Mensalão oficial
Além dos ministérios com polpudos salários e centenas de cargos de ''confiança'' com altas remunerações, onde o parentesco, amizade ou afinidade política vale mais que competência. Os partidos da base aliada disputam orçamento de pelo menos R$ 6,2 bilhões distribuídos em cargos do segundo escalão em estatais como Eletrobras, Eletronorte, Furnas e Banco do Nordeste que movimentam cifras disputadas por PT, PMDB, PP, PR e PSB. É uma festa e um desrespeito ao trabalhador que paga com dificuldades a carga tributária extorsiva e injusta imposta pelo Governo Lula e que tanto a criticava enquanto oposição. O dinheiro pago é aplicado para financiar a política que trabalha contra a classe pobre eternizando benesses e vantagens inaceitáveis e votadas na calada da noite e que são aceitas pelo governo do PT em troca de favores nas votações. Em síntese, é a oficialização do mensalão.
ADALBERTO BRANDALIZE (administrador) - Londrina

Quem devo alertar?
Na Av. Duque de Caxias, quase próximo da esquina com a rua Humberto Piccinin, tem uma árvore alta com galho seco pendendo para a rua. Por lá, o fluxo de veículos é enorme bem como o de estudantes das várias escolas da redondeza. Esse galho não caiu ainda, graças a Deus, mas pode cair a qualquer momento. Por isso, apelo para que a autoridade competente não seja omissa e tome as devidas providências antes que sejamos obrigados a lamentar uma tragédia.
WALDEMAR MICHIO DOY (advogado) - Londrina

Cadê o segurança?
Dentre dezenas de motos estacionadas em frente à Unopar na Rodovia Celso Garcia, tive o desprazer quando saí, às 22h30, de ver que os retrovisores da minha moto haviam sido furtados. Poderia ter um prejuízo maior caso fosse levada, como já ocorreu com outra estudante. Deixamos nossas motos na rua, pois nem sempre temos dinheiro para pagar o estacionamento. Pagamos uma mensalidade que já é um absurdo. O mínimo que a Unopar deveria oferecer é um estacionamento, pois há espaço para isto. Furtos de motos e objetos de veículos têm sido frequentes.
MÁRIO ALVES DOS SANTOS (estudante de Ciências Contábeis) - Londrina

Videolocadoras
Estou de acordo com o sr. Alexandre Ito (cartas 29/3) e discordo das afirmações do professor Alex Soares de Almeida (27/3), que diz que ''os cinemas sumiram'' e que ''parte da culpa cabe às videolocadoras''. Os cinemas não sumiram e sim passaram por transformações (para melhor), pois o modelo anterior já estava em crise quando surgiram as primeiras videolocadoras (1984/1985). Londrina tem hoje dez bons cinemas, a maioria em shoppings, onde existe segurança, conforto, estacionamento. Além disso, outras tendências fazem as pessoas ficarem mais em casa: home theaters, com som dolby surround, TVs de plasma, etc.
VANDRÉ JOSÉ BARIONI DE MATOS (empresário) - Londrina

Turismo e descaso
O descaso com o Ministério do Turismo tem chamando minha atenção. A atividade turística é vista como uma das formas de alavancar a economia (revertendo assim o quadro de miséria enfrentado por muitas cidades que têm potencial turístico a ser explorado), mas em Brasília a disputa era para ver quem não assumiria o Turismo. Se fala tanto de ações alternativas para o aquecimento da economia das cidades e quando surge a oportunidade, não o fazem. E ainda somos obrigados a ouvir a ministra do Turismo, Marta Suplicy, antes de assumir a pasta, que não sabe nada sobre o setor. O que nós, turismólogos, não podemos mais aceitar é fazerem do Turismo, não só no Ministério, mas em vários municípios, um ''cabide de empregos''. Precisamos reivindicar mais seriedade com a atividade para que pessoas sem conhecimento algum não ''tomem o lugar'' de profissionais.
CIBELLE TAGAWA ÁVILA (turismóloga) - Assaí

Celibato
Este tema merece ampla reflexão dos cristãos católicos. O celibatário por vocação torna-se digno da condição de sacrossanto, a exemplo do apóstolo Paulo. Porém, imposto pelo clero tornou-se o marco divisor do cristianismo, afastando milhões de pessoas virtuosas e vocacionadas dos púlpitos, provocando a ausência de grandes doutrinadores, ensejando a proliferação das igrejas evangélicas. Entendo que o celibato não consulta os espirituais interesses do ''verdadeiro povo de Deus''.
RUBENS VASCONCELOS CALIXTO (serventuário da Justiça) - Fênix

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