Zona Azul
  Com a relação à taxa cobrada pela Zona Azul, fica provado que ainda estamos longe de ser um país democrático. Simplesmente se cria uma taxa como esta, empurram pela nossa garganta abaixo e nada podemos fazer (como tantas outras). Quando se cobra por um serviço tem que se responsabilizar por ele. Nesse caso, além de pagarmos por um espaço público, não se oferece nenhum tipo de segurança. Se a verba arrecadada vai para uma instituição filantrópica, o pagamento deveria ser opcional e não obrigatório.
EVERALDO FAVERO DELFINO
(gerente comercial) - Londrina

Zona Azul 2
  Com relação à reportagem de ontem da FOLHA a respeito da Zona Azul, gostaria de perguntar à coordenadora da Zona Azul, Camila Kauan Menezes, ou ao diretor da CMTU se aqueles mototaxistas que fazem ponto na rua Mato Grosso com a Maranhão têm autorização para utilizar duas vagas de veículos como ponto durante todo o dia. Quando duas ou três motos saem para fazer corridas, os outros mototaxistas estacionam suas motos de forma que não conseguimos estacionar o veículo, ficando a vaga reservada para seus companheiros. Será que eles pagam Zona Azul para utilizar aquele espaço o dia todo? Eles têm alvará da Prefeitura para utilizar aquele espaço?
LUIZ CARLOS ROSSI
(microempresário) - Londrina

Amigos do museu
  Gostaria de agradecer à FOLHA DE LONDRINA as referências ao meu nome, enquanto museólogo profissional, na edição do último dia 26 de dezembro. Por uma questão de justiça gostaria que se inserisse em suas futuras edições uma justa homenagem à Sociedade Amigos do Museu Histórico de Londrina, conhecida como SAM. Literalmente os melhores amigos de que dispõe o Museu Histórico de Londrina tanto no aspecto moral quanto financeiro. Graças à compreensão e ajuda da SAM estamos conseguindo recursos para ir restaurando na medida do possível o valioso acervo em relojoaria do museu londrinense. Londrina talvez seja a única cidade paranaense que dispõe de verdadeiros ‘‘amigos de seu museu’’, pois graças a eles e a seu trabalho incansável que se pôde revitalizar o museu de 1997 a 2000. O Museu Histórico de Londrina ‘‘Padre Carlos Weiss’’ vai se mantendo com a ajuda da SAM e constitui-se hoje na mais importante unidade museológica do Norte do Paraná.
NINGER OVÍDIO MARENA
(museólogo) - Londrina

Truculência
  Lamentável o fato que presenciei no último dia 2 ao parar para abastecer num posto da Av. 10 de Dezembro, por volta das 21h30. Ao deixar o pátio do posto com seu carro, embora fora dos padrões originais, um jovem foi abordado por quatro motocicletas do Pelotão de Choque da PM. Depois, chegaram mais quatro viaturas. Os PMs armados usaram de toda violência possível para conter um jovem franzino que não oferecia risco algum. Até jogaram-no ao chão para algemá-lo. Eu e vários populares que se aglomeraram no local constatamos o despreparo destes ‘‘policiais’’. Nós, cidadãos de bem, estamos sendo confundidos com bandidos delinqüentes. Nossos policiais têm de oferecer segurança à população e não aviltar pessoas honestas.
MARIO ALVES SANTOS
(estudante de Ciências Contábeis)
- Londrina

País de todos?
  O Brasil é um país de todos: ladrões, traficantes, sanguessugas, mensaleiros, políticos corruptos, sem-terra que invadem propriedades rurais destruindo sonhos de pessoas que trabalharam duro para organizar suas vidas. Ladrões que entram em propriedades agrícolas e roubam tratores, caminhões, carros, insumos e maltratam famílias que estão indefesas e ninguém faz nada. País de todos, menos dos produtores que produzem alimentos, que enfrentam a seca, a chuva, geadas, preços que às vezes não cobrem o custo. Sei o que alguns leitores dirão ao ler este desabafo: por que você fica na agricultura? Estes leitores têm razão, mas não é tão fácil assim deixá-la, milhares já fizeram isso e hoje vivem de vales diversos. Onde está o respeito aos nossos direitos constitucionais? Que país é este que não é de todos?
DORIVAL MALACARIO
(agricultor) - Marialva

Critérios?
  A Prefeitura de Londrina está deixando de realizar reparos e manutenções de toda ordem na cidade e zona rural alegando excesso de chuva. Compreensível. Só que para os donos de terrenos privados não vale. A prefeitura avisa que a partir da semana que vem quem não roçar seu terreno vai ser multado em
R$ 0,20 p/m2. Isso menos de um mês depois de cancelar o benefício fiscal para terrenos plantados, calçados e murados no arrastão da Câmara de Vereadores no final do ano passado. Tenha dó sr. prefeito. Dê uma olhada na imagem pública de sua administração e tenha um pouco de carinho e compreensão com seus contribuintes.
SÉRGIO BIZARRO
(empresário) - Londrina

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