Aposentadoria
  É inconcebível que um cidadão, como eu, que passei 28 anos dedicados ao magistério mais 8 anos em atividades co-relacionadas à educação, não conseguir até hoje minha aposentadoria. Dei entrada no ano de 2000. Como um deputado mensaleiro, comprovadamente desonesto (basta ler jornais e revistas) consegue, com a ajuda de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP), se aposentar? Como é que eu e milhares de brasileiros nos sentimos na mesma situação? Nós não pedimos nada só os nossos direitos, nada mais.
ALVARO GIROTTO
(professor) - Londrina

‘Lei do rabicho’
  Acho engraçado as pessoas não entenderem a preocupação que o ‘‘rabicho’’ está trazendo para as entidades que coordenam o trânsito. Primeiro, a idéia original da lei que está gerando esta discussão era de proibir o uso deste acessório para quem não comprovasse que possuía uma carreta. A lei foi mudada devido ao lobby das empresas que fabricam o ‘‘rabicho’’. Segundo, que seu uso foi desvirtuado. Ele não serve para proteger o pára-choque pintado. O carro passa, antes de ser lançado e durante sua vida, por centenas de testes de colisão para assegurar sua segurança. Porém, ao instalar o rabicho, isso tudo é perdido. Numa colisão traseira, quando o pára-choque (que é feito para absorver o impacto) devia ser o contato, o rabicho é que serve de ponto de choque inicial. Como esse é ancorado ao chassi do carro, o impacto para os ocupantes é transmitido com maior intensidade, podendo ocorrer lesões até graves (fraturas ou luxações da coluna cervical). Isto sem citar que o carro pode ter seu chassi entortado. Não citei o prejuízo que a pessoa que bateu no carro com ‘‘rabicho’’ pode ter (porque este é o argumento de quem instala: minimizar os danos no carro). Acho que a lei como está, é branda. Concordo com a original: rabicho só para quem comprova necessidade.
MARCUS VINICIUS DANIELI
(ortopedista) - Londrina

Recado aos eleitos
  Quando elegemos alguém, o fazemos com a finalidade do mesmo fazer leis e fiscalizar o Executivo. Todas as vezes que um candidato eleito deixa de exercer o cargo para o qual foi eleito e assume um cargo no governo está traindo quem o elegeu. Não elegemos um candidato para ser secretário de governo.
PAULO ROBERTO SANITÁ
(vereador) - Tambaora

Pequenos golpes
  Concordo com o escreveu o empresário Eduardo Tomasetti no artigo ‘‘Pequenos golpes de Londrina’’ (16/1). Tem muita gente que é capaz de se aproveitar do momento de dor para aplicar golpes. Isso fica mais fácil quando a palavra
‘‘câncer’’ entra à baila e as pessoas ficam mais suscetíveis. Aqueles que se aproveitam desse momento para ganhar dinheiro sempre existiram e sempre vão existir. Resta ao cidadão estar atento, mesmo neste momento difícil, para não cair em armadilhas. As instituições que atendem os pacientes com câncer devem ser fiscalizadas.
FERNANDO GUIMARÃES TEIXEIRA
(estudante de Direito) - Londrina

Casa do Estudante
  Notei que há em uma das janelas do prédio do Casa do Estudante Universitário em Curitiba vários cartazes com a foto do ex-candidato derrotado à Presidência Geraldo Alckmin. Quem é o responsável pela Casa do Estudante? Se o estudante está naquela casa é porque precisa, mas não deve usá-la para fins ideológicos, partidários, pessoais ou políticos.
CÉLIO BORBA
(artista plástico) - Curitiba

Copel esclarece
  Em referência à matéria ‘‘Moradores sem luz reclamam de cobrança’’ (20/01), a Copel esclarece que a cobrança da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip) é facultada pela Constituição às prefeituras mediante aprovação de projeto de lei pela Câmara de Vereadores. A fatura mensal de energia elétrica é apenas o meio de que se vale a administração municipal para realizar a cobrança. O valor integral da contribuição é repassado, mensalmente, pela Copel às prefeituras que deve aplicá-lo na melhoria ou ampliação do serviço existente. Em Londrina, a Copel assume, por meio de convênio firmado junto à municipalidade, a manutenção do sistema já instalado, como a troca de lâmpadas queimadas e de equipamentos com defeito. A solicitação de informações sobre a instalação de novos pontos deve ser feita à Secretaria de Obras do município.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA COPEL REGIÃO NORTE - Londrina

Correção
- Ao contrário do que foi publicado ontem na matéria ‘‘Inquérito culpa pilotos da Gol e controladores’’ (Geral, pág.9), o inquérito refere-se aos dois pilotos norte-americanos do jato executivo Legacy.

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