CARTAS
Lei dos rabichos
Não sei até agora qual o motivo certo sobre a implicância dos rabichos nos carros. Ouvi dizer que é em razão dos traumas que os pedestres sofrem (?). Se for, então devemos ver primeiramente o estado em que se encontram as calçadas da cidade. Observa-se de tudo, como buracos, materiais de construção, tapumes, carros estacionados sobre as mesmas, matagal, dejetos de cachorro de madames, desleixo dos proprietários etc. Acho que, antes de falar dos rabichos dos outros, deveriam ver seus próprios rabichos.
SIDNEY GIROTTO (médico) - Londrina
Natureza morta
Todos os dias, as mais variadas denúncias são publicadas e confesso que raramente vejo seu efeito. Mas vou arriscar fazer parte desta estatística. Resido próximo do Lago Igapó 2 e há 6 meses notei que freqüentadores passaram a estacionar seus veículos em uma viela de pedriscos (entre a rua e o lago); depois, em cima da grama e, finalmente, rente ao lago, ignorando toda e qualquer infração, dando início à destruição de um dos mais belos postais de Londrina. Será que ali nunca passam fiscais? Agentes de trânsito? Defensores da natureza? Logo, a grama estará morta, o lixo espalhado e o espaço de liberdade sendo disputado pelo homem e pela máquina. Espero que tomem providências e defendam a natureza, pois ela está morrendo aos poucos e em silêncio.
ROSANE FERNANDES DE ARAÚJO (funcionária pública) - Londrina
Futebol pela TV
A maior rede de televisão do Estado parece não saber se comunicar com o Norte do Paraná quando se trata de transmissão de futebol. Com tantas opções, a rede transmitiu, na última quarta-feira, a partida entre Paraná Clube e Malucelli. Não há, salvo alguns gatos pingados, torcedores destes times por aqui. Sugiro fazer uma pesquisa para melhor adequar sua programação esportiva para a nossa região.
JOSÉ ROBERTO DIAS (professor) - Londrina
Pedágios públicos
A ABCR diz que pedágio público não dá certo. Não dá certo porque vivemos em um país totalmente capitalista e sem lei, onde os poderosos ditam as regras. Muitas empresas estatais, que foram privatizadas, acabaram caindo nas mãos de políticos ou de seus parentes. Quando foi inplantado o pedágio PR-445, o contrato dizia que, dentro de 7 anos, teria de estar duplicada de Londrina a Ponta Grossa mas até hoje vivemos este drama. Quando assinamos um documento temos de cumprir, assinamos porque queremos, mas com essas pessoas, que têm dinheiro e são ligadas à política, é diferente. Por quê?
NELSON MEIRA DA SILVA
(técnico em telecomunicações) - Londrina
RM de Londrina
Esta coordenadoria da Região Metropolitana de Londrina está começando errada. Se não tem recursos, deixem para implantá-la no próximo ano. Mas, como o governador tem de arrumar uma boquinha para a deputada reprovada pela população nas urnas, dá-se um jeito. Governador, coloque a sua aliada para cuidar dos pedágios, com os quais o senhor prometeu acabar.
JOSÉ ROBERTO TÓFANO (aposentado) - Londrina
Violência
Gostaria de parabenizar a FOLHA por denunciar a violência na zona rural de São José dos Pinhais e ecoar os clamores desta parcela da população paranaense em reportagem publicada no último dia 12. Tive a infelicidade de sentir na própria pele a ação dos bandidos, com sucessivos furtos/invasões em casa situada na zona rural. Com a publicação desta matéria, quem sabe o governador Roberto Requião, tão zeloso e prestativo com as necessidades da população paranaense, especialmente com a segurança pública, intervenha em São José dos Pinhais, a fim dar condições para o enfrentamento da criminalidade neste município da região metropolitana de Curitiba.
ROBERTO CARLOS
DE ANDRADE SILVA
(servidor público estadual) - Colombo
Correção
- Diferentemente do que foi divulgado na coluna Sociedade Londrina de ontem, o estudante João Vitor Ribeiro Henklain, aluno do Colégio Universitário, conquistou o 1º lugar de Medicina na Universidade Estadual de Maringá (UEM).





