Golpe da grávida
Um rapaz passa noites e noites atormentando moradores de edifícios através de interfone, é seguido pela equipe da FOLHA e flagrado abordando várias pessoas. A polícia chega, ele confessa tudo o que fez e simplesmente vai embora porque ninguém quis registrar queixa. Sabe quando isto vai mudar? Quando ele estiver possuído pelo uso das drogas e alguém se negar a ajudá-lo e ele agir de forma mais trágica. Já havia ligado à polícia e contado como ele agiu comigo e com minha família. Na madrugada do dia 16/11 de 2006 estávamos velando o corpo do meu pai na capela da Acesf e este indivíduo chegou com esta mesma história. E mediante a situação não tínhamos como ajudar, mas ele ainda levou os R$ 10 que pediu alegando que pagaria um táxi. Imagina só se alguém tivesse saído dali com ele dentro de um carro o que poderia ter acontecido? Fica aqui minha indignação por nada ter sido feito contra este moço.
SILVANA SALAR DE QUEIRÓZ (gerente administrativa) - Londrina

Golpista impune
Em junho do ano passado, ao chegar na casa de meus pais para assistir ao jogo do Brasil na Copa do Mundo, por volta das 15h30, o interfone tocou. Um rapaz, dizendo ser do lava-rápido próximo à residência de meus pais (o que era mentira), pedia ajuda para levá-lo ao hospital para buscar sua filha e esposa, sendo que a filha havia recebido alta. Conversei com ele pela sacada, e recusei-me a descer. Quando falei que ligaria para a polícia para ajudá-lo, ele foi embora. Infelizmente, esse rapaz está assustando a população há um bom tempo e as autoridades não tomam nenhuma providência, até que algo pior aconteça.
FERNANDA LÚCIA VIEIRA DOS SANTOS (administradora) - Londrina

Corte de árvores
Esta semana me deparei com uma situação criminosa na Concha Acústica. Operários cortaram duas árvores jovens e sadias a golpes de machado. Sem nenhuma piedade, derrubaram as duas árvores e plantaram outra no local. O curioso é que na mesma quadra existe outra árvore, bem mais antiga e frondosa, que visivelmente está condenada e pode cair a qualquer momento. Tenho conhecimento de outras pessoas que protocolam pedidos de corte de árvores na Secretaria do Meio Ambiente e esperam meses. Mas para cortar árvores que não oferecem risco são rápidos. Qual o critério para o corte dessas árvores? Por que as pessoas são obrigadas a esperar tanto enquanto a prefeitura corta árvores que não precisam ser derrubadas? E o que estão esperando para tirar essas velhas árvores do centro que podem cair no próximo temporal?
CECI CHANG (estudante de Direito) - Londrina

Procon e as filas
O Procon vem laborando em prol dos consumidores, tanto com relação ao problema da fixação das etiquetas de preços e condições de pagamento, bem como vem noticiando que irá severamente atacar a questão das filas nos bancos. No tocante ao problema das etiquetas, é bom frisar que se trata de um problema secundário, não fundamental, porquanto o consumidor é o próprio fiscal dos preços e condições, sendo dispensável a atuação do Procon nessa questão. Já quanto às filas, assinale-se que os bancos devem ser rigorosamente policiados, até com a interdição do estabelecimento, pois exploram uma atividade altamente rentável, que lhes obrigaria sempre a prestação especial dos serviços que oferecem, em toda qualidade. A fiscalização das filas deveria estender-se também às repartições públicas, em todos os níveis, onde público
vem sendo tratado de maneira não condizente com o princípio da eficiência.
MOISES DE GODOY (advogado) e LUCIENE IENKE DE MACEDO (estudante de Direito) - Londrina

Punição a comerciantes
É assustador ler o que este jornal publicou ontem ''Procon autua 13 lojas em Londrina''. O Procon ameaça os comerciantes que tiverem alguma mercadoria sem o preço em suas vitrines com até o fechamento do estabelecimento. O Brasil não cresce porque em vez de incentivar quem tem a coragem de se estabelecer, apesar da altíssima tributação, e de dar empregos, toma medidas drásticas punitivas e não educativas como em países de primeiro mundo. A função dos órgãos deve ser a de orientar e acompanhar e não a de ameaçar. Empresários não são bandidos e é com o imposto pago por eles que são pagos os salários dos servidores.
CLAUDETE DEBÉRTOLIS RIBEIRO (professora) - Cambé

Segurança pública
Fiquei surpresa ao ler a notícia da FOLHA no último sábado. Que absurdo! Em plena luz do dia, os londrinenses foram surpreendidos com uma cena já vista em cinema. Surpresa maior foi a bravura do policial Adilson Amaral da Silva que mesmo em sua folga à paisana mostrou o amor pela profissão. Parabéns policial, continue sempre assim mostrando garra e protegendo a população.
EDIE RIBEIRO SANTANA (pedagoga) - Ibiporã

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