trará resultados negativos, aumentando ainda mais a violência. Quem sofrerá com isso será população.
MARISTELA CARRARO (estudante) - Londrina
Segurança na Expô
Gostaria de parabenizar a Sociedade Rural. A segurança no parque foi aumentada. Vemos policiais por todas as partes, inclusive com motos, monitorando as ruas do Parque Ney Braga. É importante não apenas criticarmos, mas elogiarmos quando vemos mudanças. Deve-se continuar com esse forte esquema de segurança e revistando as pessoas não somente pela entrada principal, também pelas entradas de sócios e camarotes. Reforçando o policiamento pode ser que não diminua furtos e roubos, mas os visitantes se sentem mais seguros.
ALEXANDRE GUIMARÃES MELATTI (estudante de Direito) - Londrina
Poda de árvores
Plantei quatro árvores na calçada lateral de minha casa. A Copel mutilou-as deixando-as horrorosas. A poda feriu alguns galhos que secaram ou morreram. A Copel respondeu, dias atrás a um leitor da FOLHA, que seus podadores são especializados. Acho que na minha casa não vieram os tais especialistas, mas sim pessoas despreparadas para o serviço. Deixaram galhos e folhas no meu jardim e tivemos de recolher. A Copel também não mandou caminhão algum recolher o resto da devastação. Por que a Prefeitura, junto com a Copel, não coloca cabos elétricos subterrâneos? Em cidades modernas, onde o prefeito tem visão, a distribuição de energia elétrica é feita por linhas subterrâneas. Assim, poderíamos cultivar árvores sem temer o serrote da Copel.
MARIA LÚCIA MAGALHÃES FORATINI (psicóloga) - Londrina
Romaria de prefeitos
Fico triste em assistir mais uma marcha de prefeitos em Brasília. A maioria vai mesmo é fazer um turismo na capital federal. Afinal, não ajudaram a eleger deputados federais para defender os interesses dos municípios? Vejo em muitos jornais ''paroquianos'': o prefeito ''tal'' esteve mais uma vez em Curitiba levando reivindicações, projetos. Projetos do quê? Construir um salão comunitário? Esta comunidade está se acabando pois ali não tem um projeto de geração de renda que a segure por lá. Por falta de projetos que tragam esperança e dignidade, muitos acabam tendo que engrossar os cinturões de miséria nas grandes metrópoles. O custo de um cidadão no interior é 20% do custo do mesmo nas grandes cidades. Então por que não segurá-lo no interior, criando seus filhos com mais segurança, dignidade e cidadania?
WALDIR DE OLIVERIA (motorista) - Barbosa Ferraz
Correção
- Ao contrário do que foi publicado na edição de ontem do caderno Folha Economia (pág. 4), na matéria ''Tendência é de valorização da arroba bovina'' a foto é do professor da Unesp Mateus Paranhos e não do consultor Alcides Torres Júnior, como foi identificado.
- Diferentemente do que foi publicado na matéria ''Encanto do Oriente faz mal à saúde'' (Folha Saúde, 9/4), a dentista Andréa Carraro de Oliveira Badin, do Programa de Abandono do Tabagismo ''VivaLivre'', de Londrina, esclarece que a fumaça do narguile é tragada, e é desta forma que o fumante se expõe às substâncias cancerígenas do tabaco ali presente. Ela também esclarece que dados como o estudo de Jeorge Loffredo, professor da Universidade de Georgetown (EUA), não são suficientes para considerar o narguile mais prejudicial que o cigarro comum.
- As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]





