Eutanásia de animais
Parabenizo a FOLHA por, diversas vezes, dar espaço a casos relacionados com a proteção (ou falta dela) aos nossos animais. Gostaria de saber por que a Secretaria de Meio Ambiente de Londrina (Sema) não se preocupa em abrigar e tratar os 65 animais que estão na casa da ex-costureira de 62 anos. Eles sendo tratados da melhor maneira possível. Ela ainda os protege do frio e de pessoas más que, ao invés de se preocupar com suas vidas, dispensam tempo para criticar atitudes boas, honestas e cada vez mais raras. Agora, a Sema opta por matar mais de 60 animais saudáveis, assim incentivando cada vez mais a violência contra os animais domésticos? Matar um animal é considerado crime ambiental. Me desculpem os veterinários, mas atitudes mais fáceis e imediatas nunca são a melhor solução para os animais e para àqueles que se dedicam em tentar minimizar a violência cometida contra cães, gatos e cavalos no Paraná. Espero que os moradores da região se mobilizem para ajudar e, se possível, adotar os animais que correm risco de morte.
JULIANA BANNACH (jornalista) - Curitiba

Eutanásia de animais
A Sociedade Protetora dos Animais de Maringá esclarece que a eutanásia de animais saudáveis é um ato de abuso (Art. 32, Lei 9.605/98). Além disso, todo animal é tutelado do Estado (Art. 1º, Decreto Lei 24.645/34), o que significa que o proprietário não pode ''autorizar'' a eutanásia em qualquer caso. A regulamentação da profissão de Médico Veterinário e seu código de ética aceitam a eutanásia de animais em condição terminal ou incontrolavelmente agressivos. Os cães e gatos da notícia da FOLHA devem ser apreendidos pelo órgão ambiental ou sanitário, alojados em canil/gatil municipal ou em clínicas veterinárias e colocados para adoção. Um correto gerenciamento da fauna urbana envolve programas de castração em massa e campanhas educativas, como forma de reduzir os atos de abandono, que estão na origem do problema.
MARIA EUGENIA MOREIRA COSTA FERREIRA (secretária de diretoria da
Sociedade Protetora dos Animais de Maringá) - Maringá

Eutanásia, não!
Nada justifica matar estes animais. Existem formas de resolver essa situação, Como acompanhamos na reportagem da FOLHA, faz anos que essa situação se estende. Se toda vez que tivermos problemas com seres vivos e praticarmos a eutanásia, imagina a chacina que teríamos na área política? Dirigentes da Sema, por favor, façam como os longos processos de cassação: demorem muito que, com certeza, neste tempo teremos recolocação para todos os animais.
LUCAS CALVI (gestor comercial) - Londrina

SOS animais
Lendo a reportagem no Caderno Cidades fiquei indignada com a possibilidade de matarem 50 animais que estão em uma residência na Vila Casoni. Será que realmente a morte é a melhor alternativa? Será que uma cidade com mais de 500 mil habitantes não conseguimos encontrar um destino melhor e mais humano para estes animais? Será que a prefeitura não pode, com ajuda da iniciativa privada, construir um canil para abrigar não só estes, mas centenas de animais que estão abandonados em nossa cidade? Temos que ter consciência que cada ser vivo tem uma importância enorme no universo e que não podemos tirar suas vidas aleatoriamente. Aproveito para parabenizar a FOLHA pela reportagem, mais uma prova que este jornal está antenado aos acontecimentos de nossa cidade.
RENATA CRISTINA DE ALMEIDA MANTTOVANNI (relações públicas) - Londrina

Saúde em Jacarezinho
Com relação ao editorial de ontem da FOLHA - ''Problema médico e hospitalar no Norte Pioneiro'' -, a Secretaria de Estado da Saúde esclarece que: o Governo do Estado repassa anualmente R$ 720 mil para a Santa Casa de Jacarezinho, como parte do Programa de Regionalização da Saúde. Além disso, o Governo do Estado está implantando cinco novas bases de UTIs móveis em todo o Estado. Uma delas será em Jacarezinho. A unidade já está equipada, o teste seletivo foi feito, os materiais de insumo necessários já foram comprados e a base operacional está pronta. Falta apenas a autorização da Secretaria de Estado da Administração para iniciar as atividades, o que deve ocorrer em breve. Entretanto, algumas questões fogem da alçada do poder público, como por exemplo a questão da disponibilização de profisionais da saúde com alta especialização, em determinados locais. Trata-se de uma questão mercadológica, que afeta todo o Brasil. Normalmente, estes profissionais tendem a buscar os grandes centros deixando de lado o interior.
ASSESSORIA DE COMUNICAçãO SOCIAL DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE - Curitiba

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