Lei dos engates
Não acho que esta resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre os engates vá resolver o problema que dizem ter. É mais uma maneira de fazer com que as pessoas gastem dinheiro. Deve ser algum político que montou uma empresa desse material e inventou esta lei. Bom, estamos nas mãos deles: ou fazemos ou somos multados.
ALESSANDRO MAGRI FERREIRA (feirante) - Londrina

Lei banal
É impressionante como no Brasil os órgaos públicos dão atenção a coisas
banais, principalmente os de trânsito. Essa história dos engates vai ser como aquela do adesivo do IPVA, alguém lembra? Aquele que tinha que colar no vidro do carro. Ridículo! Daqui algum tempo essa nova lei cairá também. Aonde eles tiram tanto tempo para pensar nessas coisas? O que isso vai mudar na vida do cidadão comum? É mais uma forma de tirar dinheiro dos contribuintes.
PAULO CESAR MARINI SANTOS (administrador) - Londrina

Camelódromos
Se hoje existem camelódromos é porque alguns comerciantes formais não souberam ao longo dos anos ser empreendedores. Eles continuam sendo somente administradores de suas empresas e, como grande parte de empresas tradicioanais, não abrem vagas de trabalho suficientes para empregar a população. Será que com o fim dos camelódromos o comércio irá absorver este tipo de mão-de-obra ou estará pensando somente nos consumidores que ali vão comprar? Por mais que o comércio formal brigue, o número de informais nunca parece dimunuir. Portanto, num ambiente competitivo, sobreviverá aquele que estiver disposto a dominar a vontade de aprender e mudar. Espero também que a autoridade pública local crie regras para este tipo de comércio para que possa haver uma concorrência mais equilibrada.
ANTÔNIO MAURO GONÇALVES FILHO (comerciante) - Londrina

Chefões do tráfico
Pouco tempo atrás, antes da transferência de presos para a prisão de Catanduvas alertei em carta à FOLHA o perigo de as futuras ações dos chefões do nacotráfico passarem a ter como alvo a pequena Catanduvas ou até mesmo outras cidades do Paraná. Só não começou porque ''eles'' ainda não atentaram para isso. Não sou nenhum Nostradamus, pois para previsões lógicas não é necessário ter capacidade mediúnica, mas quem viver verá.
ALFREDO LEÔNCIO DIAS NETO (advogado) - Barbosa Ferraz

Blitz da PM
A PM tem feito blitze em frente ao Detran no início da noite, sem qualquer aviso. Suprimir abruptamente meia-pista de uma via rápida, como a BR-369, causa um congestionamento e provoca situações de risco para os motoristas que, em velocidade compatível com a via, podem ser abalroados por outros veículos que vêm atrás. Uma senhora que passa naquele trecho acompanhada de seu filho de 5 meses, resolveu parar na blitze e alertar um policial. Para surpresa dela, recebeu a seguinte explicação: ''Se a senhora respeitar a velocidade não terá problema''. Isto seria verdade se vivêssemos num país civilizado onde todos têm noção de cidadania. Seria mais coerente, diante dos argumentos que expus, que fossem orientados os abnegados policiais a não fazerem essas blitze em locais perigosos
PAULO AFONSO MAGALHÃES NOLASCO (advogado) - Londrina

Homenagem a Richa
Pelo estado das ruas e avenidas de Londrina, e dependendo do bairro onde se localizam, pôr um nome de pessoa não é homenagem, é ofensa ou brincadeira de mau gosto.
ANTONIO LOPES (economiário) - Londrina

Mudança polêmica
Mudei de Londrina recentemente mas escrevo para discordar da mudança do nome da Av. Dez de Dezembro uma vez que ela é referência para a cidade e região. A mudança é uma perda de tempo. Mesmo que se transforme em Av. Governador José Richa, ela continuará sendo Dez de Dezembro. A mudança ocorrerá somente no papel e nas placas.
HOSANA LOPES FRANCISCO (secretária executiva) - Curitiba

Respeito ao eleitor
Gostaria de parabenizar a FOLHA pelo editorial ''Respeito ao eleitor'' (16/1). A mídia deve conscientizar as pessoas sobre o abuso que cometem os ''representantes do povo''. O senador Osmar Dias, por exemplo, concorreu ao governo do Paraná, não foi eleito e voltou à função de senador para cumprir mais 50% do mandato. A legislação eleitoral permite uma série de abusos de poder.
FRATERNO MARIA NUNES (aposentado) - Londrina

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