CARTAS
Socorro!
Fui assaltada no último domingo na Av. Castelo Branco. Com a arma apontada para o meu peito, o assaltante levou minha bolsa com tudo o que eu tinha. Não tem polícia, não tem ninguém. Sempre ouço falar de assaltos nessa região, mas ninguém se importa. Prefeito, governador, polícia, alguém nos ajude. Estamos abandonados em meio à violência. A viatura que veio fazer o boletim de ocorrência informou que a região (jardins Hedy, Pinheiros e Tókio) não tinha nenhuma viatura disponível domingo, portanto eles tiveram que vir do Leonor para me atender. Ir atrás do bandido armado nem foi cogitado. Parabéns governantes, vocês estão transformando Londrina no pior lugar para se viver.
CAROLINE BRUSCHI (jornalista) - Londrina
Queimada
A cidade está sendo invadida por um cheiro estranho de folhas queimadas. Dizem que é fogo colocado em galhadas verdes das podas de árvores. Parece tão distante do centro da cidade, mas ao cair da tarde e pela manhã o cheiro que invade casas e apartamentos é insuportável. Com esse calor, o ar está seco, e essa fumaça com cheiro, sufoca e incomoda quase toda a cidade. O irresponsável por esse serviço deveria ser repreendido pela administração municipal, pois a cidade não merece esse tipo de poluição.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina
Ataque de cães
Sou assinante e leitora assídua deste jornal há vários anos. A primeira parte que leio é a seção de cartas e acompanhei a polêmica sobre cães, em especial, sobre os ataques do Pit Bull. Tenho um Rotweiller de 3 anos e meio supercarinhoso. Ele é companheiro, assiste televisão comigo e não ataca as pessoas que frequentam minha casa. Os culpados dos ataques desses cães são os próprios donos que não dão carinho aos animais. Eles precisam ser bem tratados, não devem ficar presos ou amarrados em corrente, pois ficam agressivos. O cão é o retrato do dono, por isso sou contra o sacrifício de animais tão indefesos.
TEREZA CRISTINA GÓBIS AUGUSTO (professora) - Cambará
Sentido da Páscoa
Estamos em uma das datas mais belas do calendário mundial e é interessante nos reportarmos ao seu significado. Se isso não acontecer, a verdadeira mensagem de vida e esperança se perderá em meio a um símbolo que muitas vezes tem finalidade apenas comercial. Até mesmo os comerciantes, ao desejar o lucro, passam a ver o consumidor como um meio que os levarão a chegar a um determinado fim. Nenhum lucro do mundo substituirá o valor da Páscoa, através do amor de Cristo na Cruz. Se ao mesmo tempo causa angústia e dor meditar no sofrimento, o fim último dessa ação foi alcançado, a expressão do amor, não um amor egoísta mal distribuído, mas um amor que atinge a todos: o amor de Cristo. Ele alcançou os mais necessitados, igualando pobres e ricos em um gesto demonstrou que o resgate feito através da cruz incluiu a todos. Portanto, independente de classe social, credo religioso, saiba que o amor de Cristo te alcançou e a paz só terá sentido se houver essa conscientização do grande amor de Deus.
MARTA CRISTINA DA SILVA (estudante de Teologia) - Cambé
Páscoa
Observando o trabalho artístico de Pedro Pereira de Souza sobre os momentos angustiantes pelos quais Cristo passou exposto na Catedral, como obra artística retrata bem o sofrimento de Jesus. Porém, o que não entendo é por que para muitos, passados 2007 anos, Jesus Cristo continua na cruz? Alguém acha a cena linda? Satisfaz o ego? De que maneira? Para ''muitos'' Ele continua morto? Imagine com que tristeza Jesus vê tudo isso sabendo que ainda o vêem assim? O meu Jesus vive, ressuscitou ao 3º dia e subiu aos céus para junto do Pai. O verdadeiro seguidor de Cristo tem como símbolo, em mente, uma ''cruz vazia''. Ela sim, nos diz por que Ele veio.
MARIA LUIZA DA COSTA DIAS (auxiliar enfermagem) - Londrina
Xenical esclarece
A respeito da nota ''Novo hábito'' publicada na coluna da jornalista Ruth Bolognese (24/3), a farmacêutica Roche esclarece que, diferentemente do que foi publicado, o tratamento com Xenical (orlistate) não causa desarranjo intestinal incontrolável. Os pacientes que fazem uso do medicamento associado a uma alimentação equilibrada têm baixa probabilidade de eventos gastrintestinais. Xenical encontra-se disponível no mercado desde 1998 e seu perfil de segurança e tolerabilidade já foi avaliado em mais de 100 pesquisas clínicas com participação de mais de 30 mil pacientes.
MIRIAM HARUYO FUKUOKA (gerente de produto Xenical) - São Paulo
Correção
- Diferentemente do que foi publicado na coluna Informe Folha (4/4), na nota ''Acordo'', o nome do prefeito de Carlópolis, é Isaac Ferreira da Silva.





