Educação em presídios
Em relação à ação do Ministério da Justiça e do MEC de viabilizarem educação para os presidiários de alta periculosidade na Penitenciária de Catanduvas, acho que estaremos contribuindo cada vez mais para que os criminosos adquiram conhecimento e driblem as leis que são falhas e, ao mesmo tempo, se organizem no crime. Não acredito na segurança máxima, uma vez que quem tem dinheiro e conhecimento pode pagar bons advogados e usar o suborno para fazer de uma cadeia um hotel cinco estrelas. Enquanto cada marginal custa ao país um valor inacreditável para mantê-lo sob proteção policial, nossos trabalhadores têm que ficar presos nas suas próprias casas temendo assalto, bala perdida, etc., sem ter a mínima proteção garantida pela Constituição.
NELSON CARLOS SALVO (radialista) - Astorga

PAC
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nada mais é do que a Casa Civil assumindo a função do Ministério do Planejamento e elaborando um plano de longo prazo para o país. Talvez, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, por ser uma técnica, trouxe para dentro do Planalto a missão de elaborar e capitanear uma política pública e um planejamento de longo prazo. Planejar nada mais é do que equacionar os gastos em direção ao crescimento, tudo o mais será consequência. O Ministério do Planejamento está sobrecarregado porque assumiu as funções do antigo Departamento de Assistência do Servidor Público, ou Secretaria de Recursos Humanos, e está executando a política de pessoal da União, além da montagem do Orçamento Geral.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina

Problemas menores
Enquanto o prefeito Nedson discute a transformação de Londrina em ''referência'' do comércio popular (mais conhecido como camelódromo) e o vereador Marcos Defreitas discute a mudança de nome da av. Dez de Dezembro, a ''ladrãozada'' deita e rola. Para que discutir os grandes problemas que atingem o povo se temos os pequenos problemas para resolver? Realmente merecemos o tipo de políticos que temos.
LOURIVAL BARBOSA (policial militar) - Londrina

Futebol na TV
A rede de televisão que transmite os jogos do Campeonato Paranaense já teve experiência em anos anteriores e sabe que o torcedor de Londrina e região deixou claro a preferência pela transmissão de jogos do Campeonato Paulista, exceto quando os jogos envolvem o LEC. No domingo passado foi transmitido o jogo Coritiba x Nacional e na quarta-feira de novo Coritiba x Cascavel. Fica aqui a sugestão: transmissão de jogos para região Norte quando envolver clubes daqui, que não é o caso do Cascavel.
LAERCIO PIRES CARDOSO (representante comercial) - Londrina

Chega de insegurança
A Fundação de Assistência Social (FAS) deveria atender os pobres e carentes, oferecendo ajuda (alimento e cama) ou mesmo abordando moradores, potenciais delinquentes ou não. Assaltam-nos com frequência e praticam invasões de estabelecimentos, mediante coação física, trombam e roubam impunemente, sem que medidas sejam tomadas. Ao longo da Conselheiro Laurindo, entre XV e Silva Jardim, as calçadas e entradas de prédios servem de abrigo aos bêbados e vagabundos (clientes da FAS?) que praticam, além de atos obscenos, suas necessidades fisiológicas. Senhores, estamos cansados de insegurança. Proponho que a FAS volte a ser de fato a legítima instituição Socorro aos Necessitados e, se viável, seja transferida para outro local, quem sabe para a ex-Vila Pinto, menos no centro da cidade, onde o clima de insegurança e a violência são insustentáveis.
JOSÉ APARECIDO FIORI (jornalista) - Curitiba

Futuro pessimista
De acordo com um pesquisa que foi divulgada pelo Fórum Econômico Mundial, o número de pessoas pessimistas aumentou. Não é para menos, o que estamos vendo é realmente de fazer coro com os pessimistas. A insegurança e a pobreza estão nas preocupações dos entrevistados. O descrédito em relação à política e à corrupção fazem com que as pessoas desanimem e deixem de ter esperança. Não devemos desanimar, mas aprender com os erros. O que vemos hoje, aqui mesmo em nossa cidade e no resto do País, nada mais é do que o resultado de nossos comportamentos: se fazem o que fazem é porque demos nosso aval a eless. Vamos mudar, sem desanimar, e ser mais seletivos na escolha de representantes, na escolha de amigos, de projetos, etc. E acima de tudo colocar a confiança em Deus, e não no homem. E fazer a nossa parte, mas bem feita, com consciência.
ANDERSON CARLOS SACHETIM GARCIA (bacharel em Direito) - Londrina

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