Aeroporto José Richa
  Gostei de saber que o Aeroporto de Londrina vai se chamar ‘‘José Richa’’. É uma boa lembrança, pois ele foi um dos melhores prefeitos de todos os tempos. Só não concordo com a opinião da senhora Lilian Tavares, publicada na FOLHA, de que os deputados deveriam ter ‘‘coisas mais importantes para se preocupar’’ do que ficar dando nomes a obras. Coisas menos importantes precisam da atenção dos políticos - que são eleitos também para isso. Reconhecer o legado de personalidades, como José Richa, é uma das ações morais mais importantes que a sociedade - através de seus representantes - pode realizar, até para servir de modelo para os demais, menos importantes e menos competentes.
ROBERTO CHERBATY VITORAZZI (administrador) - Londrina

Aeroporto sem nome
  Sobre o Editorial de ontem ‘‘Aeroporto precisa mais que ter um nome’’, vimos informar o seguinte: 1- O Aeroporto de Londrina não está mudando de nome porque simplesmente ainda não tem nome. O projeto do senador Osmar Dias denomina apenas ‘‘Aeroporto de Londrina Governador José Richa’’. Preserva, inclusive, o ‘‘Londrina’’ no nome; 2- Sobre a instalação do ILS, fomos um dos primeiros a engajar na luta e continuamos gestionando, mas a prefeitura precisa deliberar sobre a questão; 3- Já sobre a declaração da cidadã Lilian Tavares, esclarecemos que a atribuição de se denominar os chamados ‘‘próprios públicos’’ também é, dentre outras, uma atribuição dos parlamentares, independentemente de ser importante ou não. Por isso, relatarei favoravelmente ao projeto do senador, pois ele homenageia um grande paranaense e um grande brasileiro: José Richa.
ALEX CANZIANI
(deputado federal) - Brasília

Multa privatizada
  Temos que nos unir ao advogado Fábio Theophilo para impedir a implantação de uma verdadeira indústria de multas na cidade. Com tantos problemas no sistema viário necessitando de soluções, a Prefeitura de Londrina quer nos impor um sistema punitivo de objetivos duvidosos. Não sou contra a punição por multa, mas dessa forma, privatizada, será uma verdadeira extorsão. E a Câmara de Vereadores vai silenciar diante de um assunto tão importante?
LUDINEI PICELLI
(administrador de empresas)
- Londrina

Pirataria
  Lendo a matéria de domingo sobre o mercado ilegal de CD/DVD, é triste ver grandes locadoras que passaram mais de 20 anos pagando seus impostos fechando as portas por causa da ‘‘concorrência’’ desleal. Pergunto às autoridades competentes que falam muito e agem pouco: como acabar com a pirataria se em cada esquina de Londrina abre um novo camelódromo, assim incentivando este comércio? A impressão que nos passa é que a prefeitura e outros órgãos não estão nem aí com o mercado informal. Lamentável! Deste jeito, será impossível acabar com a pirataria. Está na hora de seguir exemplo de cidades menores como Maringá, agir com mais rigor e frear o crescimento deste mercado.
LEANDRO ALCÂNTARA FRANCISCO (vendedor) - Londrina

Videolocadoras
  O videocassete entrou no mercado efetivamente no fim dos anos 80, sendo que cinemas como Cine Jóia, Cine Augustos e Cine Espacial fecharam suas portas bem antes. O Cine Com-Tour na época só passava os famosos pôrnos. Por isso, ao ler a carta do professor Alex Soares de Almeida (27/3) fiquei estarrecido em ver que sua tendenciosa opinião tenta creditar a culpa do fechamento de cinemas às videolocadoras. Talvez, o que ele não se lembra é que filmes ‘‘tops’’ (‘‘Rambo’’, ‘‘Dirty Dancing’’) ficavam de 3 a 4 meses em cartaz desanimando qualquer cinéfilo. O que me entristece é ver alguém, que se julga grande conhecedor de filmes, prefira defender o lado errado da ‘‘moeda’’.
ALEXANDRE ITO
(empresário) - Londrina

Violência em escolas
  Com relação à nota ‘‘Indiferença que irrita’’, publicada no Informe Folha (25/3), a equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação esclarece: 1) A violência a que se refere a nota ocorreu numa escola estadual, onde a responsabilidade pelas ações é do Núcleo Regional de Educação, que inclusive já se manifestou sobre o fato através de sua coordenação, no próprio jornal. 2) As escolas municipais atendem em sua grande maioria crianças com idade inferior a dez anos. Nos esporádicos casos registrados até o momento, que envolveram algum tipo de violência, sempre foram adotadas medidas pontuais e severas para o enfrentamento da situação. 3) Quando tem sob sua responsabilidade, seja qual for o fato, a secretária de Educação do Município, Carmen Lucia Baccaro Sposti, jamais deixou de se manifestar e agir da maneira mais correta possível, amparada pela equipe técnica da secretaria.
EQUIPE TÉCNICA DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - Londrina

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